Publicado em 14/01/2019 por Leonardo Sousa

Irmãs Mensageiras de Santa Maria reúnem-se em Capítulo Geral Eletivo

Nós irmãs mensageiras de Santa Maria, reunidas em Capítulo Geral Eletivo, de 6 a 12 de janeiro, na casa de encontro das Irmãs Franciscanas Capuchinhas – Porciúncula,  nos alegramos por tantas graças e bênçãos recebidas. Nossa gratidão ao bom Deus pelas temáticas que nortearam nossa caminhada, pelos assessores, pessoas iluminadas e por todos que estiveram em oração conosco.

Em nossa XI Assembleia Capítular  Eletiva, tivemos a graça de refletir a temática: A partir do Carisma, Ser Sal e Luz no contexto atual. Tivemos também com Lema. ” Vós sois o sal da terra e Luz do mundo. (MT 5,  13 -16). Nessa perspectiva o nosso Carisma se faz presente no fio condutor de ser Sal e Luz, como presença animadora nas nossas comunidades, fraternidades e no meio dos menos favorecidos da sociedade, acolhendo,  orientando e acompanhando as juventudes e as mulheres marginalizadas. 

Fica a nossa gratidão a todos!!!

(Ir. Herbânia Faustila, do Governo Geral da Congregação das Irmãs Mensageiras de Santa Maria).

GALERIA

Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

Fórum Internacional da Juventude: manter vivo tema do Sínodo dos Bispos de 2018

O Dicastério para o Leigos, a Família e a Vida do Vaticano anunciou nesta quinta-feira, 10, a realização do Fórum Internacional da Juventude. O evento já tem data e local definidos, 18 a 22 de junho, em Roma, e será oportunidade de “manter vivo o tema do Sínodo sobre a juventude”, realizado em outubro do ano passado.

“A Ideia já está no coração há bastante tempo e queremos que essa preocupação da Igreja com os jovens, esse impulso do Espírito Santo, esse momento tão forte que foi a escuta dos jovens e a realização do Sínodo não só caia na preocupação dos bispos, das conferências episcopais. Sentimos a importância de manter vivo esse tema e especialmente acolher esse tema de forma internacional”, afirmou o secretário do Dicastério, padre Alexandre Awi, em entrevista à Rádio Vaticano.

A convocação do evento ressalta o fórum como um espaço de discernimento comunitário, “mantendo o estilo missionário sinodal promovido pelo Sínodo”.

Padre Alexandre Awi e o jovem brasileiro Lucas Galhardo | Foto: Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida

Serão convidados a participar do Fórum jovens delegados das Conferências Episcopais e dos principais movimentos e comunidades eclesiais com grande difusão internacional. “Esperamos que alguns jovens Auditores do último Sínodo (que eram conhecidos como ‘jovens sinodais’) possam estar presentes para transmitir sua experiência, além de contar com a presença de alguns especialistas em pastoral juvenil a nível internacional”, sugere o texto.

O principal objetivo do evento é acolher os impulsos do Sínodo a nível internacional, especialmente a partir do Documento Final do Sínodo dos Bispos, bem como a partir de um presumível documento pós-sinodal que, até então, o papa Francisco já terá publicado.

De acordo com o comunicado, o encontro é pensado como “uma forma muito concreta para cumprir um dos pedidos dos Padres Sinodais: que será fortalecida a atividade do Departamento jovem do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida também mediante a criação de um corpo representativo de jovens a nível internacional”.

Fonte: CNBB

Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

O episcopado no Brasil: 480 bispos e 307 membros efetivos da CNBB

A Igreja no Brasil conta, atualmente, com 480 bispos. Eles podem ser divididos a partir de suas diversas formas de vinculação às Igrejas Particulares ou condições definidas no Código de Direito Canônico. A partir desta classificação, chega-se ao número de membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB): 307.

O levantamento cruza os dados disponíveis na Secretaria Técnica da CNBB com a pesquisa contínua do chefe do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), professor Fernando Altemeyer Junior.

Bispos do Brasil
São 78 arcebispos metropolitanos no Brasil, que podem ser divididos em quatro grupos: os cardeais arcebispos na ativa (3), os cardeais arcebispos eméritos (6), os arcebispos metropolitanos (42) e os arcebispos eméritos (27).

Os bispos diocesanos são 399 (261 na ativa e 138 bispos eméritos). Estão assim divididos de acordo com suas funções: 203 bispos diocesanos de rito latino, 2 bispos das eparquias orientais (ritos maronita e ucraniano), 1 exarca apostólico de toda América Latina do rito armênio presente em Buenos Aires e São Paulo, 45 bispos auxiliares, 1 coadjutor e 9 prelados, que são os bispos das prelazias.

Entra na contagem o bispo responsável pela administração apostólica pessoal São João Maria Vianney, dom Fernando Arêas Rifan, cuja circunscrição eclesiástica não tem caráter territorial, como as dioceses. Será ainda contabilizado o recém-nomeado para a diocese de União da Vitória (PR), monsenhor Walter Jorge Pinto, quando receber a ordenação episcopal.

Já são 139 bispos eméritos no Brasil, além dos arcebispos eméritos citados acima. Estão assim distribuídos: 119 bispos diocesanos eméritos, nove bispos auxiliares eméritos, um eparca e dez prelados eméritos.

CNBB
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil está estruturada de acordo com as normas do Código de Direito Canônico. Assim, fazem parte da CNBB todos os bispos diocesanos do território e os equiparados em direito, como coadjutores, os auxiliares e os outros bispos titulares “que no mesmo território exercem um múnus peculiar que lhes foi confiado pela Sé Apostólica ou pela Conferência episcopal”, lê-se no cânon 450 do CDC. De acordo com as normas da Igreja, podem ser convidados ainda para a Conferência Episcopal os Ordinários de outro rito, como é o caso dos eparcas, exarcas dos ritos armênio, maronita, ucraniano e oriental.

