Presbitério

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques

Contato
Rua Senador Almino, 310 – Praia de Iracema – 60060-220 – Fortaleza – Ceará
Fone: (85) 4012-8150 – Fax: (85) 3219 1767
E-mail: arcebispo@arquidiocesedefortaleza.org.br

Origem Familiar
Nasceu em Jaú, SP., na Diocese de São Carlos no Brasil, aos 13 de maio de 1948, filho de Antonio Marques de Toledo e de Arminda Tosi Marques, ambos já falecidos. O primeiro dentre cinco filhos e uma filha. Em 1953 a família se transferiu para Barra Bonita, SP.

Dados Sacramentais
Recebeu o Batismo aos 13 de junho de 1948, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio em Jaú, SP, pelas mãos do Pe. Francisco Serra
a Crisma a 6 de janeiro de 1949, na mesma Igreja, de D. Ruy Serra; Bispo Diocesano de São Carlos;
Aos 28 de outubro de 1956, na Igreja Matriz de São José em Barra Bonita, SP, recebeu a Primeira Eucaristia do Pároco Pe. Lauro Gurgel do Amaral
A 2 de dezembro de 1973, na Catedral de São Carlos Borromeu, foi ordenado Diácono, pelas mãos de Dom Constantino Amstalden, Bispo Administrador Apostólico de São Carlos;
A 8 de dezembro de 1974, na Igreja de Santo Antonio, Paróquia de São José em Barra Bonita, SP, foi ordenado Presbítero, pelas mãos de Dom Constantino Amstalden, Bispo Administrador Apostólico de São Carlos
Foi nomeado pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no dia 10 de julho de 1991, Bispo Auxiliar do Eminentíssimo Cardeal Lucas Moreira Neves, O. P. , Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil, com o Título de Bispo de Lisínia;
Foi ordenado Bispo pelas mãos do mesmo Cardeal Lucas Moreira Neves, O. P., aos 20 de setembro de 1991, na Catedral de São Carlos Borromeu, na Cidade e Diocese de São Carlos, SP., no Brasil.
Foi apresentado como Bispo Auxiliar à Arquidiocese de São Salvador da Bahia, no dia 10 de outubro de 1991, na Igreja Basílica de São Sebastião do Mosteiro de São Bento em Salvador, BA, Brasil.
Foi nomeado pelo Santo Padre o Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999, Arcebispo de Fortaleza, CE, Brasil.

Formação Escolástica
Fez o Curso Primário no Grupo Escolar ” Dr. Fernando Costa ” em Barra Bonita, SP, nos anos 1955 a 1958;
Fez o Curso Secundário no Ginásio Estadual de Barra Bonita, nos anos 1959 a 1962;
Em seguida fez o Curso Técnico de Contabilidade no Colégio Comercial de Barra Bonita, nos anos 1963 a 1965;
Cursou por dois anos os estudos de Magistério , interrompendo-os para o ingresso no Seminário Menor Diocesano de São Carlos em 1966;
No Seminário Menor Diocesano de São Carlos, cursou em 1966 o 2º Ano Clássico e em 1967 concluiu o 3º Ano Clássico;
Realizou seus Estudos Filosóficos no recém fundado Seminário Maior Diocesano de São Carlos, nos anos 1968 a 1970;
Residindo no Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, em Curitiba, PR, realizou os Estudos Teológicos no ” Studium Theologicum Claretianum ” , filiado à Universidade Lateranense de Roma, nos anos 1971 a 1974;
De outubro de 1977 a março de 1978 fez Curso de Espiritualidade na Escola Sacerdotal do Movimento dos Focolares em Frascati, Itália.

Exercício do Ministério Presbiteral
Exerceu sua missão sacerdotal no Seminário Diocesano de São Carlos
(Menor e Maior ) : como Diretor Espiritual nos anos 1975 a 1978 e como Reitor do mesmo Seminário de 1979 a 1986.
Lecionou do Seminário desde 1975 a 1991 diversas disciplinas: Doutrina Cristã, Espiritualidade, História da Salvação, Instrodução à Sagrada Escritura, Lógica, Cosmologia, Ontologia do Ser Vivo, Antropologia Filosófica.
Durante o período de Direção do Seminário Diocesano, auxiliou como Vigário Paroquial em algumas Paróquias: Borborema, Ibaté e Catedral de São Carlos – na Reitoria da Capela do Educandário São Carlos.
Neste mesmo período foi nomeado Coordenador Diocesano da Pastoral Vocacional e iniciou um acompanhamento dos Movimentos Familiares na Diocese.
No início de 1987 foi nomeado pároco da Paróquia de Santo Antonio de Vila Prado em São Carlos, onde permaneceu até sua nomeação episcopal a 10 de julho de 1991.
Em 1988 foi nomeado Vigário Episcopal e Coordenador Diocesano de Pastoral
Durante seu ministério sacerdotal na Diocese de São Carlos, participou continuamente do Conselho de Presbíteros, Conselho para Assuntos Econômicos, Colégio de Consultores.
Exerceu a função de Defensor do Vínculo na Câmara Auxiliar Permanente da Diocese de São Carlos ao Tribunal Eclesiástico da Província de Campinas.
Desde 1983 foi nomeado cônego do Cabido Diocesano.

