Publicado em 29/01/2015 por

[VÍDEOS] Padre Chico Moser celebra 52 anos de presbitério

A Paróquia São Francisco de Assis, Conjunto Palmeiras, realizou nos dias 20 a 24 de janeiro vários momentos celebrativos em ação de graças aos 52 anos anos do Padre Chico Moser. No dia 22 aconteceu uma mesa mesa redonda, na Palhoça do Conjunto Palmeiras, com as historias do Timor Leste e sua experiência. No dia 23 foi realizada uma celebração eucarística na Paroquia São Francisco de Assis, e no dia 24 aconteceu o encerramento da visita com uma celebração ecumênica e apresentações de grupos de arte e vida.

Padre Chico veio celebrar com as comunidades seus 52 anos de presbitério. O sacerdote é italiano, Fidei Donum, trabalhou na Arquidiocese de Fortaleza, de 1987 a 2004. Durante 17 anos, serviu, com muito zelo e dedicação, à Igreja de Fortaleza, sobretudo, os pobres. De 1990 a 1994, exerceu o ministério de Vigário Episcopal da antiga Região Episcopal Metropolitana 3. Desde 2004, é missionário no Timor Leste. Mora na ilha Atauro.

Assista

Imagens: Fátima Fárias e Edson Fárias

 

Publicado em 29/01/2015 por

[NOTÍCIAS] Celebração Eucarística da Postulante Amanda Terto da Cruz

 

amanda290O Mosteiro da Imaculada Conceição e São José realiza no dia 8 de fevereiro, às 7h, no Mosteiro (localizado na Avenida Visconde do Rio Branco, nº 2590), no bairro Joaquim Távora, a Celebração Eucarística da Postulante Amanda Terto da Cruz que receberá o Habito Concepcionista. O presidente da celebração será Padre Raphael Maciel.

 

Informações (85) 32262038.
www.concepcionistasfortaleza.blogspot.com
E-mail:vocacionalfortaleza.oic@hotmail.com

 

Publicado em 28/01/2015 por

[ARTIGOS] Novo ciclo

manfredo300Manfredo Araújo de Oliveira*

Em seu discurso de posse a presidenta da República apresentou-se encarnando um “projeto de nação” que teria o mais profundo e duradouro apoio popular e que triunfou em virtude dos resultados alcançados e porque o povo entendeu que é um projeto coletivo e de longo prazo, um projeto que é do povo brasileiro e para o povo brasileiro. A pergunta primeira a partir desta afirmação solene e de grande importância para a configuração da via coletiva é: em que consistiu este projeto, quais seus traços fundamentais? O que é chave para entender o que foi realizado é que se tratou sobretudo da integração da classe trabalhadora enquanto “integração pelo consumo”.

Trata-se de uma forma determinada de inclusão social. A presidenta enumera os resultados mais importantes: temos hoje a primeira geração no país que não vivenciou a tragédia da fome, 36 milhões foram regatados da extrema pobreza, nunca tantos brasileiros conquistaram tantos empregos com carteira assinada, nunca o salário mínimo e os demais salários se valorizaram tanto, nunca tantos foram donos de suas próprias casas. Cumpriu-se o compromisso de “oferecer a uma população enorme de excluídos os direitos básicos que devem ser assegurados a qualquer cidadão”. O novo estaria na combinação entre o social e o econômico que desmascarou a convicção hegemônica de que seria impossível associar políticas de inclusão social, de distribuição de renda ao crescimento econômico.

Pode-se dizer que em nossa história nunca havíamos visto um processo semelhante. No entanto, o processo mesmo gera nas pessoas novas necessidades até em função da continuidade do processo de integração para as novas gerações. É por esta razão que muitos falam hoje que este ciclo em princípio encerrou-se e que estamos diante do desafio de começarmos um novo ciclo. A própria presidenta afirma que a palavra que mais se ouviu na campanha foi “mudança” e que o tema mais mencionado foi o de “reforma”. Ela mesma nos interpreta o que isto significa: “O povo quer democratizar, cada vez mais, a renda, o conhecimento e o poder. O povo brasileiro quer educação, saúde e segurança de mais qualidade. O povo brasileiro quer ainda mais transparência e mais combate a todos os tipos de crimes, especialmente a corrupção e quer ainda que o braço forte da justiça alcance a todos de forma igualitária” .