No caso dos bispos eméritos, são considerados “membros convidados ou honorários”, uma vez que participam de atividades da conferência, como a Assembleia Geral, com direito a voz, mas não a voto.

Desta forma, são os 307 membros efetivos da CNBB: os 3 cardeais arcebispos (dom Odilo Pedro Scherer, dom Orani Tempesta e dom Sergio da Rocha), os 42 arcebispos metropolitanos, os 261 bispos diocesanos e o bispo da administração apostólica pessoal São João Maria Vianney.

Religiosos e diocesanos
Professor Altemeyer ainda contabiliza a origem dos bispos, se diocesanos ou religiosos: “os bispos oriundos do clero diocesano são 282 pessoas, ou seja, 59% do episcopado. E os que pertenceram a uma ordem ou congregação de vida consagrada são 197 pessoas, ou seja, 41% do episcopado brasileiro”.

Fonte: CNBB

Foto de capa: Flávia Gabriela
Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

Cáritas Brasileira lança a campanha #EuMigrante em parceria com a Signis Brasil Jovem

A Cáritas Brasileira, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com um conjunto de organizações, lançou na última quinta-feira, 10 de janeiro, a Campanha #EuMigrante baseada na ideia de que migrar é um direito humano.  “Migrar diz respeito à mobilidade espacial das pessoas, ou seja, trocar de casa, de cidade, de região, de estado ou de país. Esse processo ocorre desde o início da história da humanidade. Todos nós temos, em nossas famílias, realidades migratórias, deslocamentos. Uns migram por escolha, outros são forçados a isso”, diz o texto de divulgação do projeto.

A campanha #EuMigrante tem como objetivo mostrar a realidade e o drama vivido pelos migrantes, em especial os venezuelanos, que chegam ao Brasil e será executada até o dia 30 de junho deste ano. As ações buscarão sinalizar caminhos para ajudá-los no processo de integração, como pede o papa Francisco: “acolher, proteger, promover e integrar os migrantes e os refugiados”.

A campanha faz parte do Programa Pana, que é uma iniciativa desenvolvida pela Igreja do Brasil, por meio Cáritas Brasileira, com apoio da Cáritas Suíça e do Departamento de Estado dos Estados Unidos. O objetivo de sensibilizar e mobilizar pessoas e recursos para a questão migratória no Brasil, com foco para a crise humanitária vivenciada na fronteira Brasil & Venezuela.

Fases e  momentos: A campanha #EuMigrante estrutura-se em três momentos: 1) Sensibilização; 2) Mobilização; e 3) Integração. A proposta é que ao longo do primeiro semestre de 2019, diversas ações sejam dinamizadas pelo país, buscando visibilizar a realidade migratória no Brasil a partir da ação do Projeto Pana que ao longo de um ano, visa favorecer mais de 3.500 pessoas, sendo, pelo menos, 1.224 delas migrantes venezuelanos, a partir da integração em sete capitais do Brasil: Boa Vista (RR); Brasília (DF); Curitiba (PR); Florianópolis (SC); Porto Velho (RO); Recife (PE) e São Paulo (SP). Nesse processo, 612 pessoas já estão sendo integrada nessas capitais.

As iniciativas têm como referência as Casas de Direitos, espaços onde são desdobradas as ações do Programa Pana, que estão situadas nas sete capitais. As Casas são ambientes para acolhida e garantia de direitos aos migrantes. Nesse sentido, uma equipe multidisciplinar, formada por assistentes sociais, advogados, educadores e psicólogos, atende e acompanha os migrantes.

No site da campanha eumigrante.org é possível verificar as diversas maneiras de ajudar, seja com quantias em dinheiro ou doações de móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados em bom estado de uso, bem como produtos de limpeza e de higiene pessoal.  A Campanha #EuMigrante nasce da parceria entre a Cáritas Brasileira, que é uma instituição com mais de 62 anos de história no país, que atua como uma rede solidária, com cerca de 15 mil agentes espalhados por todo o território nacional, com a Signis Brasil Jovem que tem pouco mais de um ano de existência, um novo setor da Associação Católica de Comunicação – Signis Brasil, fundada há 10 anos.

Mais informações:
Osnilda Lima – osnilda@caritas.org.br WhatsApp (61) 98366-1235
Ricardo Alvarenga – ricardo@signisbrasil.org.br WhatsApp (98) 98275-7760
Franklin Machado – franklinecops@gmail.com WhatsApp (48) 99696-4144

Fonte: CNBB

Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

Festejos de Nossa Senhora de Lourdes acontecem no bairro Ellery

A Paróquia Nossa Senhora de Lourdes – no bairro Ellery, realizará a Festa de sua Padroeira de 02 a 11 de fevereiro com o tema: “Protegidos por Nossa Senhora de Lourdes caminharemos no direito e na justiça”.

O tema dos festejos deste ano foi construído levando em conta a
Campanha da Fraternidade 2019 que tem como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e lema ” Serás libertado pelo direito e pela justiça”
A Pré-Festa está sendo realizada em todas as comunidades da Paróquia, desde o dia 02 de janeiro.

Confira a programação:

Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

Campanha da Fraternidade é tema de formação na Região Bom Jesus dos Aflitos

A Região Episcopal Bom Jesus dos Aflitos realiza formação sobre a Campanha da Fraternidade 2019, CF2019, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Montese, no dia 26 de janeiro, às 8h30min, facilitador Wagner Mariano.

Este ano a CF2019 tem como tema FRATERNIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS e o lema ” Serás libertado pelo direito e pela justiça.”(Is 1, 27)

Todas as paróquias que compõem a Região são convidadas a enviarem seus representantes. Informação: (85) 3292-6236.

Publicado em 14/01/2019 por Marta Andrade

Festa do Cristo Redentor

A Paróquia do Cristo Redentor celebra a festa de seu padroeiro de 17 a 27 de janeiro com o tema “Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo”. Esse ano a Paróquia comemora 50 anos de criação paroquial. A programação diária inicia a partir das 18h com Adoração ao Santíssimo, 19h Missa e seguida de parte social. A igreja matriz localiza-se a Rua Nossa Senhora das Graças, 1430, Cristo Redentor.

