Junho 2019 | Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 29/06/2019 por João Augusto

“Provas” que Deus existe?

padre brendan
padre brendan

Recentemente uma pessoa me pediu para explicar “as cinco provas” de Santo Tomás de Aquino para a existência de Deus. Obviamente essas “provas” não devem ser entendidas como provas empíricas que se baseia só na experiência. De fato não são provas no sentido estrito da palavra, mas ajudam pessoas pensantes chegarem à conclusão da existência de Deus através da inteligência.

A primeira “prova” baseia-se no princípio da causalidade. Pelos efeitos que constatamos, chegamos à causa. Onde há um efeito deve haver uma causa. Como exemplo, vamos examinar uma árvore: das folhas passamos aos ramos, ao tronco, descemos às raízes, chegamos à semente. E, na semente, quem colocou a árvore em potencial, a vida? Nada pode ser a causa de si mesmo porque a causa é sempre maior que o efeito. Assim chegaremos a primeira causa que não foi causada. Alguém?

A segunda “prova” fundamenta-se no princípio de movimento. Todo movimento supõe um primeiro impulso, alguém que, lá no começo, deu o primeiro empurrão. Alguém? A terceira “prova” apela para o conceito de contingência. O ser contingente, isto é, transitório, que pode existir ou não existir, supõe o ser necessário, subsistente ao existente. O contingente, o que pode “não ser”, só se explica se existir o que não pode “não ser”. Em outras palavras, o relativo não existe sem o absoluto ou o necessário. Este absoluto pode ser Deus?

A quarta “prova” talvez possa ser chamada a prova da ordem na natureza. O homem percebe que há uma organização no Cosmo, desde a movimentação das estrelas e planetas, até a organização encontrada nas plantas, nos corpos dos seres vivos, nas estações e na natureza em geral. Há realmente uma tendência inata nos seres para uma ordem e uma organização. Assim, o homem chega a concluir pela existência de uma inteligência que organizou e comanda essa organização toda. Esta suprema inteligência pode ser Deus?

A quinta “prova” é interessante. O homem dotado de inteligência e liberdade, percebe em si uma “lei interior” que sempre o adverte da moralidade de seus atos ou, em outras palavras, uma consciência moral. O homem percebe a existência e necessidade de uma sanção moral que recompensa o bem e pune o mal. Assim ele conclui que existe um legislador dessa lei moral, essa consciência. Alguém de ser a Lei Suprema. Deus? Assim, através de sua inteligência e filosofia, o homem pode verificar vários atributos de Deus como: a onipotência, a onisciência, a eternidade, a bondade etc. Porém, mais uma vez, tenho que dizer que estas “provas” não são suficientes para a crença em Deus. O dom da fé é um dom gratuito, iluminado pela revelação provem da graça divina e é concedido por Deus aos seus escolhidos, ou para citar o Catecismo da Igreja Católica: “A graça é o favor, o socorro gratuito, que Deus nos dá para responder a seu convite para tornar-nos filhos de Deus…” (No.1996).

Pe. Brendan Coleman Mc Donald,
Redentorista

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Publicado em 28/06/2019 por João Augusto

Presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira, faz balanço da 99ª reunião do Conselho Permanente da CNBB

Terminada 99ª reunião do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que aconteceu em Brasília (DF), de 25 a 27/06, o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (MG) e presidente da entidade, dom Walmor Oliveira de Azevedo fez um balanço dos debates e encaminhamentos do encontro. Trata-se da primeira reunião do Conselho Permanente sob o mandato da nova presidência eleita na 57ª Assembleia Geral da CNBB realizada em Aparecida (SP), em maio deste ano.

A reunião, da qual participam a presidência da CNBB, bispos que presidem as comissões episcopais pastorais, os bispos que presidem os 18 regionais da CNBB e representantes de organismos eclesiais da Igreja no Brasil, contou com um quadro renovado de participantes após o processo de assembleias e eleições nacional e em quase todos os regionais.