Isto significa articular o grande desafio do momento que é uma nova forma de integração, poder-se-ia falar de um novo padrão civilizatório: a integração pelos serviços essenciais garantidos pelo Estado (educação, saúde, segurança etc.). Isto não poderá acontecer sem reformas estruturais fundamentais que todos os países desenvolvidos fizeram ainda no tempo do capitalismo industrial e o Brasil, que já entrou no capitalismo pós-industrial, ainda não realizou. Partindo no nosso caso de uma espécie de pré-reforma, uma radical reforma política, trata-se, sobretudo, da reforma tributária e da reforma agrária. Nossa estrutura agrária é comparável à de 1850 (Lei das Terras) e os mais pobres continuam pagando 50% de sua renda com impostos.

manfredo.oliveira2012@gmail.com

*Padre e filósofo. Professor na Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, Itália, e doutor em Filosofia pela Universidade Ludwig-Maximilian de Munique, Alemanha. Assessor das Pastorais Sociais e padre da Arquidiocese de Fortaleza. É Presidente da ADITAL

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Publicado em 28/01/2015 por

[NOTÍCIAS/Mundo] Papa Francisco recebe livro ‘Haiti por si’ em encontro no Vaticano

2015_01_papa_capa“Haiti por si: a reconquista da independência roubada”, livro-reportagem produzido pela Agência de Informação Frei Tito de Alencar para a América Latina (Adital), traduzido para o francês, foi entregue ao Papa Francisco no encontro “A comunhão da Igreja: memória e esperança para o Haiti, cinco anos depois do terremoto”, realizado este mês no Vaticano.

Floriane Louvet, encarregada do Haiti no Comitê Católico contra a Fome e pelo Desenvolvimento (CCFD – Terra Solidária), entregou ao Papa o livro, que já foi publicado em cinco idiomas (português, italiano, crioulo haitiano, espanhol e, mais recentemente, em francês). Está disponível na para leitura on line (grátis) na versão e-book para download (paga).

No evento, por ocasião do 5º aniversário do terremoto que matou mais de 300 mil pessoas no Haiti, em 2010, o Papa falou sobre os esforços de recuperação do país, que ainda sofre com as consequências da catástrofe. “Não existe uma verdadeira reconstrução de um país sem reconstruir a pessoa na sua plenitude. Isso comporta em fazer, sim, que cada pessoa no Haiti tenha o necessário sob o ponto de vista material, mas, ao mesmo tempo, que possa viver a própria liberdade, as próprias responsabilidades e a própria vida espiritual e religiosa. A pessoa humana tem um horizonte transcendente que lhe é próprio, e a Igreja não pode negligenciar este horizonte, que tem como meta o encontro com Deus”, declarou o pontífice.

Para o diretor executivo da Adital, Ermanno Allegri, a entrega do livro ao Papa representa a relevância do livro-reportagem, elaborado em mais de um ano de trabalho e o interesse do Papa pelas “periferias do mundo”, como já declarou o pontífice em seus discursos.

A CCFD – Terra Solidária financiou a tradução do livro em francês, que foi impresso pela editora Karthala e está sendo divulgado também por organizações da Bélgica (Entraide et Fraternité) e do Canadá (Développement et Paix).

Ficha Técnica

Título: Haiti por si: A reconquista da independência roubada

Autores: Adriana Santiago (Org.)

Prefácio: Adolfo Pérez Esquivel

Páginas: 192

ISBN: 978-85-420-0138-9.

