Pastoral Carcerária realiza Celebração da Ceia do Senhor em presídio feminino

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Membros da Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Fortaleza – Foto: divulgação

Em um clima de fé, recolhimento e profunda vivência do amor cristão, a Pastoral Carcerária promoveu a Celebração da Ceia do Senhor, no dia 30 de março, unidade prisional feminina, Instituto Penal Feminino Auri Moura Costa, em Aquiraz, reunindo internas e agentes pastorais em um momento marcante da Semana Santa.

A equipe foi composta pelo Pe. Marcos Passerini, MCCJ, Ir. Gabriella, Maria da Cruz, Ir. Lourença, Ir. Elizabeth, Jorge e Maria de Fátima, contando também com a colaboração da equipe do Centro de Estudos BíblicoS, representada por Rosângela e Maria Helena.

A entrada na unidade ocorreu de forma tranquila, com breve tempo de espera. Ao chegarem, as mulheres já se encontravam reunidas no espaço preparado para a celebração, demonstrando expectativa e acolhida.

A celebração foi organizada pela equipe da Pastoral Carcerária e animada pelo grupo de canto e música “Acordes”, formado pelas próprias internas da unidade. A Santa Missa, incluindo o rito do lava-pés, foi presidida pelo Pe. Marcos Passerini, MCCJ, que conduziu o momento com profundidade e sensibilidade, destacando o significado da Ceia do Senhor como memorial do amor de Cristo.

Durante a homilia, foi ressaltada, de modo especial, a lição do serviço e o mandamento do amor deixado por Jesus, convidando todas a viverem esses valores no cotidiano. A participação das internas foi expressiva e comovente. As mulheres que representaram os discípulos no rito do lava-pés fazem parte do círculo de construção de paz, sinal concreto de compromisso com a reconciliação e a fraternidade.

Ao final da celebração, foi partilhado um momento fraterno com um lanche preparado pela equipe da Pastoral Carcerária e do CEBI, composto por bolo e trufas de chocolate, além de refrigerante. O gesto simples foi recebido com alegria e gratidão pelas internas, que manifestaram reconhecimento pelo trabalho pastoral realizado naquele ambiente.

A celebração deixou marcas de esperança, comunhão e dignidade, reafirmando a presença da Igreja junto às pessoas privadas de liberdade e o compromisso com a vivência do Evangelho em todos os espaços.

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