Dom Walmor ressaltou o caminho bonito vivenciado na reunião que, segundo ele, contou com a fecundidade da comunhão entre os bispos e com o trabalho de muitos assessores e colaboradores tendo em vista a realização da grande missão da Igreja: “anunciar o Evangelho de Jesus Cristo e ajudar o mundo a abrir-se ao amor de Deus”.

O Conselho Permanente, segundo o Estatuto e Regimento da CNBB, é responsável pela orientação e acompanhamento da entidade e dos organismos a ela vinculados. O órgão, constituído pela presidência, presidentes das comissões episcopais e membros eleitos dos 18 conselhos episcopais regionais, também tem caráter eletivo e deliberativo. Sua próxima reunião está marcada para 26 a 28 de novembro deste ano.

Veja a íntegra do vídeo:

Publicado em 27/06/2019 por João Augusto

Eleitos os membros das Comissões Episcopais Pastorais da CNBB

Os membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiram, na reunião realizada entre os dias 25 e 27 de junho, na sede da entidade, em Brasília (DF), os bispos que irão compor as doze Comissões Episcopais Pastorais no quadriênio que segue até 2023.

Na última Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), de 1º a 10 de maio, foram eleitos os presidentes das comissões episcopais. Agora, durante o Conselho Permanente foram definidos os nomes sugeridos pelos presidentes e aprovados pelo conjunto do conselho.

Veja a nova composição de cada comissão

MINISTÉRIOS ORDENADOS E A VIDA CONSAGRADA
Presidente: Dom João Francisco Salm, bispo de Tubarão (SC)
1. Dom José Albuquerque de Araújo, bispo auxiliar de Manaus (AM)
2. Dom André Vital Félix da Silva, bispo de Limoeiro do Norte (CE)
3. Dom João Inácio Müller, arcebispo de Campinas (SP)

LAICATO
Presidente: Dom Giovane Pereira de Melo
1. Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, bispo de Campos (RJ)
2. Dom Gabriele Marchesi, bispo de Floresta (PE)
3. Dom José Mário Scalon Angonese, bispo de Uruguaiana (RS)

AÇÃO MISSIONÁRIA E COOPERAÇÃO INTERECLESIAL
Presidente: Dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC)
1. Dom José Altevir da Silva, bispo de Cametá (PA)
2. Dom Adilson Pedro Busin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
3. Dom Giovanni Crippa, bispo de Estância (BA)

ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA
Presidente: Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PR)
1. Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA)
2. Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo de Luziânia (GO)

DOUTRINA DA FÉ
Presidente: Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP)
1. Dom Leomar Antônio Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
2. Dom Pedro Cunha Cruz, bispo de Campanha (MG)
3. Dom Luiz Antônio Ricci, bispo auxiliar de Niterói (RJ)
4. Dom Carlos Alberto Breis Pereira, bispo de Juazeiro (BA)

LITURGIA
Presidente: Dom Edmar Peron, bispo de Paranaguá (PR)
1. Dom Carlos Verzeletti, bispo de Castanhal (PA)
2. Dom José Luiz Magela Delgado, arcebispo de Pouso Alegre (MG)

ECUMENISMO E DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
Presidente: Dom Manoel João Francisco
1. Dom Teodoro Mendes Tavares, bispo de Ponta de Pedras (PA)
2. Dom Zanoni Demettino Castro, arcebispo de Feira de Santana (BA)

AÇÃO SÓCIO-TRANSFORMADORA 
Presidente: Dom José Valdecir Santos Mendes, bispo de Brejo (MA)
1. Dom José Luiz Ferreira Salles, bispo de Pesqueira (PE)
2. Dom José Ionilton Lisboa de Oliveira, bispo prelado de Itacoatiara (AM)
3. Dom José Reginaldo Andrietta, bispo de Jales (SP)
4. Dom Henrique Aparecido de Lima, bispo de Dourados (MS)
5. Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

CULTURA E EDUCAÇÃO
Presidente: Dom João Justino de Medeiros Silva
1. Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS)
2. Dom Paulo Cezar Costa, bispo de São Carlos (SP)
3. Dom Vicente de Paula Ferreira, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
4. Dom Gregório Ben Lamed Paixão, bispo de Petrópolis (RJ)