Por Adital

 

Publicado em 28/01/2015 por

[NOTÍCIAS/CNBB] Rio de Janeiro sedia Curso para os Bispos

DSC_5662 370x247A arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) iniciou na segunda-feira, dia 26, mais uma edição do Curso para os Bispos, realizado no Centro de Formação do Sumaré. Até sexta-feira, dia 30, bispos de várias regiões do Brasil concluem as reflexões sobre os documentos relacionados ao Concílio Vaticano II iniciadas em 2011.

O curso trata do relacionamento da Igreja Católica com as outras religiões, da comunicação e da liberdade religiosa. Assessoram a formação como conferencistas o prefeito da Congregação para Causa dos Santos do Vaticano, cardeal Angelo Amato, e o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli.

A cerimônia de abertura teve a presença do núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni d’Aniello; do arcebispo de São Paulo (SP) e presidente do regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Odilo Pedro Scherer; e dos conferencistas do curso. Eles foram recebidos pelo arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) e presidente do regional Leste 1 da CNBB, cardeal Orani João Tempesta, o qual destacou o caráter do curso como “tempo de encontro, reflexão, partilha e descanso”.

Além de Dom Orani, estavam presentes na cerimônia de abertura o núncio apostólico Dom Giovanni d’Aniello, o arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer e os conferencistas Cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação da Causa do Santos, no Vaticano, o arcebispo  Claudio Maria Celli, presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais e monsenhor Pierangelo Sequeri, professor da Universidade de Milão.

Nesta terça-feira, o cardeal Angelo Amato ministrou a palestra “A declaração Dominus Iesus da Congregação para a Doutrina da Fé nos quinze anos de sua publicação”. O documento foi publicado em 2000, na época em que o prefeito da Congregação era o então cardeal Joseph Ratzinger. Para o cardeal Amato, a Declaração “reafirmava a plenitude e a definibilidade da revelação de Jesus Cristo, contra as teorias da complementaridade de revelações não cristãs”.

Por CNBB

 

 

 

Publicado em 28/01/2015 por

[NOTÍCIAS/CNBB] Comissão estuda documento Sensus Fidei

Doutrina da F 2015_2 350x212A Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), iniciou reunião na segunda-feira, dia 26, para estudo do documento Sensus Fidei (Sentido da Fé), publicado pela Comissão Teológica Internacional, em 2014. O encontro que acontece no Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG), tem a preparação para 53ª Assembleia Geral da Conferência na pauta.

O bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e membro da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB, dom Wilson Angotti, comentou sobre o objeto de estudo da reunião, o documento Sensus Fidei. De acordo com ele, a publicação remete à promessa de Jesus Cristo sobre o dom do Espírito Santo, o qual recordaria aquilo que Ele havia ensinado e levaria o povo de Deus ao conhecimento da verdade. “Portanto, é sobre este aspecto que estamos refletindo: todos aqueles que possuem fé, movidos pelo Espirito Santo, têm esse senso de verdade. A igreja traz em si, como dom do Espirito, o sentido da fé”, explicou.

A reunião que geralmente ocorre em Brasília (DF), tem o apoio da arquidiocese de Belo Horizonte na acolhida dos participantes. O arcebispo de Brasília e presidente da Comissão, dom Sérgio da Rocha, agradeceu a recepção da Igreja local e destacou a oportunidade de utilizar das “diversas expressões culturais” na compreensão da Doutrina da Igreja. “É muito importante que as reuniões sejam realizadas em diferentes lugares do Brasil para que nós possamos, cada vez mais, considerar a realidade concreta em que vivemos. Temos diversas expressões culturais que devem ser avaliadas quando procuramos compreender a Doutrina da Igreja”, disse

Dom Sérgio também destacou outras atividades sob responsabilidade da Comissão. “Neste momento, estamos empenhados na atualização da Bíblia da CNBB, que serve de referência para a liturgia e a catequese. Também estamos celebrando o jubileu do encerramento do Concílio Vaticano II e estamos zelando por uma tradução atualizada dos documentos do Concílio”, contou.

