Março 2018 | Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 31/03/2018 por Marta Andrade

Liturgia Batismal marcam as vidas de Catecúmenos

A VIGÍLIA PASCAL “é uma vigília em honra do Senhor.” ( Missal Romano, pág. 270 ) Ela é composta de  quatro partes:

1ª parte –  A Celebração da Luz  com a Bênção do fogo e a Preparação do Círio Pascal

2ª parte – Liturgia da Palavra com as nove leituras, sendo sete do Antigo Testamento e duas do Novo Testamento (  Epístola e Evangelho )

3ª parte – Liturgia Batismal com a celebração do Batismo de adultos e a Renovação das Promessas do Batismo

4ª parte – Liturgia Eucarística – com a Oração Eucarística e  a Comunhão.

Após acompanhar a  Liturgia da Palavra, intercalada por Salmos, quatro Catecúmenos são batizados nesta noite na Catedral. São eles: Guilherme Souza Ventura, Arlete Gonçalves Silvestre, Hanna Brunielle Cavalcante de Oliveira e  Maria Celina Nascimento de Araújo.

Fotos by Silvio Martins – Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

 

 

Publicado em 31/03/2018 por Marta Andrade

Bênção do fogo e Preparação do Círio abre a Liturgia da Vigília Pascal

“No Sábado Santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua Paixão e Morte, e abstendo-se (desnudado o altar) do sacrifício da Missa até que, após a solene Vigília em que espera a Ressurreição, se entregue às alegrias da Páscoa, que transbordarão por cinquenta dias.        ( Missal Romano, pág.269 )

O grande momento litúrgico é a Vigília Pascal.

“Toda Vigília Pascal seja celebrada durante a noite, de modo que não comece antes do anoitecer e sempre termine antes da aurora de domingo.” (Missal Romano, pág. 270 )

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques , Arcebispo Metropolitano, preside a Vigília.

Diretamente da Catedral Metropolitana de Fortaleza acompanhe esta celebração no Facebook da Arquidiocese de Fortaleza.

Fotos by Silvio Martins – Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

 

Publicado em 31/03/2018 por João Augusto

RESURREXIT  SICUT DIXIT  ALLELUIA

O Domingo da Páscoa é e deveria ser por todos considerada a maior das festas cristãs. “Solenitas sollenitatum” – Solenidade das solenidades, como exprime o Catálogo Oficial da Igreja Católica. É verdade que a encarnação do Verbo e o Natal de Jesus significam o maravilhoso início da nossa salvação e dão novo sentido à história.  Mas a culminância da nossa redenção foi realizada pela morte e ressurreição do Senhor, de modo que  São Paulo podia escrever: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também nossa fé”. (1 Cor 15, 14). Mas, agora, Jesus ressuscitou. Foi a grande mensagem: Não está aqui. Vai à vossa frente para Galiléia. É verdade Jesus foi à frente, para preparar-nos um lugar junto do seu Pai, que é também o nosso Pai. Isso é uma grande consolação e conforto para nós.

Jesus ressuscitado está presente na comunidade, dando início à nova criação. Os cristãos sentem sua presença na ação do Espírito  que os move à implantação do projeto de Deus na história. Hoje a comunidade é chamada a ter fé madura que não exige sinais extraordinários para perceber Jesus presente nela (cf. Roteiros Homiléticos, de J. Bortolini, Paulus, 2007, p.322). A fé em Cristo ressuscitado é efetivamente libertadora, de maneira inequívoca e universal (Gl 5, 1), porque Jesus salva o homem do pecado, que é a fonte de todas as alienações e escravidão. Assim como os Apóstolos anunciaram a Ressurreição no contexto social e religioso do mundo judaico e grego-romano para qual se dirigia, assim também hoje em dia esta mensagem libertadora deve alcançar o homem atual que clama pela superação de toda injustiça e opressão, e que enfatiza os direitos humanos como a aspiração mais universal da humanidade. O documento “Gaudium et Spes” do grande Concílio Ecumênico Vaticano ll falando sobre as “aspirações mais generalizadas da humanidade”, que incluem todos os tipos, tanto sociais e culturais como econômicas e operárias disse: “oculta-se uma aspiração profundo e universal: as pessoas e os grupos sociais estão sedentos de uma vida plena e livre, digna do homem (GS 9, 3).