VIDA E FAMÍLIA
Presidente: Dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande (RS)
1. Dom Armando Martín Gutierrez, bispo de Bacabal (MA)
2. Dom Bruno Elizeu Versari, bispo de Campo Mourão (PR)

JUVENTUDE
Presidente: Dom Nelson Francelino Ferreira, bispo de Valença (RJ)
1. Dom Antônio de Assis Ribeiro, bispo auxiliar de Belém (PA)
2. Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba (PR)

COMUNICAÇÃO
Presidente: Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
1. Dom Edilson Soares Nobre, bispo de Oeiras (PI)
2. Dom Neri José Tondello, bispo de Juína (MT)

Publicado em 27/06/2019 por João Augusto

Jesus: manso e humilde de coração

Padre Geovane Saraiva*

Fazer com que o nosso coração seja semelhante ao coração de Jesus é a grande proposta da Solenidade do Coração de Jesus e sua devoção. Isso nos leva à contemplação de Jesus Cristo, que nos ensina, pela palavra e pelo testemunho, a lição de compaixão e misericórdia. Seu coração estava em sintonia com o povo sofredor, com predileção pelos marginalizados, pelos enfermos, pelos aflitos e pelos pecadores.

Pensemos em Dom Helder, talhado que foi para as coisas elevadas, possuidor que era de uma força inabalável, na preciosa e maravilhosa utopia do reino de Deus, contido na virtude da esperança, totalmente convertido à grande tarefa de levar adiante a missão de Jesus de Nazaré, no convite de nos voltarmos para ele: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei; aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11, 28-29).

Não confundir nosso caminho com nosso destino, só porque carregamos conosco marcas de turbulências e tribulações. Mas elas não indicam jamais que estamos nos dirigindo ao pôr do Sol. Atentos à Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, nas suas promessas, pela excessiva misericórdia e pelo amor fecundo e poderoso do seu Coração, ao conceder a todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, contritos e penitenciados, não morrerão em sua inimizade, e nos promete, pelo seu divino coração, seguro refúgio na última hora.

O Sagrado Coração de Jesus é uma das três solenidades do Tempo Comum, dentro da Liturgia da Igreja Católica, comemorada na segunda sexta-feira, após a solenidade de Corpus Christi. Além disso, essa devoção também é cultivada pela Igreja Católica ao longo de todas as primeiras sextas-feiras de cada mês. Consiste na veneração ao Coração de Jesus, no mais íntimo de Seu Amor.

A origem dessa devoção se deve à Santa Margarida Maria, uma freira da Ordem da Visitação de Santa Maria, ordem religiosa fundada por São Francisco de Sales e Francisca Joana de Chantal em 1610. Santa Margarida Maria de Alacoque teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar ao mundo a piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: a primeira se deu em 27 de dezembro de 1673; a segunda, em 1674; e a terceira, em 1675.

Jesus quer falar ao nosso coração, ao nos deixar suas promessas. Cabe a nós, portanto, nos apropriarmos de Sua Divina Misericórdia, na comunhão reparadora das primeiras sextas-feiras, como Ele mesmo disse, por ocasião de uma das aparições à Santa Margarida Maria de Alacoque, na imperscrutável intensidade do amor que Deus tem por cada um de nós. Assim seja!

*Pároco de Santo Afonso, Blogueiro, Escritor e integra a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza

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Publicado em 27/06/2019 por João Augusto

Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes na Arquidiocese

Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Arquidiocese de Fortaleza realiza no dia 28 de junho, das 8h às 11h, no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza, o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes.

São convidados a participar todos os padres diocesanos e religiosos, Párocos, Vigários Paroquiais e responsáveis por Áreas Pastorais em suas comunidades.

A manhã encerrará com Santa Missa. Para a concelebração os sacerdotes deverão levar túnica e estola branca. Neste mesmo dia, em sintonia com toda a Igreja, o arcebispo pede aos presbíteros que promovam nas paróquias, áreas pastorais e comunidades eclesiais programações locais de oração comum, pedindo ao Senhor pela santificação dos sacerdotes.