Participam da reunião os outros membros da Comissão, o arcebispo de Salvador (BA), dom Murilo Krieger; o bispo de Amparo (SP), dom Pedro Cipolini; e bispo auxiliar do Rio De Janeiro (RJ), dom Paulo Cezar Costa. Além dos assessores, padre Luís Henrique Eloy e Silva e padre Antônio Luiz Catelan Ferreira, o Grupo Interdisciplinar de Peritos, que colabora com a Comissão na área Teológica, também está reunido no Santuário de Nossa Senhora da Piedade.

Fonte: CNBB – Com informações e fotografia da Assessoria de Comunicação e Marketing da arquidiocese de Belo Horizonte (MG).

 

Publicado em 28/01/2015 por

Comissão da CNBB emite nota pelo Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

trabalho escravoA Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou hoje, 28 de janeiro, nota por ocasião do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A data foi criada em 2004 e, presta homenagem a quatro auditores do Ministério do Trabalho e Emprego, assassinados quando investigavam a suspeita de uso de mão de obra escrava em fazendas de feijão em Unaí (MG).

Na nota, o bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, dom Guilherme Werlang, recorda que “a exploração do ser humano, através do trabalho escravo, é um grave desrespeito à pessoa humana, especialmente ao direito de trabalhar em condições dignas, recebendo um salário justo”.

Dom Guilherme diz que a Igreja insiste no “compromisso do Estado brasileiro de continuar adotando medidas firmes que inibam a prática do trabalho escravo”.

Confira a íntegra do texto:

Nota por ocasião do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, neste Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, dirige uma palavra a todos os que se empenham em eliminar este crime.

Em 2014, a Campanha da Fraternidade teve como tema “Fraternidade e Tráfico Humano”, com o objetivo de identificar as práticas de tráfico humano e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vistas ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

A exploração do ser humano, através do trabalho escravo, é um grave desrespeito à pessoa humana, especialmente ao direito de trabalhar em condições dignas, recebendo um salário justo. O trabalho é dimensão constitutiva do ser humano e não oportunidade para a violação da sua dignidade.

A sociedade tem a tarefa de conduzir-se por uma economia que preze a dignidade humana, acima de tudo.  Isto implica, entre outras coisas, em eliminar a prática do trabalho escravo em qualquer faixa etária, nas diferentes relações de trabalho, seja na agropecuária, na construção civil, na indústria têxtil, nas carvoarias, nos serviços hoteleiros e em serviços domésticos. Os migrantes e imigrantes estão mais expostos à essa exploração, devido à sua situação de vulnerabilidade e a necessidade de trabalhar para prover seu próprio sustento e o de sua família.

Urge reafirmar, de forma inequívoca, o inalienável valor da vida e da dignidade humana que transcende qualquer finalidade econômica. Preocupa-nos a tramitação, no Congresso Nacional, de tratativas visando revisar a definição legal do trabalho escravo, sob pretexto de regulamentar a Emenda Constitucional 81/2014 (confisco da propriedade flagrada com trabalho escravo), bem como os ataques recentes à Lista Suja, um instrumento valioso no combate ao trabalho escravo. Não se pode, em hipótese alguma, retroceder na política nacional de combate ao trabalho escravo, iniciada há 20 anos.

Insistimos no compromisso do Estado brasileiro de continuar adotando medidas firmes que inibam a prática do trabalho escravo. Neste aniversário da trágica chacina de Unaí-MG, que ceifou a vida de quatro funcionários do Ministério do Trabalho, reitera-se o apelo a que se esmere na proteção e defesa dos que lutam pelo fim do trabalho escravo. A garantia da reinserção, na sociedade, das pessoas libertadas, também requer atenção e adoção de políticas facilitadoras deste processo.

