
São Francisco Caracciolo
São Francisco Caracciolo (leia-se “caratchólo”), o primeiro santo de hoje, foi um jovem estudante na Universidade de Nápoles, nos anos de 1580. Mas ele queria ser padre e não podia ser ordenado, por apresentar uma doença na pele que o fazia parecer um leproso. Nessa época, ele atendia pelo nome de Ascânio.
Por milagre, ficou curado e pôde, enfim, tornar-se padre. Ficou em Nápoles e continuou prestando assistência aos encarcerados.Depois, recebeu o convite de outros dois religiosos para colaborar na fundação dos Clérigos Regulares Menores. Nessa congregação, Ascânio mudou o nome para Francisco.
Faleceu em 1608, aos quarenta e cinco anos. Durante seus funerais, ocorreu a cura de um aleijado. O povo de Nápoles o elegeu seu copadroeiro, mas sua canonização só ocorreu quase duzentos anos depois, em 1807.
Santo Arésio e São Daciano
Hoje lembramos Santo Arésio e São Daciano, mártires romanos.
São Quirino e São Rutílio
São Quirino foi bispo na Croácia e mártir na Panônia, no ano de 308, juntamente com São Rutílio.
Santa Saturnina de Arras
Santa Saturnina de Arras (leia-se “arrá”), também mártir, foi uma virgem que sofreu o martírio numa época imprecisa.
São Petroco
São Petroco nasceu no País de Gales, estudou na Irlanda, voltou como missionário e fundou um mosteiro na região inglesa da Cornualha e faleceu em 594.
Santo Optato de Mileva
Santo Optato foi bispo na Numídia, região norte da África. Considerado ilustre escritor e fecundo apologista, escreveu seis tratados contra o cisma donatista, o qual defendia que os cristãos decaídos, em consequência da perseguição do imperador Diocleciano, deveriam ser tratados com mais rigor.
O próprio Santo Agostinho se serviu dos escritos de Santo Optato em sua caminhada de conversão. Ele faleceu no ano de 387.
Pesquisa: Professor Antônio Brandão Macêdo