A morte e ressurreição do Senhor realmente vêm nos libertar, mas não se limitam a uma libertação dos males físicos. Seria empobrecer demasiado o conceito da morte e ressurreição de Jesus. O efeito da ressurreição é muito mais amplo, “penetra no santuário da consciência, envolve compromissos morais, atitudes religiosas, exercício constante da solidariedade e obediência intransigente à lei do amor recíproco”. A palavra “páscoa” significa passagem.  A Páscoa, portanto é a paisagem de Cristo por cada um de nós, por cada família, por cada comunidade, pela sociedade cearense, para nos libertar do egoísmo que reside dentro de nós e para oxigenar o ambiente externo, contra o desamor, a violência e as injustiças.

Desejo a todos os leitores do site da Arquidiocese de Fortaleza as melhores bênçãos e as melhores alegrias de uma feliz Páscoa.

Pe.  Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista e Assessor da CNBB Reg.NE1

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Publicado em 30/03/2018 por Marta Andrade

Celebração da Paixão e Morte do Senhor diretamente da Catedral de Fortaleza

Nesse dia, segundo a tradição, a Igreja não celebra os sacramentos.

Na tarde desta Sexta- Feira Santa, às 15 horas, teve início a Celebração da Paixão do Senhor, logo em seguida acontece a Procissão do Senhor Morto pelas ruas próximas a Catedral.

Esta celebração consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da Cruz e comunhão eucarística ( hóstias consagradas no dia anterior ).

Cristo é o Servo Sofredor que não hesitou em entregar sua vida para a nossa Salvação, sendo fiel ao Pai até o fim.

O Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, preside a Celebração da Paixão e Morte do Senhor Jesus.

Acompanhe a Celebração da Paixão e Morte do Senhor  no Facebook da Arquidiocese de Fortaleza.

Fotos by Silvio Martins – Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

 

 

 

Publicado em 30/03/2018 por João Augusto

Sexta-Feira da Paixão: coleta sustenta presença cristã na Terra Santa

A Igreja tem um cuidado especial com os lugares onde Jesus viveu. Da região que compreende Jerusalém, Palestina e Israel, alargando o raio do Egito ao Irã, da Turquia até a Etiópia, há uma mobilização por parte do Comissariado Terra Santa em ações de cuidado e sustento da presença cristã. Esta presença e as iniciativas desenvolvidas são possíveis graças à contribuição dada por toda a Igreja na Sexta-Feira Santa.

O Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, cardeal Leonardo Sandri, escreveu uma carta convocando a participação dos fiéis na Coleta para a Terra Santa. Ele recorda que a Igreja Católica exprime por meio da oração e do ofertório o alento às comunidades dos fiéis e aos Lugares Santos, sobretudo no dramático momento atual que se vive no Oriente Médio.

Desde 2011, vários conflitos acontecem na região, com consequências dramáticas vividas pelos sírios, de forma particular, e por toda a Igreja, que tem observado a diminuição no número de fiéis, sendo que muitos deles tiveram que imigrar ou sofrem violência, às vezes pelo simples fato de professar a fé.

Foto: Comissariado Terra Santa | Custódio da Terra Santa, frei Francesco Paton

Ações nos lugares santos

 

A Custódia na Terra Santa, função desempenhada pelo frade franciscano Francesco Paton, tem em sua missão um rol de ações. É de sua responsabilidade a acolhida aos peregrinos que visitam os locais sagrados, o suporte para as funções litúrgicas nos lugares santos, a difusão de notícias sobre a Terra Santa e a motivação para o desejo do cuidado pelos lugares por parte dos cristãos, além do cuidado e sustento, de acordo com a igreja local, da presença Cristã na Terra Santa.