Exercício do Ministério Episcopal
Como Bispo Auxiliar de São Salvador da Bahia, recebeu a nomeação de Vigário Geral da Arquidiocese desde 1991 a 1999.
Responsável pela Formação Sacerdotal e Diaconal: acompanhando na Arquidiocese as Equipes de Formação dos Seminários Propedêutico e Maior, Instituto de Teologia e Escola Diaconal e Pastoral Vocacional, e a Formação Permanente do Clero, de 1991 a 1998.
Exerceu o magistério ensinando no Instituto de Teologia da Universidade Católica do Salvador, diversas disciplinas: Teologia dos Ministérios, Teologia da Espiritualidade, Teologia do Matrimônio, Teologia Pastoral.
Encarregado de articular e formar na Arquidiocese a Pastoral Familiar a partir de Movimentos Familiares e Coordenação Arquidiocesana de En contros de Preparação para os noivos, de 1992 a 1999.
Responsável no acompanhamento dos Movimentos, Associações e Serviços Eclesiais presentes na Arquidiocese ( Apostolado da Oração, Associação das Senhoras da Caridade, Comunhão e Libertação, Movimento de Cursilho de Cristandade, Curso sobre a Igreja, Encontro de Casais com Cristo, Encontro do Diálogo, Equipes de Nossa Senhora, Federação das Congregações Marianas, Comunidade de Vida Cristã, Movimento dos Focolares, Legião de Maria, Movimento Apostólico de Schönstatt, Movimento Escalada, Movimento Familiar Cristão, Movimento Serra, Núcleo Noelista de Salvador, Ordem Franciscana Secular, Renovação Carismática Católica, Sociedade São Vicente de Paulo, Oficinas de Oração e Vida, Comunidade Católica Shalom, Comunidade Canção Nova, Fraternidade Missionária Verbo de Vida, Comunidade de Jovens Cristãos, (OPA – Oração pela Arte ), e no acompanhamento e formação dos Leigos, de 1991 a 1999.
Responsável na Arquidiocese pela Pastoral da Juventude e Pastoral da Criança, de 1991 a 1998.
De 1993 a 1999, Vigário Episcopal para a Pastoral com a responsabilidade de acompanhamento e formação de todas as Comissões Pastorais na Arquidiocese, do Conselho Arquidiocesano de Pastoral e da Coordenação da Comissão Central de Pastoral.
A partir de 1996, responsável pela animação do PRNM de preparação para o Grande Jubileu do Ano 2000, com a supervisão das Comissões Pastorais (32) nas exigências TESTEMUNHO, SERVIÇO, DIÁLOGO e ANÚNCIO.
Como Bispo Auxiliar, participante na Arquidiocese de Salvador dos Conselhos: Episcopal, Presbiteral, Pastoral e Colégio de Consultores.
No Regional NE III da CNBB, Bahia e Sergipe, assumiu em diversos períodos o acompanhamento especial da Pastoral da Criança, da Pastoral Familiar e da Formação Sacerdotal, R.C.C.; Coordenação Estadual.

Situação atual do Ministério
Nomeado Arcebispo Metropolitano de Fortaleza pelo Papa João Paulo II, no dia 13 de janeiro de 1999 e Tomada de Posse na Arquidiocese de Fortaleza no dia 24 de março de 1999.
Presidente do Regional Nordeste 1 da CNBB; Ceará, para o atual mandato de 2007 – 2011.

Escudo Arquiepiscopal
Lema: ” FIAT VOLUNTAS TUA ***
*** Venha o teu reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE assim na terra, como no céu. ” ( Mt. 6, 10 )

Deus Amor em sua Unidade e Trindade é o Mistério fonte e meta de toda a humanidade e de todo o universo. Nele todos nos movemos e somos. Imagem e semelhança de Deus somos criados: pluralidade na unidade do Amor.
Jesus, o Verbo, se encarnou para estabelecer na terra, como no céu, o Reino de Deus – Sua Vontade feita em nós. A Igreja é na terra o germe e o sacramento do Reino: Povo reunido na Unidade da Trindade.
O escudo arquiepiscopal (coberto pelo chapéu prelatício com quatro fileiras de borlas e encimado pela cruz arquiepiscopal de dupla trave) na sua única cor azul quer expressar a Unidade Divina que vive na Trindade das Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo – expressa nos três campos iguais e cosidos.
No centro o Mistério Pascal de Cristo, o Filho de Deus, que na cruz deu toda sua vida por amor de nós homens e por nossa salvação. O vermelho do centro da cruz simboliza o Amor de Deus que atinge seu ápice no Abandono – com o Dom do Espírito Santo, fogo que Jesus veio acender na terra e quer que se espalhe.
Mergulhada toda no Mistério da Paixão Salvadora de Cristo está Maria Desolada, Mãe e Modelo da Igreja – Estrela Guia da Salvação e da Evangelização. No centro do escudo Jesus Crucificado e Abandonado, chave da Unidade; Maria Desolada, Porta do Céu; estas referências espirituais e simbólicas expressam as raízes espirituais do arcebispo na Obra de Maria, Movimento dos Focolares, sua família espiritual na Igreja.
A prata dos traços do escudo quer exprimir a glória que envolve todo o Mistério da Vida Divina que já se encarna na terra como graça do céu – glória do Senhor Ressuscitado.
O arcebispo deseja fazer de sua vida e episcopado, humilde serviço para que a Vontade Divina se realize na Igreja e na Família Humana, assim na terra como no céu. ” Fiat Voluntas Tua ” – Seja feita a vossa vontade: ” Para que todos sejam um ” ( Jo. 17, 21 ) no Amor de Deus.

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