Lembramos a todos as palavras do Papa Francisco, por ocasião do Dia Mundial da Paz – 2015: “Lanço um veemente apelo a todos os homens e mulheres de boa vontade e a quantos, mesmo nos mais altos níveis das instituições, são testemunhas, de perto ou de longe, do flagelo da escravidão contemporânea, para que não se tornem cúmplices deste mal, não afastem o olhar à vista dos sofrimentos de seus irmãos e irmãs em humanidade, privados de liberdade e dignidade, mas tenham a coragem de tocar a carne sofredora de Cristo, o Qual Se torna visível através dos rostos inumeráveis daqueles a quem Ele mesmo chama os «meus irmãos mais pequeninos» (Mt 25, 40.45)”.

Jesus Cristo, que habitou o coração de Santa Bakhita, a escrava que testemunhou a esperança, nos anime a proclamar que a vida e a dignidade de todas as pessoas passam pelo trabalho digno e sua justa valorização.

Brasília, 28 de janeiro de 2015

Dom Guilherme Werlang

Bispo de Ipameri – GO
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para
o serviço da Caridade, da Justiça e da Paz

Publicado em 28/01/2015 por

Encontro de missionárias e missionários italianos que atuam na América Latina

luis450Nos dias de 19 a 23 de janeiro aconteceu em Aparecida do Norte (SP) o encontro de missionárias e missionários italianos que desenvolvem a sua missão a serviço das Igrejas e dos Povos de diferentes países da América Latina.

O tema geral do encontro foi: NADA DO QUE É HUMANO DEVE NOS PARECER ESTRANHO (EG 181). No primeiro dia, tentamos meditar e aprofundar os seguintes aspectos: Misericórdia-Discipulado-Profecia-Reino: uma nova gramática para a Missão (Hb 13,12-13). Cada dia iniciou com um testemunho, e neste primeiro dia quem o deu foi a pastora Nancy Pereira, com sua experiência de coordenação da CPT Nacional e de luta pela emancipação da Mulher.  O pe. José Oscar Beozzo nos ajudou a ler a situação eclesial latino-americana da atualidade. No dia 21, a partir do testemunho de um casal de missionários que atuam na Bolívia e de uma voluntária leiga que vive há muitos anos em El Salvador, meditamos sobre os seguintes aspectos: Discípulos missionários, na itinerância, que é profecia junto aos pobres. No terceiro dia nos debruçamos sobre os fatos que nos falam e nos mostram onde o Reino, que ainda esperamos, está se fazendo história. O testemunho nos veio de um missionário jovem padre que trabalha na Guatemala. Na reflexão sobre o Reino que se faz história, nos ajudou o biblista Sandro Gallazzi, do CEBI e da CPT do Amapá.

O conhecido biblista do CEBI, frei Carlos Mesters nos ajudou em cada dia a pontuar e evidenciar os aspectos bíblico-teológicos da Missão. No mundo de hoje, temos que encontrar, construir novos caminhos de conversão e de diferentes formas a exercitar a nossa Missão e rever continuamente a nossa presença missionária. O Papa Francisco nos convida a sair “misturar” a nossa vida com a vida dos pobres.

Estavam presentes, entre outros, Mons. Gianfranco Todisco, membro da Comissão pelas Missões da Conferência Episcopal Italiana, os membros da direção do centro Nacional Italiano – MISSIO, órgão da Conferência Episcopal, e a direção do CUM (Centro Unitário Missionário de Verona) que cuida da formação dos missionários em saída.

Foram dias de muita oração, meditação, encontros, emoções e escuta para poder fortalecer a nossa fé e coragem para testemunhar e anunciar a Boa Nova do Reino. Estas reflexões foram todas temperadas e elaboradas em forma de produção artística através de oficinas: teatro, música, pintura e poesia.

Participaram do encontro 150 pessoas, entre missionários e delegação proveniente da Itália.

 

                                                         Por  Pe. Luis Sartorel, Assessor das Pastorais Sociais na Arquidiocese de Fortaleza.