Breve Histórico

A Paróquia Cristo Redentor foi criada no dia 25 de janeiro de 1969, dia da Conversão de São Paulo, por dom José de Medeiros Delgado, arcebispo da Arquidiocese de Fortaleza, no território do Pirambu, Nossa Senhora das Graças, compreendendo as comunidades de Japão, Arpoadores, Casas Novas e João XXIII.

A Igreja Matriz ficou na comunidade do Japão. Recebeu como Pároco, nosso querido padre Caetano Minette de Tillesse e como vigário padre Norberto Gorrissen, ambos no dia 25 de janeiro de 1969.

Maiores informações: (85) 3286-3055.

Publicado em 14/01/2019 por Leonardo Sousa

Jesus não precisava ser batizado

Padre Geovane Saraiva*

Na Solenidade do Batismo do Senhor, ficamos diante da apropriação de sua missão salvífica. É pertinente o convite da Liturgia da Igreja, o de glorificar a Deus, no indulgente cenário em que faz o povo de Deus estar voltado e inspirado a perseguir um mundo muito além do por nós vivido. No amor do Pai e no do Espírito Santo, vemos garantida a revelação de sua identidade de Filho de Deus, manifestando-a ao mundo. O amor de Deus por nós é de tal modo envolvente que enche todo o nosso ser, indicando-nos como caminho da vida futura e definitiva, tendo por sua base, ou fundamento, o referido amor, o mandamento maior.

Jesus não precisava ser batizado e não portava no seu interior nenhum pecado, mas carregou consigo os pecados da humanidade, na perfeita realização da vontade do Pai. É o esplendor messiânico, proclamado como verdade pelo profeta Isaías, ao afirmar: “Eis o meu servo, nele se compraz minha alma” (cf. Is. 42), mostrando aqui claramente nossa missão, decorrente do batismo. Para que sejamos pessoas marcadas pela graça de Deus, no anúncio e no testemunho, com a tarefa de mudar a realidade de pecado e injustiça, significa fermentá-la e transformá-la em uma nova lógica e uma nova civilização, nos sinais de esperança e solidariedade, provado no mundo, através da vivência de nossa fé.

Os cristãos do nosso tempo são chamados a uma consciência sempre maior, de que o batismo é o início de uma nova vida, de um novo nascimento ou banho restaurador, entendido como seguimento ou adesão a Jesus de Nazaré. Recordamos o dia especial, em que Jesus foi batizado nas águas santificadas do Rio Jordão, ao admirar a resposta no humilde gesto de Jesus, colocando-se em igualdade com pescadores, na missão confiada pelo Pai, concreta no amor solidário para com a humanidade. Cabe a nós, em condição indispensável, fazer frutificar a graça desse mesmo batismo, deixando-nos guiar pelo Espírito de Deus, na busca de Sua vontade.

É Deus mesmo a envolver a criatura humana no irrefutável mistério de amor, que, pelo batismo, inicia-se aqui e agora, à medida que o ser humano se configura com Jesus de Nazaré e, com Ele, de modo determinado, experimenta sua graça no esforço de ser nova criatura, no Filho amado do Pai, associado ao cumprimento da vontade de Deus para com a humanidade. Assim seja!

*Pároco de Santo Afonso, Jornalista, Blogueiro, Escritor e Colunista, integra a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza –geovanesaraiva@gmail.com

Publicado em 13/01/2019 por Marta Andrade

Há 20 anos Dom José Antonio era nomeado Arcebispo de Fortaleza

Sereno, sorridente, acolhedor.  Foi assim que Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques me recebeu para a primeira entrevista de um repórter cearense após ser nomeado arcebispo de Fortaleza, há 20 anos, pelo papa (São) João Paulo II. Ele seria o sucessor de Dom Cláudio Hummes que havia sido designado para assumir a Arquidiocese de São Paulo.

Dom José Antônio era bispo-auxiliar de Salvador (BA) desde 1991 e, sendo paulista, já estava adaptado a viver no Nordeste. A mudança para Fortaleza seria apenas de capital, embora ele tivesse consciência de que as atividades e os compromissos como arcebispo seriam redobrados. “Seja feita a tua vontade ” é o seu lema como bispo. Por isso, não temia o que o esperava. Ao contrário, mostrava-se feliz com a nomeação. 

Nossa conversa (prefiro chamar assim pela informalidade) foi no pátio interno de um seminário de Salvador.  Entre as muitas atividades, Dom José Antônio era responsável pela formação dos sacerdotes na Arquidiocese de Salvador.  Além da diversidade de pastorais que acompanhava como pastor atento ao seu rebanho.

A primeira entrevista com Dom José Antônio, antes de assumir a Arquidiocese de Fortaleza iria compor um caderno especial do Jornal O POVO, onde eu era repórter. Conversamos horas enquanto o repórter fotográfico Everton Lemos registrava aquele primeiro momento com o nosso novo arcebispo que escolhera o mês de São José e véspera da  Festa da Anunciação (24 de março) para assumir o cargo.

O que me chamou atenção no novo Arcebispo de Fortaleza, além da cordialidade e acolhimento, foi a sua formação Mariana. Muito devoto da Virgem Maria e com raízes na sua caminhada no Movimento Folcolare. Em Salvador, tive contato com os folcolarinos que só tinham elogios para o então bispo-auxiliar que sempre estava presente nos eventos do Movimento fundado por Chiara Lubic.