Publicado em 27/06/2019 por João Augusto

Primeira reunião do novo quadriênio 2019-2023

A nossa fé e a força do amor que nos move” concorram para que a reunião seja uma profunda e”fecunda” experiência da colegialidade dos bispos, disse o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, no início da encontro do Conselho Permanente da entidade que teve início na manhã desta terça-feira, 25 de junho, e se estende até quinta-feira, 27 de junho, quando a Presidência vai conceder uma Entrevista Coletiva.

Pauta

Dom Joel Portella, secretário-geral da CNBB, apresentou aos bispos, a pauta do encontro. Entre os principais assuntos estão: observações sobre a conjuntura, avaliação da 57ª Assembleia Geral, escolha do tema central da Assembleia Geral de 2020, Sínodo da Amazônia, Comissão para a Ecologia Integral e Mineração. O Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, estará presente na primeira parte da reunião, na quinta-feira.

Os presidentes dos 18 regionais da CNBB terão a palavra, durante o encontro. Os bispos também terão um tempo para discutir a “Visita Ad Limina”, movimento normal que os bispos fazem na Igreja, indo à Santa Sé, de cinco em cinco anos. As datas ainda não foram definidas pela Congregação para os Bispos, mas terão que definir a divisão dos grupos.

Ainda na primeira parte da manhã desta terça-feira, teve a palavra o cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer. Ele é primeiro vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam). Ele anunciou que o Conselho, nos próximos dois anos, irá fazer uma revisão e avaliação do papel do organismo. Dom Odilo disse ainda que há sinais de que pode-se iniciar uma preparação para uma nova conferência episcopal do episcopado latino-americano, uma vez que já completamos 12 anos da Conferência de Aparecida.

Dom Walmor, que também participou do primeiro encontro do Celam, acrescentou informações demonstrando que o episcopado brasileiro será considerado no movimento de reflexão e avaliação do Conselho.

Participantes – Além da presidência, participam do Conselho Permanente, representantes dos 18 regionais. Eles deverão oferecer ao conjunto do Conselho, as perspectivas pastorais diante das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, aprovadas na última Assembleia da CNBB, realizada em maio, em Aparecida (SP).

Fonte: CNBB

Publicado em 27/06/2019 por João Augusto

Sagrado Coração de Jesus

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald – Redentorista

No dia 28 de junho a Igreja Católica vai celebrar a Festa do Coração de Jesus. A mensagem central desta festa é certamente a inefável riqueza do amor de Deus que se manifesta em Jesus Cristo. A Festa do Coração de Jesus é comemorada na segunda sexta feira após a Solenidade do Corpus Christi. Além disso, essa devoção também é cultivada pela Igreja Católica ao longo de todas as primeiras sextas feiras de cada mês. Na Bíblia, o termo coração se refere à pessoa, ao seu interior mais profundo, sede do conhecimento e do amor.

Na linguagem bíblica, e também em nosso modo de falar, coração é o que é de mais íntimo que existe em nós, de onde partem nossas decisões, nossos amores e nossos ódios etc. Assumindo a vida humana, o Filho de Deus assume todo nosso modo humano de ser, exceto no pecado. Com isso em mente é fácil compreender que o coração de Jesus é símbolo do seu mais profundo e imenso amor por todos nós. O mandamento de Jesus “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15, 12) se fundamenta no amor de Deus para conosco, um amor tão profundo que chegou ao ápice quando Jesus deu sua vida por nós.

Esta é uma devoção muito popular que ganhou dimensões globais a partir do século XVll, pelos esforços de São João Eudes e Santa Margarida  Alacoque. O papa Pio Xll  escreveu a Carta Encíclica “Haurietis Aquas” sobre essa devoção. Nesta carta o Papa coloca os fundamentos da devoção com exemplos do Antigo e do Novo Testamento. Nas primeiras sextas feiras de cada mês a popular devoção ao Sagrado Coração de Jesus pode ser encontrada em quase todas as paróquias do Brasil. Foi Santa Margarida Alacoque que propagou e incentivou esta devoção.

