Fevereiro 2012 | Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 29/02/2012 por

Pastoral da Pessoa Idosa realizou formação sobre a CF-2012

A Pastoral da Pessoa Idosa da comunidade São Pedro e São Paulo do Antonio Bezerra reuniu os idosos da comunidade acompanhado pela PPI no último domingo, 26, para uma palestra com Geni Sobreira, membro da equipe de Campanha da Arquidiocese de Fortaleza. O momento foi de partilha, informação, integração de vivencias. A participação dos idosos fez o momento muito ficar rico de espiritualidade e responsabilidade cristã e social. Na exposição do objetivo da campanha foi feito um debate da situação do atendimento da saúde pública junto aos idosos, e visto como a pastoral da Pessoa Idosa pode ajudar e colaborar com a campanha da fraternidade 2012.

Informações com Geni Sobreira (Pastoral da Pessoa Idosa – Arquidiocese de Fortaleza) (85) 87820644

Fotos.

 

Publicado em 28/02/2012 por

Otimismo sim

Neste mundo conturbado em vivemos, quando o Ter nos é apresentado como algo supremo e absoluto, em detrimento do Ser, que é colocado em segundo plano, o que devemos fazer? É preciso que tenhamos um olhar de sabedoria, profundo e, ao mesmo tempo paciente, para com o mundo em que a pessoa humana está inserida. José Saramago, ao ser acusado de pessimista, respondeu: “Eu não sou pessimista. O mundo é que é péssimo”.

Para todos aqueles que desejam ardentemente viver a sua fé, no seguimento de Jesus de Nazaré, urge pensar e refletir sobre sua própria vocação, no sentido mais amplo da antropologia cristã: ser pessoas otimistas, num mundo extremamente marcado pelo pessimismo, com o compromisso de edificá-lo, através da fé que professam, numa dinâmica, sempre projetada para o futuro, num desejo de ajudar a perceber o momento presente, nos sinais de esperança e otimismo.

Francisco de Assis, no seu otimismo e no seu relacionamento íntimo com Deus e com suas criaturas, rendia graças ao bom Deus deste modo: “Tu és o santo Senhor e Deus único, que operas maravilhas. Tu és forte; tu és grande; tu és o altíssimo. Tu és o rei onipotente, santo pai, rei do céu e da terra; tu és o trino e o uno, Senhor e Deus, o bem universal; tu és o bem, todo bem, o sumo bem, Senhor e Deus, vivo e verdadeiro. Tu és a delícia do amor; tu és a sabedoria; tu és a humildade; tu és a paciência; tu és a segurança; tu és o descanso; tu és a alegria e o júbilo; tu és a justiça e a temperança; tu és a plenitude da riqueza; tu és a beleza; tu és a mansidão; tu és o protetor; tu és o guarda e o defensor; tu és a fortaleza; tu és o alívio; tu és nossa esperança; tu és nossa fé. Tu és nossa eterna vida, ó grande e maravilhoso Deus, Senhor onipotente, misericordioso redentor”.

Olhando para a vida desse homem marcado profundamente pela graça de Deus, supliquemos para que a nossa vida aqui na terra seja uma bela caminhada, que podemos chamar de êxodo rumo à eternidade. Por causa da eternidade, que já experimentamos aqui, de algum modo, Deus exige algo de cada batizado, numa palavra, a ser sinal de contradição. Como tão bem disse Dom Aloísio Lorscheider na sua Carta Pastoral de oito de dezembro de 1989: “O Reino de Deus não se constrói sem sacrifício, sem renúncia a si mesmo, sem aceitação da cruz. Celebrar é recordar aqui e agora o que Deus realizou no passado da história da salvação, tornando vivo e presente todo esse passado e projetando-o ativamente para o futuro”.

O exemplo mesmo vem do Filho de Deus, na profecia do velho Simeão, que se realizou na realidade e cultura de seu tempo, resgatando a esperança e trazendo otimismo para a humanidade, ao colocar o menino nos braços e dizer: Este menino será sinal de contradição (cf. Lc 2, 33-35). Embora ele assumisse em tudo a condição humana, menos o pecado, causou escândalos e conflitos, além de questionar os donos poder, ao mesmo tempo em que defendeu os marginalizados e excluídos. Por fim recebeu o preço de sua missão: a morte de cruz.