Passado esse primeiro encontro com Dom José Antonio, em Fortaleza, não tive o mesmo contato que havia tido com seus antecessores Dom Aloísio Lorscheider e Dom Cláudio Hummes. Em poucos eventos ou solenidades,  tive a oportunidade de entrevistá-lo. Mas voltei a ter mais proximidade com ele quando passei a integrar a Pastoral da Comunicação, Pascom. Observei que nosso arcebispo continua sereno, cordial, acolhedor e nos recebe sempre com um sorriso. É um pastor sempre atento às necessidades do rebanho.  Cuida, com muita atenção da formação dos sacerdotes, tem demonstrado ser um grande administrador, além de acompanhar com dedicação e olhar de pastor o seu rebanho, especialmente durante as suas visitas pastorais praticamente realizadas mensalmente. Atento as necessidades Pastorais se reúne  com frequência com o Conselho Pastoral , no Centro de Pastoral Maria, Mãe da Igreja, Centro construído por ele para abrigar todas as iniciativas pastorais da Arquidiocese.  É aberto às mudanças que possam contribuir para uma igreja cada vez mais de saída como deseja o Santo Padre, o papa Francisco. Por tudo, Dom José Antônio, agradecemos pela sua dedicação à Arquidiocese de Fortaleza e entregamos nas mãos da Virgem Maria a sua caminhada como Servo consagrado de Deus. E como Ela disse a Jesus, nas bodas de Caná, sabemos que o senhor continuará fazendo tudo o que Ele vos disser.

Rita Célia Faheina, Pascom da Paróquia Nossa Senhora de Nazaré

Conheça o seu Pastor e nosso Arcebispo

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques


Nasceu em Jaú, SP, na Diocese de São Carlos, no Brasil, aos 13 de maio de 1948, filho de Antonio Marques de Toledo e de Arminda Tosi Marques, ambos já falecidos. O primeiro dentre cinco filhos e uma filha. Em 1953 a família se transferiu para Barra Bonita, SP.

Dados Sacramentais


Recebeu o Batismo aos 13 de junho de 1948, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio em Jaú, SP, pelas mãos do Pe. Francisco Serra a Crisma a 6 de janeiro de 1949, na mesma Igreja, de D. Ruy Serra; Bispo Diocesano de São Carlos;
Aos 28 de outubro de 1956, na Igreja Matriz de São José em Barra Bonita, SP, recebeu a Primeira Eucaristia do Pároco Pe. Lauro Gurgel do Amaral
A 2 de dezembro de 1973, na Catedral de São Carlos Borromeu, foi ordenado Diácono, pelas mãos de Dom Constantino Amstalden, Bispo Administrador Apostólico de São Carlos;
A 8 de dezembro de 1974, na Igreja de Santo Antonio, Paróquia de São José em Barra Bonita, SP, foi ordenado Presbítero, pelas mãos de Dom Constantino Amstalden, Bispo Administrador Apostólico de São Carlos.

Foi nomeado pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no dia 10 de julho de 1991, Bispo Auxiliar do Eminentíssimo Cardeal Lucas Moreira Neves, O. P. , Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil, com o Título de Bispo de Lisínia;
Foi ordenado Bispo pelas mãos do mesmo Cardeal Lucas Moreira Neves, O. P., aos 20 de setembro de 1991, na Catedral de São Carlos Borromeu, na Cidade e Diocese de São Carlos, SP., no Brasil.

Foi apresentado como Bispo Auxiliar à Arquidiocese de São Salvador da Bahia, no dia 10 de outubro de 1991, na Igreja Basílica de São Sebastião do Mosteiro de São Bento em Salvador, BA, Brasil.

Foi nomeado pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999, Arcebispo de Fortaleza, CE, Brasil.

Formação Escolástica

Fez o Curso Primário no Grupo Escolar ” Dr. Fernando Costa ” em Barra Bonita, SP, nos anos 1955 a 1958;

Fez o Curso Secundário no Ginásio Estadual de Barra Bonita, nos anos 1959 a 1962;
Em seguida fez o Curso Técnico de Contabilidade no Colégio Comercial de Barra Bonita, nos anos 1963 a 1965;

Cursou por dois anos os estudos de Magistério , interrompendo-os para o ingresso no Seminário Menor Diocesano de São Carlos em 1966;

No Seminário Menor Diocesano de São Carlos, cursou em 1966 o 2º Ano Clássico e em 1967 concluiu o 3º Ano Clássico;

Realizou seus Estudos Filosóficos no recém fundado Seminário Maior Diocesano de São Carlos, nos anos 1968 a 1970;

Residindo no Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, em Curitiba, PR, realizou os Estudos Teológicos no ” Studium Theologicum Claretianum ” , filiado à Universidade Lateranense de Roma, nos anos 1971 a 1974;

De outubro de 1977 a março de 1978 fez Curso de Espiritualidade na Escola Sacerdotal do Movimento dos Focolares em Frascati, Itália.

Exercício do Ministério Presbiteral

Exerceu sua missão sacerdotal no Seminário Diocesano de São Carlos
(Menor e Maior ) : como Diretor Espiritual nos anos 1975 a 1978 e como Reitor do mesmo Seminário de 1979 a 1986.

Lecionou do Seminário desde 1975 a 1991 diversas disciplinas: Doutrina Cristã, Espiritualidade, História da Salvação, Introdução à Sagrada Escritura, Lógica, Cosmologia, Ontologia do Ser Vivo, Antropologia Filosófica.

Durante o período de Direção do Seminário Diocesano, auxiliou como Vigário Paroquial em algumas Paróquias: Borborema, Ibaté e Catedral de São Carlos – na Reitoria da Capela do Educandário São Carlos.

Neste mesmo período foi nomeado Coordenador Diocesano da Pastoral Vocacional e iniciou um acompanhamento dos Movimentos Familiares na Diocese.
No início de 1987 foi nomeado pároco da Paróquia de Santo Antonio de Vila Prado em São Carlos, onde permaneceu até sua nomeação episcopal a 10 de julho de 1991.
Em 1988 foi nomeado Vigário Episcopal e Coordenador Diocesano de Pastoral
Durante seu ministério sacerdotal na Diocese de São Carlos, participou continuamente do Conselho de Presbíteros, Conselho para Assuntos Econômicos, Colégio de Consultores.
Exerceu a função de Defensor do Vínculo na Câmara Auxiliar Permanente da Diocese de São Carlos ao Tribunal Eclesiástico da Província de Campinas.

Desde 1983 foi nomeado cônego do Cabido Diocesano.

