Nossa Senhora das Dores
Nossa Senhora é chamada de Corredentora, por ter participado da missão do seu Filho de redimir a humanidade, participação essa que foi do início até o fim.
E diante da cruz, no momento de maior dor de Jesus Cristo, Nossa Senhora recebe a incumbência de cuidar dos novos filhos de Deus. A adoção se deu no momento em que Jesus, olhando para a humanidade na pessoa de São João, diz: “eis o teu filho”.
E a humanidade se torna filho adotivo de Maria quando Jesus diz ao mesmo São João: “eis a tua mãe”. Se o parto de Jesus foi sobrenatural, virginal e indolor, a geração da humanidade como novo “filho de Deus” se deu de forma dolorosíssima.
Naquele instante, ao pé da cruz, Nossa Senhora sentiu as maiores dores que uma mulher seria capaz de sentir. E essas palavras de Jesus (“eis o teu filho; eis a tua mãe”) constituem a “última cláusula do testamento divino” antes de dar o último suspiro pela humanidade.
Não podemos nunca ter uma ideia total das dores de Nossa Senhora, porque ela era a “Senhora do Silêncio” e não revelou a ninguém o que de fato sofreu. Mas suas dores só foram suportadas porque ela tinha a fortaleza dada pelo Espírito Santo.
Santa Catarina de Gênova
Santa Catarina de Gênova era de família nobre e casou-se aos dezesseis anos. Seu marido era um tipo de má conduta. Mas, com muita oração, bom exemplo e boas palavras, Santa Catarina conseguiu a conversão do marido.
Ela realizou muitas obras de caridade e de assistência aos mais necessitados. Viveu de 1477 a 1510, apenas trinta e três anos.
Texto: Professor Antônio Brandão Macêdo.