No alto da montanha, Jesus Cristo, antes da sua paixão, com Moisés e Elias revelou o esplendor de sua face amiga, dizendo-nos que haveremos de nos transfigurar, na seguinte afirmação: “Nós somos cidadãos do céu. De lá aguardamos o Salvador, o Senhor, Jesus Cristo. Ele transformará o nosso corpo humilhado e o tornará semelhante ao seu corpo glorioso” (Fl 3, 20-21).

Guardemos no íntimo do coração a mensagem de otimismo e esperança, deixada por Dom Helder Câmara, o artesão da paz e cidadão do mundo, ao falar com paixão que Deus é amor: “Fomos nós, as tuas criaturas que inventamos teu nome!? O nome não é, não deve ser um rótulo colado sobre as pessoas e sobre as coisas… O nome vem de dentro das coisas e pessoas, e não deve ser falso… Tem que exprimir o mais íntimo do íntimo, a própria razão de ser e existir da coisa ou da pessoa nomeada… Teu nome é e só podia ser amor”.

Padre Geovane Saraiva, Pároco de Santo Afonso – http://blogsantoafonsoce.blogspot.com/ – http://www.paroquiasantoafonso.org.br

Publicado em 27/02/2012 por

Arcebispo de Fortaleza apresenta à imprensa evento de preparação para JMJ RIO2013

Foto: www.a12.com

O Bote Fé Fortaleza acontecerá dia 3 de março no aterro da Praia de Iracema a partir das 15h com entrada franca. O Evento Bote Fé coroa a peregrinação da Cruz da JMJ e do Ícone de Nossa Senhora nas dioceses. O de Fortaleza acontecerá dia 3 de março, no aterro da Praia de Iracema.

Para falar sobre os detalhes deste encontro de preparação para a Jornada Mundial da Juventude, o arcebispo de Fortaleza Dom José Antonio Tosi Aparecido Marques concederáentrevista coletiva próxima terça-feira, dia 28, às 15h no Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja. Também estarão presentes autoridades da Secretaria da Seguraça Publica e Defesa Social do Estado do Ceará que apresentarão o plano de segurança para o dia do evento que espera reunir um público de 100 mil pessoas no aterro da Praia de Iracema a partir das 15h do dia 3 de março.

Cruz da JMJ e Ícone de Nossa Senhora

Como preparação para o encontro internacional dos jovens com o papa, a Cruz da JMJ e o Ícone de Nossa senhora peregrinam por todo o país até a data da realização do encontro. No Ceará, os símbolos da JMJ chegam dia 18 de fevereiro e em Fortaleza dia 1º de março.

SERVIÇO:

Entrevista coletiva

Dia: 28 de fevereiro de 2012

Horário: 15h

Local: Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja (Rua Rodrigues Junior, 300, Centro)

Mais informações: Vanderlúcio Souza 8172.3285 Marta Andrade 3388.8703

Bote Fé Fortaleza

Acontecerá dia 3 de março, no aterro da Praia de Iracema, a partir das 15h com entrada franca.

Atrações: Comunidade Recado, Zé Vicente, Ir. Kelly Patrícia, Missionário Shalom, participação especial de Suely Façanha e banda Dominus.

Haverá missa presidida pelo arcebispo de Fortaleza, bispos auxiliares e dezenas de sacerdotes.

Notícia enviada por Vanderlúcio Souza (Bote Fé Fortaleza – Núcleo de Comunicação)

Publicado em 27/02/2012 por

Carreata divulga Bote Fé Fortaleza

No último domingo, 26 de fevereiro, Fortaleza realizou uma carreata de divulgação do Bote Fé Fortaleza. Cerca de 300 pessoas trocaram a manhã do domingo, tida geralmente como dia de descanso, para divulgar o evento. Na carreata havia carros, motos, bicicletas, “trenzinho dos jovens” e um trio elétrico, que agitou as ruas de Fortaleza. Ao som de “no peito eu levo uma Cruz, no meu coração o que disse Jesus”, os jovens enlouqueceram. Vieram ainda “o Senhor é Rei, O Senhor é meu pastor e Rei”; “Derrama o teu amor aqui, derrama o teu amor aqui” e a oração Ave Maria, musicada. No momento “iê iê iê de Jesus”, até o padre dançou e empolgou o público da carreata.