Exercício do Ministério Episcopal

Como Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia, recebeu a nomeação de Vigário Geral da Arquidiocese desde 1991 a 1999.

Responsável pela Formação Sacerdotal e Diaconal: acompanhando na Arquidiocese as Equipes de Formação dos Seminários Propedêutico e Maior, Instituto de Teologia e Escola Diaconal e Pastoral Vocacional, e a Formação Permanente do Clero, de 1991 a 1998.
Exerceu o magistério ensinando no Instituto de Teologia da Universidade Católica do Salvador, diversas disciplinas: Teologia dos Ministérios, Teologia da Espiritualidade, Teologia do Matrimônio, Teologia Pastoral.

Encarregado de articular e formar na Arquidiocese a Pastoral Familiar a partir de Movimentos Familiares e Coordenação Arquidiocesana de Encontros de Preparação para os noivos, de 1992 a 1999.

Responsável no acompanhamento dos Movimentos, Associações e Serviços Eclesiais presentes na Arquidiocese ( Apostolado da Oração, Associação das Senhoras da Caridade, Comunhão e Libertação, Movimento de Cursilho de Cristandade, Curso sobre a Igreja, Encontro de Casais com Cristo, Encontro do Diálogo, Equipes de Nossa Senhora, Federação das Congregações Marianas, Comunidade de Vida Cristã, Movimento dos Focolares, Legião de Maria, Movimento Apostólico de Schönstatt, Movimento Escalada, Movimento Familiar Cristão, Movimento Serra, Núcleo Noelista de Salvador, Ordem Franciscana Secular, Renovação Carismática Católica, Sociedade São Vicente de Paulo, Oficinas de Oração e Vida, Comunidade Católica Shalom, Comunidade Canção Nova, Fraternidade Missionária Verbo de Vida, Comunidade de Jovens Cristãos, (OPA – Oração pela Arte ), e no acompanhamento e formação dos Leigos, de 1991 a 1999.

Responsável na Arquidiocese pela Pastoral da Juventude e Pastoral da Criança, de 1991 a 1998.
De 1993 a 1999, Vigário Episcopal para a Pastoral com a responsabilidade de acompanhamento e formação de todas as Comissões Pastorais na Arquidiocese, do Conselho Arquidiocesano de Pastoral e da Coordenação da Comissão Central de Pastoral.
A partir de 1996, responsável pela animação do PRNM de preparação para o Grande Jubileu do Ano 2000, com a supervisão das Comissões Pastorais (32) nas exigências TESTEMUNHO, SERVIÇO, DIÁLOGO e ANÚNCIO.

Como Bispo Auxiliar, participante na Arquidiocese de Salvador dos Conselhos: Episcopal, Presbiteral, Pastoral e Colégio de Consultores.

No Regional NE III da CNBB, Bahia e Sergipe, assumiu em diversos períodos o acompanhamento especial da Pastoral da Criança, da Pastoral Familiar e da Formação Sacerdotal, R.C.C.; Coordenação Estadual.

Situação atual do Ministério

Nomeado Arcebispo Metropolitano de Fortaleza pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999 e Tomada de Posse na Arquidiocese de Fortaleza no dia 24 de março de 1999.
No seu terceiro mandato é Presidente do Regional Nordeste 1 da CNBB- Ceará, para o atual mandato de 2015 – 2019. Os anteriores foram 2003 a 2007 e 2007 a 2011.

Escudo Arquiepiscopal

Lema: ” FIAT VOLUNTAS TUA ***

*** Venha o teu reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE assim na terra, como no céu. ” ( Mt. 6, 10 )

Deus Amor em sua Unidade e Trindade é o Mistério fonte e meta de toda a humanidade e de todo o universo. Nele todos nos movemos e somos. Imagem e semelhança de Deus somos criados: pluralidade na unidade do Amor.

Jesus, o Verbo, se encarnou para estabelecer na terra, como no céu, o Reino de Deus – Sua Vontade feita em nós. A Igreja é na terra o germe e o sacramento do Reino: Povo reunido na Unidade da Trindade.

O escudo arquiepiscopal (coberto pelo chapéu prelatício com quatro fileiras de borlas e encimado pela cruz arquiepiscopal de dupla trave) na sua única cor azul quer expressar a Unidade Divina que vive na Trindade das Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo – expressa nos três campos iguais e cosidos.

No centro o Mistério Pascal de Cristo, o Filho de Deus, que na cruz deu toda sua vida por amor de nós homens e por nossa salvação. O vermelho do centro da cruz simboliza o Amor de Deus que atinge seu ápice no Abandono – com o Dom do Espírito Santo, fogo que Jesus veio acender na terra e quer que se espalhe.

Mergulhada toda no Mistério da Paixão Salvadora de Cristo está Maria Desolada, Mãe e Modelo da Igreja – Estrela Guia da Salvação e da Evangelização. No centro do escudo Jesus Crucificado e Abandonado, chave da Unidade; Maria Desolada, Porta do Céu; estas referências espirituais e simbólicas expressam as raízes espirituais do arcebispo na Obra de Maria, Movimento dos Focolares, sua família espiritual na Igreja.

A prata dos traços do escudo quer exprimir a glória que envolve todo o Mistério da Vida Divina que já se encarna na terra como graça do céu – glória do Senhor Ressuscitado.

O arcebispo deseja fazer de sua vida e episcopado, humilde serviço para que a Vontade Divina se realize na Igreja e na Família Humana, assim na terra como no céu. ” Fiat Voluntas Tua ” – Seja feita a vossa vontade: ” Para que todos sejam um ” ( Jo. 17, 21 ) no Amor de Deus.

