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Dom Eduardo Pinheiro fala sobre a dedicação da Igreja à Juventude

Dom_EducardoNa tarde da quarta-feira, 17 de abril, sétimo dia da 51ª Assembleia, o bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro participou da coletiva de imprensa realizada no Centro de Eventos padre Vítor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP) e falou sobre a importância dos jovens para a Igreja.

Dom Eduardo lembrou a atenção histórica que a Igreja e a CNBB possuem pelos jovens, materializada principalmente através dos planos pastorais, diretrizes e documentos que priorizam a juventude. O bispo destacou que neste ano de 2013 a Igreja vive o chamado “Ano da Juventude”, uma vez que acontecerá em julho, no Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), além da Campanha da Fraternidade (CF) deste ano ter tido como tema a juventude.

“Se a JMJ atinge de uma maneira especial e diretamente o coração dos jovens e eles se entusiasmam tão rapidamente, a CF visou e visa que as estruturas da Igreja e o mundo adulto desperte o valor da juventude”, disse.

Contextualizando a valorização da juventude, dom Eduardo fez referência ao Documento 85 “Evangelização da Juventude – Desafios e perspectivas pastorais”, lançado em 2007 pela CNBB, que se apresenta como documento base para quem se envolve com a juventude. “É um documento ideal para evangelizadores, educadores, pastores e pessoas interessadas em fazer valer esse contexto mais favorável à juventude”.

Dom Eduardo destacou o trajeto percorrido para a JMJ que teve início em 2007 com o pedido oficial ao Papa Bento XVI, passou por 2011 com a chegada da Cruz peregrina e do ícone de Nossa Senhora ao Brasil e, agora, em 2013, com o grande evento em julho. “A peregrinação da Cruz e do ícone tem feito um grande bem aos jovens que participam, para a Igreja que tem favorecido e para a sociedade que acolhe. Todos só têm a ganhar com a Jornada”, ponderou.

Em suas palavras finais dom Eduardo expos que após a JMJ a CNBB terá a preocupação em manter vivas as iniciativas de trabalho junto aos jovens e à evangelização, para que eles permaneçam em sintonia e animados com as graças de Deus. “Este será um momento singular e é preciso saber reconhecer o valor e aproveitar bem”, disse.

Fonte: CNBB

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