O percurso foi de 8 km e passou pelos bairros Bela Vista, Rodolfo Teófilo, Parquelandia, São Gerardo, Bairro Ellery, Carlito Pamplona e Monte Castelo. Nas ruas por onde a carreata transitou as opiniões se dividiam, uns ainda não sabiam o que era o Bote Fé, já outros, que conheciam o evento, ficavam maravilhados, segundo eles o Bote Fé Fortaleza é uma forma de chamar as pessoas para ir a Igreja.

“Valeu a pena vir para a carreata. Todos estão muito felizes com o Bote Fé Fortaleza, estou ansiosa para que chegue o dia três de março”, diz a estudante Rayanne Nunes, paroquiana da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e que acompanhou a carreata em um carro.

Segundo o pároco da Igreja Nossa Senhora da Salette, padre Fernando Antônio, o Bote Fé tem tudo haver com a proposta da igreja para a juventude. Tem animação, alegria, sonhos, shows e momentos de evangelização. “A carreata conseguiu ser um ponta pé inicial, para unir as forças vivas, convocar e dar conhecimento ao público”, explica o padre.

Às quatro horas do percurso foi animada pela banda Misericórdia em Canção, formada por seis homens, que em cima do trio elétrico não deixou ninguém parado. Nas janelas das casas e prédios, onde a carreata passou as pessoas demostravam sentimento de alegria e acenavam para os carros. “É um momento grandioso e maravilhoso. Nada paga esta experiência de poder percorrer diversas ruas e bairros para levar a mensagem do Bote Fé Fortaleza a toda a população”, pontua o jovem Mauricio, vocalista do grupo musical.

O Bote Fé Fortaleza, evento de preparação para a Jornada Mundial da Juventude, acontece no dia 03 de março, a partir das 16h, no aterro da Praia de Iracema. Pela manhã haverá peregrinação dos símbolos a partir das 8h30, nas igrejas Nossa Senhora da Salette, Paróquia Senhor do Bonfim e Igreja de Fátima.

Dicas para o dia do Bote Fé Fortaleza:

>Proteja-se do sol! Não esqueça o protetor solar e use chapéu ou um boné.

>Recomendasse usar um calçado confortável. Para os homens o tênis é uma ótima opção, já para as mulheres a dica é uma sandália baixa, rasteira.

>Beba bastante água para hidratar o corpo.

>Alimente-se bem antes de sair de casa, coma frutas ou beba sucos, são ricos em vitaminas.

>Leve apenas o essencial para o aterro.

Fotos.

Texto: Rodrigo Neto e Sérgio Helano / Fotos: Tiago Guedes (Pascom da Paróquia Senhor do Bonfim)

Publicado em 27/02/2012 por

Encontros vocacionais da Arquidiocese de Fortaleza terão início no próximo dia 17 de março

Os encontros vocacionais da Arquidiocese de Fortaleza terão início nos dias 17 e 18 de março no Seminário Propedêutico, na Rua professor Paulo Lopes, nº. 122, bairro Henrique Jorge. Os encontros vocacionais começam sempre no sábado, pela tarde, com a chegada prevista para as 16h, e termina no domingo, com o almoço. É importante trazer: Bíblia, roupa de cama ou rede, caderno para anotações, material de higiene pessoal e muita disposição para a escuta do Senhor que vai falar.

“Com alegria a Equipe dos Encontros Vocacionais e o Seminário Propedêutico se preparam para receber de braços abertos os jovens vindos das várias paróquias e comunidades de nossa Arquidiocese, como também acolhemos os que desejam iniciar seu processo de discernimento para a entrada no Seminário, no caminho para abraçar o sacerdócio ministerial”, afirmou padre Rafhael Maciel, Reitor do Seminário Propedêutico da Arquidiocese de Fortaleza. Ele lembra ainda que os interessados em participar dos encontros vocacionais devem entrar em contrato com seu pároco ou com o padre responsável pela Pastoral Vocacional em sua Região Episcopal.