  • Outras informações sobre Dom José Antonio – (desde 24/03/1999 até 12/2014)

Pastoreio episcopal de Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques – desde 24-3-1999

Nestes vinte anos de governo episcopal na Arquidiocese de Fortaleza, Dom José Antonio já marcou sua presença com muitas iniciativas e realizações, tanto nas ações de pastoreio e evangelização como nas de infraestrutura necessária para o trabalho pastoral. Entre elas destacamos:

  1. Convocação dos Conselhos. Desde o início, durante estes vinte anos, Dom José Antonio tem governado a Arquidiocese com a participação dos Conselhos Episcopal, Presbiteral, Pastoral e Econômico, do Colégio de Consultores e das Assembleias Arquidiocesanas.
  • Vigários Episcopais. Tem mantido, dando continuidade ao que fizeram seus dois últimos antecessores, a nomeação dos vigários episcopais a cada dois anos, a partir de uma lista tríplice indicada em assembleia eletiva de cada Região Episcopal.
  • Visitas Pastorais. Realiza, todos os anos, visitas pastorais a cada uma das Regiões Episcopais.
  • Planos de Pastoral. Favoreceu e apoiou o Planejamento Participativo da ação Evangelizadora da Arquidiocese e fez publicar os Planos de Pastoral da Arquidiocese 2003-2007, 2008-2011, 2012-2015.
  • Diretório Pastoral, Litúrgico e Sacramental. Criou uma comissão para dar prosseguimento ao estudo e definição de normas diocesanas para a celebração dos sacramentos e, após sua aprovação, publicou o “Diretório Pastoral, Litúrgico e Sacramental” da Arquidiocese de Fortaleza. Esse Diretório, obrigatório em toda a Arquidiocese, já teve quatro edições: 2003, 2008, 2012 e 2015.
  • Projeto do Dízimo. Após anos de estudo e elaboração em toda a Arquidiocese, desde o pastoreio de Dom Aloísio, aprovou, sancionou e promulgou, em setembro de 2007, o Projeto do Dízimo – Partilha Eclesial para a Arquidiocese de Fortaleza. Os sacramentos são dons gratuitos de Deus. Por isso, na Arquidiocese seja eliminado o sistema de taxas e espórtulas e seja criado, animado e trabalhado o Dízimo – Partilha Eclesial.
  • Fundo Arquidiocesano de Solidariedade. Desde seu primeiro ano, em 1999, tem acompanhado e apoiado a Comissão Arquidiocesana para análise dos Projetos dirigidos ao Fundo Arquidiocesano de Solidariedade. O parecer da Comissão é a ele encaminhado para seu parecer final.
  • Fórum dos Movimentos Eclesiais. Criou o Fórum dos Movimentos Eclesiais – FAMEC, com o objetivo de os movimentos, associações, serviços e comunidades novas terem uma instância de partilha, articulação e comunhão na Igreja Arquidiocesana.
  • Povo da Rua. Doou uma casa da Arquidiocese para servir de apoio aos moradores de rua, sob a orientação da Pastoral do Povo da Rua.
  1. Caminhada com Maria. Assumiu, desde 2003, a realização desta caminhada no dia 15 de agosto, Festa da Assunção de Nossa Senhora, padroeira de Fortaleza. Com a participação dos padres e fiéis das paróquias e áreas pastorais de Fortaleza, por ele convocados, anualmente, em carta circular, a Caminhada com Maria inicia no Santuário de Nossa Senhora da Assunção, Barra do Ceará, e percorre oito quilômetros até chegar a Catedral Metropolitana. Em 2015 será realizada a 13ª. Caminhada com Maria.
  1. Reforma de prédios. Reformou a Residência Episcopal, no Seminário da Prainha; o centenário prédio do Colégio Castelo, tornando-o o Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”; o Centro de Treinamento Frederico Pontes, em Pacatuba; e, ultimamente, a Cúria Metropolitana, no Seminário da Prainha.
  1. Presbíteros. Durante seu ministério episcopal, mais de 167 jovens foram ordenados por ele, sendo 134 presbíteros diocesanos, incardinados na Arquidiocese de Fortaleza. Ordenou ainda 4 bispos( Dom Plinio Luz, Dom Sérgio da Rocha, Dom José Luís Sales e do Fernando Barbosa). Além dos encontros normais dos padres nas Regiões Episcopais, do Curso de Formação, em janeiro, dos dois Retiros, em julho e outubro, tem agendado e participado, anualmente, de encontros semestrais, de três dias, com os padres que tenham até cinco anos de ordenação, e com os padres com mais de cinco anos de ordenação.
  1. Fundo de Sustentação dos Presbíteros Apoiou e aprovou a criação do Fundo de Sustentação dos Presbíteros, com o dízimo sacerdotal e a participação de 3% ou 5% dos rendimentos mensais de cada paróquia e área pastoral, cujo objetivo principal é garantir que o padre não tenha receio de assumir paróquias ou áreas pastorais mais distantes, mais periféricas, cujo povo é muito pobre ou não tem a prática da participação.
  1. Diaconato Permanente. Criou a Comissão para o Diaconato Permanente, a Escola Diaconal e já ordenou vinte e um diáconos permanentes para a Arquidiocese de Fortaleza.
  1. Seminário Arquidiocesano. Em substituição ao Seminário Regional NE1 – Ceará, criou a 22 de dezembro de 2003 o Seminário Arquidiocesano São José – Filosofia e Teologia, em bairros diferentes, dando continuidade à formação presbiteral para a Arquidiocese de Fortaleza.
  1. Faculdade Católica de Fortaleza. Apoiou a transformação dos cursos seminarísticos de filosofia e de teologia do Instituto Teológico Pastoral – ITEP e o Instituto de Ciências Religiosas em cursos de bacharelato e criou, em 28 de agosto de 2009, a Faculdade Católica de Fortaleza – Seminário da Prainha.
  1. Seminaristas: Tem tido uma dedicação especial à formação dos seminaristas, nos três seminários da Arquidiocese – Propedêutico, Filosofia e Teologia – e na Faculdade Católica de Fortaleza, realizando sempre encontros, em separado, com os seminaristas, com as equipes de formação e com o Conselho Diretor da Faculdade.
  1. Caminhada Penitencial. Realizou no ano de 2009 a 1ª Caminhada Penitencial no Terceiro Domingo da Quaresma. Em 2015 foi realizada a 7ª Caminhada Penitencial com a convocação, em carta circular, dos padres da Arquidiocese para participarem e caminharem com os fiéis.
  1. Conselhos Paroquiais. Tem insistido para que todas as paróquias e áreas pastorais tenham Conselho Econômico e Conselho Pastoral. Os membros dos Conselhos Econômicos são sempre provisionados por ele.
  • Regiões Episcopais. Após estudos e assembleias regionais e arquidiocesana, aprovou a criação de novas Regiões Episcopais, reconfigurando a Arquidiocese de Fortaleza, que passou de seis Regiões, criadas em 1985, a nove Regiões Episcopais, conforme o decreto 005/2009, de 8 de dezembro de 2009.
  • Regimento das Regiões Episcopais. Em 12 de dezembro desse mesmo ano, aprovou o Regimento das Regiões Episcopais “Em busca da unidade pastoral na organização das Regiões Episcopais”, em que estão contidas as normas para garantir a unidade arquidiocesana na organização pastoral das Regiões Episcopais: Coordenação Pastoral, Conselho Pastoral, Conselho Econômico e Assembleia Pastoral, em cada Região.
  • Festa da Vida. Tem apoiado, desde 2009, a realização da Festa da Vida da Arquidiocese de Fortaleza, no terceiro domingo do Advento.
  1. Paróquias e Áreas Pastorais. Criou nestes 20 anos em que é arcebispo de Fortaleza 65 paróquias e 14 áreas pastorais,( 6  já foram transformadas em Paróquias) cuja relação apresentamos a seguir.