E neste último item que estão os investimentos das coletas. De acordo com o comissário da Terra Santa, frei Ivo Müller, são mantidos 278 missionários; 55 santuários; 24 paróquias; 15 escolas; quatro casas para enfermos e órfãos; seis casas para peregrinos; quatro casas para acolher peregrinos a preços modestos; três institutos acadêmicos; duas editoras (gráficas) para imprimir e divulgar as coisas da Terra Santa; 1500 empregos a cristãos; 630 moradias para que as famílias cristãs não abandonem os Lugares Santos; e 494 Bolsas de estudos anuais a estudantes universitários.

Na Terra Santa, a figura do custódio, que também é provincial dos Frades Menores que vivem no Oriente Médio, é considerada como a de uma das principais autoridades religiosas cristãs. Ele, junto com o Patriarca Grego Ortodoxo e também Armeno, é responsável pelo “Status quo”, um conjunto de costumes que regulam a vida de alguns santuários, entre eles o Santo Sepulcro e a Natividade de Belém.

Colaboração do Brasil

Foto: Marcos Figueiredo

O arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, que é membro da Congregação para as Igrejas Orientais da Santa Sé, motiva a participação dos brasileiros nesta ação, salientando que os lugares sagrados da Igreja Católica são um patrimônio de toda a humanidade e os templos “têm valor inestimável para a espiritualidade e para a história”.

“Lugares de acolhida onde se celebra a fé, vivencia-se o silêncio e a oração. Capelas, igrejas, catedrais e santuários têm significado forte e especial em todos os passos da civilização: receberam nossos antepassados e continuam contribuindo em campos tão importantes, a exemplo da educação, saúde, cuidado com os pobres, cultura e arte. Constituem, pois, uma herança nossa, indicando referência de onde viemos e para onde vamos. Sejamos solidários no cuidado de nossos lugares sagrados, especialmente nesta Sexta-feira Santa.”

Há ainda a preocupação com a situação dos cristãos no Oriente Médio, sob os olhares da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que realizou campanhas de arrecadação em favor dos cristãos da região e tem um trabalho com migrantes no âmbito da Setor Pastoral da Mobilidade Humana.

A Presidência da entidade conversou recentemente com o custódio da Terra Santa, quando o frei Paton visitou o Brasil, em janeiro deste ano. Na ocasião, foram discutidas formas de as Igrejas Particulares do Brasil ajudarem a Igreja que está na Terra Santa.

Em um de seus encontros no Brasil, frei Francesco Paton lembrou que os peregrinos brasileiros ocupam o quarto lugar no número dos que visitam a Terra Santa. “Em 2017, 30.545 peregrinos do Brasil celebraram a Eucaristia nos nossos santuários, certamente um número ainda maior visitou os lugares santos”, informou.

As coletas para a Terra Santa podem ser repassadas às dioceses (por meio das ofertas nas celebrações da Cruz) ou diretamente depositadas na conta do Comissariado:

Banco Bradesco – Ag. 3403-7 (Petrópolis)
Conta corrente n° 11174-0
Favorecido: Obra Pia da Terra Santa
CNPJ: 62.670.062/0001-68

Fonte: CNBB

Publicado em 29/03/2018 por Marta Andrade

Celebração da Ceia do Senhor e Lava pés

A MISSA DA CEIA DO SENHOR  acontece geralmente à noite relembrando a Santa Ceia de Jesus com seus discípulos. A celebração é marcada pelo o Lava-Pés ( símbolo de humildade e serviço ) e pela Transladação do Santíssimo Sacramento ( terminado o Rito de Comunhão, o sacerdote retira o Cibório do Sacrário e o conduz “ até o local da reposição, preparado numa capela devidamente ornamentada.” Aqui se faz um momento de adoração silenciosa ao Santíssimo Sacramento. Após este momento são retiradas também as toalhas do altar e as cruzes da igreja. Quando não é possível a retirada das cruzes, essas são cobertas com um tecido roxo.

Catedral lotada e presença massiva de jovens.

