
São Macário, o Grande
São Macário, o Grande, foi também um eremita egípcio. Desde jovem, São Macário amava a solidão, entregando-se à oração e à meditação. Para isso, construiu uma cabana em local ermo.
São Macário dedicava-se à tecelagem de cestas e tapetes, para não viver no ócio, pondo em prática a célebre ideia do “ora et labora” (= reza e trabalha) dos monges do deserto.
O seu exemplo suscitou o desejo de outros jovens de viverem a vida monástica. São Macário viveu de 300 a 390.
Santo Habacuque
Santo Habacuque (ou Habacuc) foi um profeta do século VII a.C., contemporâneo do profeta São Jeremias. Sua vida transcorreu durante o cativeiro do povo judeu na Babilônia.
Santo Habacuque é o profeta que questiona a Deus sobre a punição do povo de Israel, mas é também ele que diz a célebre frase: “o justo viverá por sua fidelidade” (Hc 2,47), citada por São Paulo em referência à doutrina da fé.
Santo Efísio
Santo Efísio foi um mártir no governo do imperador Diocleciano. De acordo com a tradição, Santo Efísio sofreu torturas inimagináveis. Santo Efísio sofreu o martírio no ano 303.
São Paulo de Tebas
São Paulo de Tebas foi um eremita egípcio. Ele era de família nobre, mas deixou tudo para refugiar-se no deserto e aí permaneceu até o fim da vida. Santo Antão o visitava de tempos em tempos, e essa era a única visita que ele recebia.
De acordo com seus biógrafos, São Paulo de Tebas era alimentado por um pássaro que lhe trazia a refeição.
São Paulo de Tebas viveu de 230 a 342, ou seja, morreu na bela idade de cento e doze anos.
São Miqueias
São Miqueias foi um profeta do século VIII a.C. Ele foi contemporâneo de outros dois profetas: Santo Oseias e Santo Isaías.
São Miqueias era de origem camponesa, como o profeta Santo Amós. O livro do profeta São Miqueias textos de ameaças de castigos e destruição universal, bem como textos de esperanças e promessas.
É São Miqueias quem profetiza o nascimento do Messias na cidade de Belém de Éfrata, descrevendo-O como um Rei pacífico, que apascentará o rebanho do Senhor Deus (Mq 5,1-3).
Texto: Professor Antônio Brandão Macêdo.