Em meados do século XVll, Jesus apareceu diversas vezes à Santa Margarida e revelou uma mensagem de amor e misericórdia para toda humanidade. “Eis aqui o Coração que tanto amou os homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para testemunhar-lhes seu amor. Mas, como reconhecimento não recebe da maior parte dos homens senão ingratidões”. Dessas revelações, foi extraído o que se convencionou chamar as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus. As promessas são: 1) Darei às almas dedicadas ao meu Coração todas as graças necessárias ao seu estado; 2) Farei reinar a paz em suas famílias; 3) Eu as consolarei em todas as suas aflições; 4) Serei seu refúgio seguro durante a vida e, sobretudo, na hora da morte; 5)Derramarei copiosas bênçãos sobre todos os seus empreendimentos; 6) Os pecadores acharão em meu Coração a fonte e o oceano infinito da misericórdia; 7) As almas tíbias se tornarão fervorosas; 8) As almas fervorosas se elevarão rapidamente a uma grande perfeição; 9) Abençoarei as casas em que se achar exposta e for venerada a imagem do meu Coração; 10) darei aos sacerdotes o dom de tocar os corações mais endurecidos; 11) As pessoas que propagarem esta devoção terão seus nomes eternamente escritos em meu Coração; 12) O amor todo poderoso do meu Coração concederá a todos os que, por nove meses seguidos, confessarem-se e comungarem na primeira sexta feira, a graça da perseverança final. Meu Divino Coração será seu refúgio nessa hora extrema.  O papa São João Paulo ll nos lembra de que, na pessoa de Jesus Cristo se revela também o amor misericordioso do Pai para com a humanidade. O Coração de Jesus então é, também, o amor misericordioso do Pai que, em Cristo, se revela e se doa totalmente a nós.

Pe. Brendan Coleman Mc Donald,
Redentorista

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Publicado em 26/06/2019 por João Augusto

Audiência: não há lugar para o egoísmo na alma do cristão

A primeira comunidade cristã foi o tema da catequese do Pontífice. O Papa Francisco fará uma pausa nas Audiências Gerais no mês de julho. O próximo encontro está marcado para 7 de agosto.

Bianca Fraccalvieri – Cidade do Vaticano

O Papa Francisco se reuniu com cerca de 15 mil fiéis e peregrinos na Praça São Pedro para a Audiência Geral desta quarta-feira (26/06) – a última antes da pausa de verão. De fato, o Pontífice retomará seu encontro semanal no dia 7 de agosto.

Sob um forte sol – os doentes foram acomodados na Sala Paulo VI -, o Papa deu continuidade ao seu ciclo sobre os Atos dos Apóstolos e hoje comentou a vida da primeira comunidade cristã de Jerusalém.

Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Francisco

Publicado em 26/06/2019 por João Augusto

Papa aceita pedido de renúncia e nomeia novo bispo para a diocese de Caxias do Sul (RS)

O Papa Francisco acolheu nesta quarta-feira, 26 de junho, o pedido de renúncia apresentado por dom Alessandro Ruffinoni ao governo pastoral da diocese de Caxias do Sul (RS) e nomeou como novo bispo dom José Gislon, até o momento à frente da diocese de Erexim (RS).

Dom José Gislon
Catarinense de Dona Emma, dom José Gislon nasceu em 23 de fevereiro de 1957. Frade capuchinho, foi nomeado bispo de Erexim pelo Papa Bento XVI, em 6 de junho de 2012. Sua ordenação foi em Curitiba (PR), em 3 de agosto daquele ano. A posse, no dia 19 de agosto, na catedral São José, em Erechim (RS). Seu lema episcopal é “In caritate diligere et servire” (Amar e servir na caridade). Leia abaixo a saudação a dom José Gislon enviada pela Presidência da CNBB:

Saudação da CNBB a Dom José Gislon

Brasília (DF), 26 de junho de 2019

Estimado irmão, Dom José Gislon

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu com alegria a sua nomeação como novo bispo da Diocese de Caxias do Sul (RS), nesta quarta-feira, dia 26 de junho. Desejamos que esta nova missão seja frutuosa junto ao clero, religiosos e o povo de Deus daquela Igreja Particular.