O arcebispo de Fortaleza, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, preside a celebração que é concelebrada por alguns padres e animada pelo Coral Shalom.  Aproximadamente setenta seminaristas do Propedêutico, 1º ano da Filosofia, 1º ano da Teologia e do Instituto Shalom estão servindo nesta celebração.

Neste momento Dom José repete o gesto de Jesus e lava os pés de doze irmãos. Entre eles representantes missionários leigos de vários países, como Hungria, Chile, Peru, Colômbia, Itália e do Continente Africano, e  outros escolhidos  da assembleia que participa desta celebração.

Acompanhe a transmissão desta celebração no Facebook da Arquidiocese de Fortaleza.

Fotos by Silvio Martins – Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 29/03/2018 por Marta Andrade

Missa do Crisma e da Unidade

Confira as fotos da Celebração  do Crisma e da Unidade celebrada hoje, 29 de março de 2018, Quinta-feira santa na Catedral de Fortaleza- CE.

Publicado em 29/03/2018 por Marta Andrade

Celebração dos Santos Óleos marca a manhã desta Quinta-Feira Santa

Hoje,  Quinta-Feira Santa, tem início o Tríduo Pascal, isto é, os três dias que antecedem a Páscoa.

Dois momentos litúrgicos marcam esse dia: a Missa do Crisma ou dos Santos Óleos e a Missa da Ceia do Senhor.

A MISSA DO CRISMA ou DOS SANTOS ÓLEOS  é assim chamada porque nesse dia é feita a bênção dos óleos dos enfermos,  dos catecúmenos e a consagração do óleo do crisma.

“Esta Missa, que o Bispo concelebra com o seu presbitério, seja como um sinal de comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.” (Missal Romano pág.235) Nela, o Bispo convida seus presbíteros a renovarem publicamente as promessas sacerdotais, por isso, também é conhecida como a Missa da Unidade.

Esta celebração acontece neste momento na Catedral Metropolitana de Fortaleza e você pode acompanhar através do Facebook da Arquidiocese de Fortaleza.

https://www.facebook.com/arqfortaleza/?ref=br_tf

Fotos by Wallison Andrade – Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

 

Publicado em 28/03/2018 por João Augusto

Tríduo Pascal envolve três momentos em uma única celebração

Nesta quinta-feira, os católicos no mundo inteiro iniciam a celebração do Tríduo Pascal, ou seja, o período de tempo que vai da tarde de quinta-feira Santa até a manhã do Domingo de Páscoa.

São João Paulo II, ainda papa escreveu na carta aos sacerdotes, por ocasião da Quinta-feira Santa, de 1999, “o Triduum Sacrum, os dias santos por excelência, durante os quais misteriosamente participamos no regresso de Cristo ao Pai, por meio da Sua Paixão, Morte e Ressurreição. De fato, a fé garante-nos que essa passagem de Cristo ao Pai, ou seja, a Sua Páscoa, não é um acontecimento que diga respeito só a Ele; também nós somos chamados a tomar parte nela: a Sua Páscoa é a nossa Páscoa”.

O bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol, explica que o Tríduo Pascal envolve três momentos em uma única celebração.

Quinta-feira Santa
“Começamos com a celebração da Ceia Pascal, na quinta-feira à noite, em que nós fazemos memória da grande ceia da despedida, que começa, segundo o evangelista João, com o gesto do lava-pés. Cristo manifesta sua disponibilidade a amar até o fim, ele se considera o servo da humanidade”.

Sexta-feira da Paixão
“Depois da Ceia Pascal, com a celebração da Eucaristia, memória viva do maior mistério do amor de Deus, do sacrifício de Cristo até as últimas consequências, eis que, na sexta-feira, nós celebramos este rito sóbrio de uma intensíssima espiritualidade da morte do Senhor. Naquele dia, a Igreja não tem a celebração da eucaristia, mas convida seus fiéis a olhar, a contemplar o crucificado, Cristo que morre na Cruz. Ele nos amou até doar a última gota do seu sangue”.