PARÓQUIAS CRIADAS POR DOM JOSÉ ANTONIO (desde 24.3.1999 até hoje)

  Data da criação Paróquia Bairro ou Distrito e Município
1.                 1/11/1999 Sagrada Família Ocara
2.                   3/1/2000 São João Batista Aruaru, Morada Nova
3.                   2/2/2000 São José Lagoa Redonda, Fortaleza
4.                   23/4/2000 Nossa Senhora de Lourdes Dunas, Fortaleza
5.                   12/10/2000 São Diogo Cajazeiras, Fortaleza
6.                   13/06/2001 São Pedro Barreira
7.                   1/7/2002 Santo Antônio Capuan, Caucaia
8.                   14/9/2002 Sant’Ana e São Joaquim Eusébio
9.                   14/9/2002 Santo Antônio de Pádua Jardim Iracema, Fortaleza
10.               1/1/2003 Santo Antônio Itaitinga
11.               2/2/2003 N. Senhora do Perpétuo Socorro Alto Alegre, Fortaleza
12.               8/6/2003 Nossa Senhora de Lourdes Antônio Diogo, Redenção
13.               15/10/2003 São João Eudes Luciano Cavalcante, Fortaleza
14.               2/2/2004 Sagrado Coração de Jesus Nova Metrópole, Caucaia
15.               1/3/2004 Nossa Senhora das Graças Manoel Sátiro, Fortaleza
16.               1/3/2004 Menino Jesus Conj. Industrial, Maracanaú
17.               8/9/2004 Imaculada Conceição João XXIII, Fortaleza
18.               19/04/2005 São Luís Gonzaga Pecém, São Gonçalo
19.               14/09/2005 Santo Antônio de Pádua Maraponga, Fortaleza
20.               2/2/2006 São José Edson Queiroz, Fortaleza
21.               11/2/2006 Nossa Senhora da Penha Sucatinga, Beberibe
22.               11/2/2006 Bom Jesus dos Navegantes Parajuru, Beberibe
23.               12/6/2008 São Francisco de Assis Tapera, Aquiraz
24.               21/11/2008 Nossa Senhora das Graças Pindoretama
25.               8/12/2009 Nossa Senhora Aparecida Praia do Futuro, Fortaleza
26.               8/12/2009 Mãe Santíssima Parque Dois Irmãos, Fortaleza
27.               8/12/2009 Nossa Senhora das Graças Parque Santa Maria, Fortaleza
28.               31/5/2010 Sag. Coração de Jesus Sta Luzia Pedras, Fortaleza
29.               21/9/2010 São Francisco de Assis Conjunto Palmeira, Fortaleza
30.               13/10/2010 Nossa Senhora das Graças Parque Potira, Caucaia
31.               13/10/2010 N. Senhora das Graças-S. Pedro Cumbuco-Icaraí,Caucaia
32.               13/10/2010 São Vicente de Paulo Tabapuá, Caucaia
33.               1/1/2011 Santo Antônio Granja Portugal, Fortaleza
34.               15/1/2012 Nossa Senhora do Carmo Croatá, São Gonçalo
35.               15/1/2012 São Francisco das Chagas Conj. Jereissati II, Pacatuba
36.               15/1/2012 Nossa Senhora Mãe dos Pobres Tancredo Neves, Fortaleza
37.               15/1/2012 Nossa Senhora de Lourdes Vila Ellery, Fortaleza
38.               15/1/2012 São Francisco de Assis Canindezinho, Fortaleza
39.               15/1/2012 São Geraldo Magela Planalto Caucaia, Caucaia
40.               15/1/2012 Nossa Senhora das Dores Campos Belos, Caridade
41.               15/1/2012 Nossa Senhora da Saúde Caponga, Cascavel
42.               12/3/2012 São José Papicu, Fortaleza
43.               29/5/2012 São Pedro Barra do Ceará, Fortaleza
44.               19/5/2013 Nossa Senhora de Fátima Álvaro Weyne, Fortaleza
45.               12/12/2013 São José Alto Luminoso, Cascavel
46.               12/12/2013 São José Vila Peri, Fortaleza
47.               26/12/2013 São Francisco de Assis Quintino Cunha, Fortaleza
48.               26/12/2013 Nossa Senhora de Fátima Lagoa Seca, Pacajus
49.               27/4/2014 São João Paulo II Acaracuzinho, Maracanaú
50.               01/01/2015 São João Paulo II Guajeru, Fortaleza
51.               01/01/2015 São José Operário Araturi, Caucaia
52.               01/01/2015 N. Sra. da Imaculada Conceição Taquara, Caucaia
53.               01/01/2015 Cristo Rei Putiú, Baturité
54.               01/01/2015 São Francisco Xavier Conj. Esperança, Fortaleza
55.               10/01/2015 São José Bela Vista, Canindé

