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Trilha ecológica no Parque do Cocó marca o terceiro dia da Assembleia da USGCB

A XLI Assembleia Nacional da USGCB promoveu, na tarde do terceiro dia (22) de sua realização, uma visita ao Parque Ecológico do Rio Cocó e à Praia de Iracema. A ideia era aprofundar o tema proposto no evento “Cultivar a mística do cuidado da Casa Comum, comprometida com a Vida Religiosa em saída”, à luz da realidade vivenciada nos distintos espaços onde a vida acontece.

A Irmã Leonir Tomazi, do Instituto Jesus Maria José, classificou a atividade como Graça Divina, uma oportunidade única de aproximação com a natureza e reflexão. “Depois de dois dias de aprofundamento e vivência do tema da nossa assembleia, nesta tarde de quarta-feira, tivemos a graça de contemplar e nos deixar tocar pelas maravilhas da criação, com o passeio ao Parque Ecológico do Cocó. Foi um dia de convívio fraterno e perfeita comunhão com a Casa Comum”, ressalta a religiosa.

O pôr do sol, contemplado durante o passeio à Beira Mar foi definido pela Irmã Leonir como um “espetáculo do entardecer”, que deve ser exaltado como as maravilhas de Deus. “O Senhor fez maravilhas!”, reconhece.

De acordo com Irmã Vera Lúcia, das Filhas de Santa Teresa de Jesus e membro da coordenação nacional da USGCB, “fazer uma trilha, contemplar o verde manguezal, ouvir o suave canto dos pássaros, observar os pequenos animais em seu habitat natural foi como um coroamento das atividades que envolveram o tema da Assembleia”.

Ainda segundo Irmã Vera Lúcia, com o passeio, a USGCB possibilitou um encontro e vivência das/s participantes com a natureza como forma de enriquecimento da reflexão do tema proposto pela Assembleia. “A visita ao Parque foi importante oportunidade de ver, ouvir e sentir a natureza pulsando no coração da cidade, cercada por um imenso ‘cordão’ de edifícios, mas viva e preservada à custa de muita luta do povo”, disse, ressaltando que momentos como este são importantes para compreender a bondade e sabedoria de Deus em toda a criação.

A experiência vivenciada a partir do encontro com a natureza, tanto na visita ao Parque do Cocó quanto à beira mar, foi avaliada pela Irma Jucilene de Souza, das Servas Franciscanas da Divina Providência como necessária para refletir sobre “a ‘Casa Comum’, sentir a dor da destruição da vida e lutar pela sua existência”.

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