As datas dos encontros em 2012 são: 17 e 18 de março; 14 e 15 de abril; 19 e 20 de maio; 16 e 17 de junho; 06-08 de julho (retiro); 11 e 12 de agosto; 15 e 16 de setembro; 20 e 21 de outubro; 17 e 18 de novembro; 17-22 de dezembro (estágio).

Informações com padre Rafhael ou padre Roberto (Seminário Propedêutico) no telefone  (85) 3290.1045

Publicado em 27/02/2012 por

Conselho Pastoral dos Pescadores do Regional Nordeste I realiza assembleia anual de avaliação e planejamento

O Conselho Pastoral dos Pescadores do Regional Nordeste I – CNBB, Ceará, realizará nos dias 1, 2 e 3 de março, sua assembleia anual de avaliação e planejamento. O momento tem como objetivo realizar uma avaliação da caminhada do CPP do Ceará e planejar os próximos passos. Representações das comunidades pesqueiras acompanhadas pelo CPP, do litoral leste e oeste do estado, além de parceiros e outros membros dos demais regionais do CPP, participarão da assembleia. A abertura será 9 horas do dia 1º, onde será realizado um momento de análise de conjuntura a partir das próprias comunidades, e posteriormente serão planejadas as ações a partir das seguintes linhas: Território e Meio Ambiente, Trabalho e Renda, Direitos e Organização. Para Ormezita Barbosa, secretária executiva do CPP, se espera dessa assembleia realizar um rico momento de partilha, de troca de saberes e uma festiva celebração. O Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP) fica na Avenida Francisco Sá, 1823- Casa A1, Jacarecanga, Fortaleza.

Outras informações com Ormezita Barbosas (85) 3238.8392

Site: www.cppnac.org.br / Blog: www.cppceara.blogspot.com / Email: cppceara@yahoo.com.br

 

Publicado em 27/02/2012 por

Dom José Antonio envia carta circular sobre peregrinação da Cruz e Ícone da JMJ – Rio 2013 e Caminhada Penitencial -quaresma/CFE 2012

Dom José Antonio envia carta circular sobre PEREGRINAÇÃO DA CRUZ E ÍCONE DA JMJ – Rio 2013 e CAMINHADA PENITENCIAL –Quaresma/CFE 2012. Leia a íntegra da carta:

Fortaleza, 8 de fevereiro de 2012.

Circular 002/2012:

PEREGRINAÇÃO DA CRUZ E ÍCONE DA JMJ – Rio 2013

CAMINHADA PENITENCIAL – Quaresma/CFE 2012

 

Caríssimos Irmãos no Sacerdócio,

Irmãos Religiosos e Religiosas,

Irmãos fiéis leigos e leigas,

Graça e Paz do Senhor!

            Com todo o Brasil estamos vivendo a PREPARAÇÃO PARA JMJ – Jornada Mundial da Juventude – RIO 2013, que contará com a presença do Santo Padre. Está em peregrinação por todas as dioceses do Brasil a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora da JMJ. Estaremos recebendo as mesmas, juntamente com os jovens de nossa Arquidiocese nos próximos dias 1º. a 3 de março. Ela continuará sua visita a todas as outras dioceses do Ceará. O Setor Juventude da Arquidiocese de Fortaleza preparou um programa de recepção desta Cruz em missão. Teremos com ponto alto um evento chamado BOTE FÉ, assim chamado pela mesma juventude.

O evento acontecerá no aterro da Praia de Iracema em Fortaleza, no dia 3 de março, começando às 15h00min.

A missa será às 18h00min e o término do evento está previsto para aproximadamente 23h00min. 

CONVIDAMOS AOS SACERDOTES PARA A CONCELEBRAÇÃO.

(túnica branca e estola roxa – II Domingo da Quaresma)

O prosseguimento do projeto BOTE FÉ se dará com um subsídio preparatório para a Pré-Jornada e Jornada Mundial da Juventude. Esse subsídio, elaborado pela CNBB, será indicado como material para reuniões mensais em cada paróquia, nas quais o pároco deve reunir todas as realidades jovens da paróquia para um momento formativo e oracional.

Esse projeto quer terminar com a pré-jornada que até agora tem sido trabalhada na comissão de Juventude da CNBB como uma grande missão nacional de evangelização. Essa missão se desenvolveria a nível paroquial e seria uma semana de missão e evangelização de toda a paróquia que sairia para visitar as casas.