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Publicado em 28/01/2015 por

[NOTÍCIAS/Mundo] Aberto processo de beatificação e canonização de Chiara Lubich

ChiaraDurante a Segunda Guerra Mundial, a jovem professora Chiara Lubich e suas companheiras decidiram consagrar-se à vivência do Evangelho e deram início a um movimento de difusão do amor ao próximo como ideal de vida. Nascia em Trento (norte da Itália), o Movimento dos Focolares, com trajetória de mais de 70 anos.

O Movimento Focolarino se espalhou pelo mundo a partir de uma proposta voltada ao diálogo inter-religioso e ecumênico. O Movimento está presente em mais de 182 nações.

Santidade

A fundadora dos Focolares, Chiara Lubich faleceu em 14 de março de 2008, aos 88 anos. O exemplo de vida cristã e empenho pelo anúncio do Reino de Deus, a partir da proposta do amor fraterna e da unidade, foram marcas do apostolado de Chiara. Para o reconhecimento da santidade de Chiara, a Igreja deverá reconhecer milagres atribuídos a sua intercessão.

Na terça-feira, 27 de janeiro, a Igreja abriu oficialmente o processo de beatificação e canonização da fundadora do Movimento dos Focolares. A cerimônia foi presidida pelo bispo local, dom Raffaele Martinelli, na catedral de Frascati (Roma).

Marcaram presença centenas de focolarinos e cardeais, entre eles, o brasileiro João Braz de Aviz, bispos e familiares de Chiara Lubich. Durante a missa, a presidente do Movimento, Maria Voce, expressou gratidão à Igreja pela autorização do processo e ao papa Francisco pela acolhida. Que “através do exemplo de Chiara Lubich, a humanidade possa conhecer novos cenários de paz e de fraternidade universal”, disse a presidente.

Na diocese de Frascati está localizado o Centro Internacional do Movimento dos Focolares, onde Chiara viveu grande parte de sua vida.

Exemplo luminoso

Por ocasião da cerimônia, o papa Francisco enviou mensagem lida pelo cardeal Tarcísio Bertone. No texto, recorda Chiara como “exemplo luminoso de vida”. Francisco faz votos de que a “herança espiritual” de Chiara Lubich “suscite em todos os que a acompanharam uma atitude renovada de fidelidade a Cristo e de serviço generoso em prol da unidade da Igreja”.

O papa pediu aos responsáveis pelo processo que “deem a conhecer ao Povo de Deus a vida e a obra de quem, acolhendo o convite de Deus, acendeu uma luz nova pela Igreja”.

Publicado em 27/01/2015 por

[NOTÍCIAS] Tia Rita, intercedei por nós!

tia-rita300Amanhã,dia 28,quarta feira, às 19:00 horas, na Igreja da Saúde, no Mucuripe, em Fortaleza, parentes e amigos, vamos nos reunir na celebração Eucarística do Sétimo Dia da Páscoa de RITA MARQUES, ou tia Rita, como todos a chamávamos. Mulher marcante na Caminhada dos pobres, tanto na Diocese de Crateús, como em Fortaleza, na região do Mucuripe.

Foi uma das que estiveram muito próximas de Dom Fragoso, na criação do Ninho,organização de atenção e solidariedade com as mulheres marginalizadas e vítimas da prostituição.

A firmeza, a alegria, o carinho,sempre saudando a gente com o seu beijo, pleno de ternura. Os últimos nove anos foram de muito sofrimento,com uma artrose que a paralisou completamente,sendo cuidada com zelo e amor pela filha Cândida. No último dia 22 de janeiro,aos 97 anos, recebeu o Beijo de Deus!

Convidamos a você que mora em Fortaleza a vir celebrar esse momento de ação de graças por tão forte testemunho de fé e compromisso com a vida temperada de amor.

Bença,Tia Rita! Intercedei por nós!

Por Zé Vicente, Cantor, compositor e poeta

 


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