Sob os olhares de Nossa Senhora de Caravaggio, aprendemos do Papa Francisco sobre a transmissão da fé como inspiração para as famílias: “[…] não se trata de criar grandes programas ou projetos, mas deixar crescer a fé”, a qual “não se transmite apenas com as palavras, mas com gestos, olhares, carícias como as das nossas mães, das nossas avós; com o sabor das coisas que aprendemos em casa, de maneira simples e genuína”.

Maria, a “Mãe que cultiva os sonhos dos filhos, que guarda as suas esperanças, que irradia a alegria na casa”, te acompanhe, inspire e fortaleça nesta nova missão.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Novo bispo emérito
Dom Alessandro Ruffinoni soma 13 anos de episcopado, tendo sido auxiliar de Porto Alegre (RS), de 2006 a 2010, e desde então, bispo coadjutor (2010 a 2011) e bispo titular de Caxias do Sul, de 2011 até o momento da acolhida da renúncia. Italiano de Bergamo, dom Alessandro é missionário Scalabriniano.

Desde 2007, dom Alessandro é referencial da Pastoral dos Brasileiros no Exterior. No Regional Sul 3 da CNBB, foi responsável, entre 2007 e 2011, pelas Pastorais Sociais e referencial da Pastoral dos Migrantes.

Dom Alessandro Ruffinoni completou 75 anos em agosto do ano passado. Esta é a idade estabelecida no Código de Direito Canônico para que o bispo apresente seu pedido de renúncia ao Papa. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou mensagem de agradecimento a dom Alessandro.

Agradecimento da CNBB a Dom Alessandro Ruffinoni

Brasília (DF), 26 de junho de 2019

Estimado irmão, Dom Alessandro Ruffinoni,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta gratidão a Deus pela sua vida missionária e seu ministério episcopal, em particular pelos oito anos no governo pastoral da Diocese de Caxias do Sul (SC).

Recordando seu lema episcopal, “Na Igreja ninguém é estrangeiro”, salientamos os quase 40 anos de missão no Brasil e todo o empenho por mais de uma década no trabalho da Pastoral dos Brasileiros no Exterior.

Que Deus nos permita a aprender de seu exemplo, como nos motiva o Papa Francisco na mensagem para o Dia Mundial das Missões deste ano: “A Igreja está em missão no mundo: a fé em Jesus Cristo dá-nos a justa dimensão de todas as coisas, fazendo-nos ver o mundo com os olhos e o coração de Deus; a esperança abre-nos aos horizontes eternos da vida divina, de que verdadeiramente participamos; a caridade, que antegozamos nos sacramentos e no amor fraterno, impele-nos até aos confins da terra”.

Rogamos pela intercessão do beato João Batista Scalabrini, que o seu emeritato seja um tempo de paz e saúde.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima (RR)
Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

Publicado em 25/06/2019 por João Augusto

Visita do Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei Michael Perry na Paróquia do Otávio Bonfim

A Fraternidade Nossa Senhora das Dores dos Frades Menores, em Fortaleza – Ceará convida toda a Família Franciscana, paroquianos, amigos, e todos os fiéis para participarem de uma Celebração Eucarística presidida pelo Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei Michael Perry, na qual renderemos graças a Deus pelos 90 anos de presença dos Frades Menores em Fortaleza junto ao povo da Paróquia Nossa Senhora das Dores do Otávio Bonfim.

A Celebração Eucarística acontecerá no dia 27 de junho, às 8h30min, na Igreja de Nossa Senhora das Dores, que fica na Praça Farias Brito, no bairro Farias Brito, no Otávio Bonfim.

Você é nosso convidado especial. Venha celebrar conosco está grande alegria.  

Informações pelos telefones (85) 3243-6280 / (85) 3283-2081, na Secretaria Paroquial.


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