Queremos convidar a todos os nossos sacerdotes, pastores de nossa Arquidiocese, para participar dos eventos juntamente com os jovens de suas comunidades. Esperamos seja grande estímulo para a evangelização de nossa juventude.

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Estaremos vivendo o tempo quaresmal a partir da Quarta-feira de Cinzas com o grande chamado de Jesus: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15)

 A Quaresma é tempo de conversão, arrependimento, mudança de vida, busca do novo que a graça misericordiosa de Deus torna possível: esta mudança é vivida de modo especial no Sacramento da Reconciliação.

Neste ano estamos novamente propondo um sinal público para nossa Igreja Arquidiocesana de Fortaleza:

A CAMINHADA PENITENCIAL
no dia 11 de março
– 3º. Domingo da Quaresma.

com início às 7h00min,
saindo da Igreja Nossa Senhora da Saúde, no Mucuripe,
até a Catedral Metropolitana.

Esta caminhada quer ser a expressão externa e a oportunidade para se fazer um caminho mais profundo de conversão para o seguimento de Jesus no acolhimento de sua graça salvadora.  

A Campanha da Fraternidade deste ano 2012 nos recorda: “Que a Saúde se Difunda sobre a Terra” (cf. Eclo 38,8) na busca da Fraternidade e Saúde Pública. Deseja assim, sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas necessidades e dignidade. É uma realidade que clama por ações transformadoras. A conversão pede que as estruturas de morte sejam transformadas.

Durante a Caminhada haverá a oportunidade de gestos concretos, que acompanham a manifestação penitencial. Será levada nos ombros dos fiéis uma grande cruz. Ela nos recordará como nosso Senhor Jesus Cristo tomou sobre si todos os pesos da humanidade para redimi-la e como deveremos também tomar sobre nós a responsabilidade dos pesos da humanidade para, com a força do amor que vem do Espírito de Deus, redimi-la de suas enfermidades.

Em Celebração Penitencial dará oportunidade de Confissões para os fiéis que assim desejarem: gesto concreto de conversão, mudança de vida, com a confissão dos próprios pecados e busca do perdão de Deus no Sacramento da Reconciliação: a paz com o Pai e com os irmãos, verdadeira e plena saúde de todos.

Pedimos encarecidamente aos sacerdotes que se façam presentes com túnica e estola roxa, disponíveis para atendimento das confissões dos fiéis durante a Caminhada Penitencial.

Convocamos os fiéis de nossa Arquidiocese, especialmente das comunidades das Paróquias e Áreas Pastorais das Regiões Metropolitanas, das Comunidades Religiosas, das Associações e Movimentos Eclesiais, para esta manifestação pública de nossa fé em Cristo e em sua graça renovadora de nossas vidas.

Para que o maior número possível de fiéis possa participar, nas Paróquias e  Áreas pastorais metropolitanas, todas as celebrações sejam realizadas nas igrejas nas Primeiras Vésperas no dia 10 e na parte da tarde do dia 11, ficando reservada a manhã do dia 11 para esta grande manifestação comum de conversão de nossa Igreja Arquidiocesana.

Confiamos a nossos irmãos colaboradores no pastoreio da Arquidiocese divulguem este evento e convidem os fiéis a participar, estimulando a vivência quaresmal com gestos de penitência e conversão.

Com nosso abraço fraterno e orações, o desejo de uma Santa Quaresma e Feliz Páscoa!

Em Jesus e Maria.

 

Arcebispo Metropolitano de Fortaleza

Publicado em 27/02/2012 por

Mensagem de Sua Santidade o Papa Bento XVI para a quaresma de 2012

«Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (Heb 10, 24)

Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

1. «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.

O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).

A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.

O facto de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão. Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.

2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.

O facto de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.

Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).

3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.

Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.

Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).

Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 3 de Novembro de 2011

BENEDICTUS PP. XVI

Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/messages/lent/documents/hf_ben-xvi_mes_20111103_lent-2012_po.html

Publicado em 26/02/2012 por

Quaresma 2012

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald - Redentorista

Matematicamente falando, a Quaresma, tempo dos “quarenta dias”, vai do 1º.domingo quaresmal até a 4ª -feira da Semana Santa. O Tríduo Santo já é contado com a Páscoa. Mas, na Idade Média, os domingos foram descontados do tempo penitencial, cujo início foi então antecipado para a Quarta-feira das Cinzas. A Quaresma, como a palavra indica, dura 40 dias. A duração da Quaresma é baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia. É um número de expectativa, de preparação e de prova. Na Bíblia caracteriza as intervenções sucessivas de Deus: Davi, como Saul, reina 40 anos; o dilúvio durou 40 dias; Moisés serviu a Deus no Monte Sinai durante 40 dias; durante 40 anos Moisés conduziu o povo de Israel na peregrinação pelo deserto até chegaram à Canaã; Jesus passou 40 dias no deserto e apareceu ressuscitado durante 40 dias etc. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia dos domingos, somos convidados para fazer um esforço para recuperar nosso estilo de vida para viver realmente como filhos de Deus. Na Quarta feria das Cinzas, o rito da imposição das cinzas, oferece-nos a oportunidade de recordar a fragilidade da nossa natureza de criatura: “Lembra-te que és pó, e em pó hás de voltar”. Cada ano, essas palavras trazem à nossa mente o grande número de pessoas que morreram violentamente durante o carnaval A cor litúrgica deste tempo é roxa, que significa luto e penitência. É tempo de reflexão e de conversão espiritual em preparação para o mistério pascal. Cerca de duzentos anos após a morte de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d.C, a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma. Embora seja um tempo penitencial, não é um tempo triste e depressivo. Trata-se de um tempo especial de purificação e de renovação da vida cristã para poder participar com maior plenitude do mistério pascal do Senhor. A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. A liturgia da Quaresma insiste: o pecado não é irreparável. Para os que crêem, existe volta conversão, perdão e salvação. Jesus não veio para condenar, mas para salvar. Ele é a luz que penetra nossas trevas. Para o cristão é importante viver o espírito da Quaresma que consiste numa mudança de vida, com mais oração, caridade, penitência e jejum.

A Conferência dos Bispos do Brasil promove este ano, durante a Quaresma, a Campanha da Fraternidade, com o tema “Fraternidade e a saúde pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38, 8), e cuja finalidade principal é sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas necessidades e dignidade. É uma realidade que clama por ações transformadoras. A conversão pede que as estruturas de morte sejam transformadas.

Padre Dr. Brendan Coleman Mc Donald, redentorista e assessor da CNBB Regional Nordeste I

Publicado em 24/02/2012 por

Abertas as inscrições para o 3º Encontro Nacional da Pascom

Estão abertas as inscrições para o 3º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom), que acontecerá em Aparecida (SP), de 19 a 22 de julho, abordando o tema “Identidade e Missão”.

O setor hoteleiro de Aparecida fechou um contrato com a comissão organizadora do Encontro no qual reservou 320 vagas para os participantes inscritos. Isso significa que as inscrições só serão validadas após a confirmação do pagamento efetuado em qualquer agência bancária. Além disso, o contrato para a reserva de vagas estará disponível apenas até o fim de março.

O custo total da inscrição, mais as três diárias, com café da manhã, almoço e jantar, mais pernoite fica em 355 reais.

Os interessados poderão acessar o site da CNBB ou clicar neste endereço: www.cnbb.org.br/3enc.

Outras informações estão disponíveis no setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no telefone: (61) 2103-8366.

Segundo a assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social, irmã Élide Maria Fogolari, este Encontro quer ser um momento importante de reflexão, estudo e trocas de experiências para todos os que desejam comunicar Jesus Cristo a todos com a Comunicação.

“O papa João Paulo II recomendava e insistia em suas homilias, que ‘não basta utilizar a mídia para difundir a mensagem cristã e o magistério da Igreja, mas é preciso integrar a própria mensagem nesta nova cultura criada a partir da comunicação moderna’ (Redemptoris missio, 37). Esta é a motivação que dá sentido realizar mais um encontro da Pascom, em Aparecida, onde juntos, vamos planejar a comunicação a partir do contexto cultural em que nos situamos”, explicou a assessora da CNBB.

Notícia publicada na página da CNBB


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