56.             12/12/2015
    Nossa Senhora da Imaculada Conceição Pavuna

     57.              11/03/2016
    São José Passaré

58.             03/05/2016
    Nossa Senhora Mãe da Igreja Parque Rio Branco

59.             08/05/2016
    Nossa Senhora de Fátima Genibaú

60.             04/10/2016
    São Francisco de Assis Mangabeira

61.             18/11/2016
    Santo Antônio de Pádua Planalto Pici

62.       13/02/2017

Santa Teresinha do Menino Jesus
   
Vicente Pinzon/Morro Santa Tersinha

63.      06/06/2017

São João Batista
   
Santo Amaro

64.     01/09/2017

São Miguel Arcanjo
   
Parque Albano

65.     14/11/2017

Santa Terezinha do Menino Jesus
     
Conjunto Marechal Rondon

ÁREAS PASTORAIS CRIADAS POR DOM JOSÉ ANTONIO

  Data da criação Área Pastoral Bairro ou Distrito e Município
1.                   4/1/2009 Santo Antônio de Pádua Caiçara, Canindé
2.                   25/1/2009 Santo Antonio de Pádua Planalto Pici, Fortaleza
3.                   9/1/2010 São Francisco de Assis Vila Velha, Fortaleza
4.                   16/2/2011 Santa Paula Frassinetti Granja Lisboa, Fortaleza
5.                   25/7/2011 São José Passaré, Fortaleza
6.                   2/2/2012 Nossa Senhora do Brasil Messejana, Fortaleza
7.                   18/7/2012 Nossa Senhora Parque Rio Branco
8.                   21/2/2013 São Miguel Arcanjo Novo São Miguel, Caucaia
9.                   12/12/2013 São Pedro e São Paulo Capim de Roça, Pindoretama
10.               1/1/2014 N. Sra. da Imaculada Conceição Pavuna, Pacatuba
11.               2/2/2014 São Francisco de Assis Mangabeira, Eusébio
12.
23/12/2015   

São João Batista 

Jaçanaú
13.
01/06/2016 

São João Batista

Jacarecoara
14
15/02/2017

São Pedro 

Alto Guaramiranga

Publicado em 10/01/2019 por Leonardo Sousa

Batismo do Senhor

“Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo” (Lc 3, 16).

No domingo, dia 13 de janeiro de  2019,  depois da Solenidade da Epifania, celebramos a Festa do Batismo de Jesus, que conclui o tempo litúrgico do Natal. O batismo de Jesus por João Batista no Rio Jordão é tão importante teologicamente que é tratado por cada um dos Sinóticos. Neste evento Jesus mostra-se solidária a toda humanidade que peregrina necessitada do amor misericordioso de Deus. Antes da chegada de Jesus, João já o anunciava: “Depois de mim, vai chegar um mais forte do que eu. E eu não sou digno sequer de me abaixar para desamarrar as suas sandálias”. Era uma atitude própria dos servos que São João não se julga digno de prestar a Jesus. Podemos então imaginar a surpresa de João ao ver seu primo Jesus, um homem de aproximadamente 30 anos naquele tempo, descer das águas para receber o batismo. O Batista batizava com água, mas o Messias batizará com o Espírito Santo.

Continuando, o evangelho nos narra outra epifania, outra manifestação de Deus Trindade. O batismo do Senhor é realmente uma teofania, uma manifestação clara de Deus Trindade. “Logo que Jesus saiu da água, viu  o céu se rasgando, e o Espírito, como pomba, desceu sobre Ele. E do céu veio uma voz: “Tu és meu Filho amado, em ti encontro meu agrado”. Com esta confirmação amorosa do pai, Jesus inicia uma nova etapa de sua vida: a missionária. O batismo de Jesus no rio Jordão nos revela a identidade de Jesus, filho de Maria: Ele é o Filho de Deus, o Messias, esperado para “anunciar a Boa Notícia aos pobres, enviado para proclamar a libertação dos presos, e dos cegos a recuperação da vista, para libertar os oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor” (Lc 4, 18-19).

Nesta festa, somos convidados a celebrar e renovar nosso batismo, no qual cada um de nós recebeu a identidade de filhos/as adotivos/as de Deus e por isso também uma obrigação de serem missionários/as.  Sim, o batismo nos gera como filhos/as e nos consagra na mesma missão de nosso irmão maior Jesus Cristo. Também nós somos ungidos pelo Espírito Santo para que todos nós tenhamos vida, e vida em abundância, como afirma a Conferência de Aparecida. Mas para isso precisamos como Jesus “descer o rio Jordão” e tomar contato com as necessidades de nosso povo, solidarizando com seu sofrimento e escutando seus clamores para libertação.

O batismo de Jesus, na humildade do rio Jordão e na solenidade da teofania que se segue, torna-se o prelúdio de todo batismo cristão. Incorporando-nos a Cristo e tornando-nos realmente filhos de Deus, o batismo acarreta-nos compromissos sérios no que se refere à educação da fé ou catequese. O batismo é muito mais que um rito de iniciação. É uma experiência que nos faz semelhante a Jesus e que nos revela o sentido da vida, a vocação à qual fomos chamados. Desta maneira quando quebramos nosso individualismo, e estivermos no meio do povo, sensíveis à realidade dos outros, dirijamos nosso olhar a Jesus, e peçamos seu Espírito para abrirmos novos caminhos de paz, justiça e fraternidade,  então escutaremos a voz de Deus, como no  batismo de Jesus dizendo: “Tu es meu filho muito amado, em quem encontro meu agrado”.

                                                          Pe. Brendan Coleman Mc Donald

                                                                           Redentorista


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