Meditação do XXI Domingo do Tempo do Comum - (Mt 16,13-20) | Arquidiocese de Fortaleza
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Meditação do XXI Domingo do Tempo do Comum – (Mt 16,13-20)

Queridos irmãos em Cristo!

Reunidos para celebrarmos o mistério pascal do Senhor nos encontramos para partilhar a sua Palavra e o pão consagrado na certeza que sua divina presença nos impulsiona a construirmos o reino que também é nosso.

Neste Domingo a liturgia nos apresenta uma pergunta fundamental para toda a nossa vida e ação pastoral: Quem é Jesus? Com toda certeza, se nós fizéssemos uma pesquisa, dentro da própria celebração, muitas respostas seriam fornecidas. Todavia o que nos chama atenção não é o fato da diversidade, mas o risco que corremos em limitar a pessoa e a missão de Cristo apenas as categorias de conceito.

Vivemos o desafio de um mundo repleto de mudanças velozes e normalmente não temos muito tempo para a profundar as questões, o maior e mais perigoso sinal vem sendo o da indiferença religiosa, ou seja, quando as pessoas já não sentem mais falta de Deus, do convívio comunitário e da necessidade de celebrar juntos os fatos da vida!

Responder a esta pergunta que o próprio Senhor nos apresenta é comprometer-se com o seu projeto, assumir a responsabilidade de ser testemunha no mundo do Evangelho, participar da comunidade de fé (a Igreja) em espírito de unidade e de comunhão com os seus representantes (Pedro), é também viver em espirito de colegialidade e reconciliação contínua consigo, com Deus e com os irmãos, permanecendo ligado com o céu, extremamente comprometidos com as coisas terrenas!

A liturgia deste domingo nos convida a colocarmos o Senhor definitivamente como o centro de nossas vidas não somente de maneira alegórica ou figurativa, mas de maneira que essa opção ilumine e oriente as nossas demais escolhas vitais, pois “tudo é dele, por ele e para ele!” (2ª Leitura).

Buscar corresponder ao projeto de Deus requer crescer na confiança e na fidelidade as promessas divinas. Quando nos desviamos do caminho da aliança com o Senhor nosso Deus, perdemos a autoridade e o direito de servi-lo – foi exatamente o que aconteceu com Sobna, o administrador do palácio. O próprio senhor da messe se incumbirá de escolher outro servo fiel, firme como uma estaca em lugar seguro. (1ª leitura)

Celebrando neste mês de agosto as vocações e, em especial condição a vocação á vida religiosa e consagrada, nos unimos a todas as congregações masculinas e femininas que buscando viver em comunhão fraterna testemunham radicalmente o batismo e nos indicam quem de fato é Jesus! Que a vida religiosa continue sendo essa possibilidade nova de viver o Evangelho de Cristo renovando cada vez mais os caminhos e a ação da Igreja.

Em Jesus, o bom pastor e Maria, nossa mãe.
Pe. Fernando Antonio Carvalho Costa

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