Sábado Santo
“Depois do silêncio do Sábado Santo, em que a Igreja medita e reflete Cristo morto, eis que chegamos à noite da Vigília Pascal, em que celebramos a vitória de Cristo sobre a morte, a morte foi vencida e a Igreja vibra e renova a sua fé, a sua esperança numa plenitude vivida de realização que Cristo já semeou, plantou na terra e que nos fins dos tempos se realizará plenamente. A Vigília Pascal conclui o tríduo”.

“É interessante observar que o sinal da Cruz se faz começando a Eucaristia na quinta-feira e repetimos com bênção final na celebração da Vigília Pascal e, através desse simbolismo litúrgico expressamos essa unidade dos três momentos celebrativos que caracterizam esse tríduo sacro”, ressalta dom Armando

Publicado em 28/03/2018 por João Augusto

Papa Francisco transfere bispo de Vitória (ES) para Bauru (SP)

A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou nesta quarta-feira, 28, a decisão do papa Francisco em acolher o pedido de renúncia apresentado por dom Caetano Ferrari, bispo de Bauru, no Estado de São Paulo, por motivo de idade. Com a decisão o atual bispo auxiliar de Vitória, no Espírito Santo, dom Rubens Sevilla assume a diocese. A notícia foi publicada no Jornal L’Osservatore Romano desta quarta-feira, às 12 horas de Roma.

Na foto, dom Rubens Sevilla

Dom Rubens Sevilla 

Membro da Ordem dos Carmelitas Descalços (OCD), dom Rubens Sevilla é natural de Taraby (SP). Fez seus estudos eclesiásticos na Faculdade Nossa Senhora Medianeira dos Jesuítas em São Paulo, onde cursou Filosofia e em Roma estudou Teologia Internacional do Teresianum. Foi nomeado bispo auxiliar de Vitória em dezembro de 2011, pelo então papa Bento XVI. Seu lema episcopal é: “Pertransivit Benefaciendo”.

Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enviou saudação em nome da entidade ao novo bispo de Bauru.

Confira, abaixo, a saudação na íntegra:

Brasília, 28 de março de 2018

Saudação da CNBB a dom Rubens Sevilha

Prezado Irmão, dom Rubens Sevilha

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil  (CNBB) tomou conhecimento, hoje, 28 de março, da decisão do Papa Francisco em acolher o pedido de renúncia apresentado pelo bispo da diocese de Bauru (SP), dom Caetano Ferrari, de acordo com o cânon 401§1º do Código de Direito Canônico, por motivo de idade e de nomear o senhor, como seu sucessor naquela diocese paulista.

Sabemos do seu trabalho realizado como auxiliar de dom Luiz Mancilha, arcebispo de Vitória (ES). Sabemos da sua formação e da sua espiritualidade. Tudo isso nos deixa esperançosos diante da nova missão que a Igreja lhe confia.

Acolhemos sua nomeação trazendo presente a palavra do Papa Francisco sobre a Igreja e o Espírito Santo dirigida ao pregador do retiro no qual participou durante a Quaresma: “Obrigado por nos ter recordado que a Igreja não é uma gaiola para o Espírito Santo, que o Espírito voa e age também fora. E com as citações e com aquilo que nos disse, o senhor mostrou-nos como Ele trabalha nos não-crentes, nos ‘pagãos’, nas pessoas de outras confissões religiosas: é universal, é o Espírito de Deus, que é para todos. Também hoje existem ‘Cornélios’, ‘centuriões’, ‘guardas da prisão de Pedro’ que vivem uma busca interior, ou que sabem distinguir quando há algo que chama. Obrigado por esta chamada a abrir-nos sem temores, sem rigidez, para sermos dóceis ao Espírito e para não nos mumificarmos nas nossas estruturas, que nos fecham”.

A CNBB agradece a fecunda vida e missão de dom Caetano Ferrari, e pede a Deus, por intercessão Maria, Mãe do Perpétuo Socorro, conceder aos senhores, a graça da saúde e da paz.

Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB


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