Atualidades

Comunhão e partilha entre as dioceses brasileiras

Dom Alfredo Shaffler (foto), bispo de Parnaíba (PI), encaminhou, junto ao Conselho Permanente da CNBB, a operacionalização de uma das principais decisões do episcopado brasileiro, durante a 50ª Assembleia Geral da CNBB, em abril deste ano, que foi a criação de um fundo para colaborar com a formação dos seminaristas das dioceses mais pobres. Chamado de “Comunhão e Partilha”, o projeto, aprovado por unanimidade, já está em pleno funcionamento.

Criada em maio deste ano, a Comissão Especial para a Solidariedade Entre as Dioceses é presidida por dom Alfredo. Após um levantamento das dioceses e prelazias que não têm recursos para custear plenamente a formação de seus seminaristas, elas foram divididas em dois grupos: o grupo A, com renda mensal até R$ 10 mil; e o grupo B, com renda mensal acima de R$ 10 mil e abaixo de R$ 20 mil.

Por decisão do Conselho Permanente, inicialmente foram atendidas as dioceses e prelazias do grupo A, até que o recurso permita atender ao grupo B. Todas as dioceses, a partir de julho de 2012, passaram a depositar 1% de sua renda ordinária fixa – recebida mensalmente das paróquias, dos santuários, dos aluguéis e de outras entradas – todo dia 30 de cada mês.

Na CNBB, a Comissão encarregada de administrar e supervisionar o fundo de solidariedade faz o repasse ao seminário/casa de formação, no valor de dois salários mínimos, em benefício de cada seminarista pertencente às dioceses e prelazias do Grupo A. Também está previsto, quando houver recursos, o repasse do valor de 75% de dois salários mínimos, em benefício de cada seminarista pertencente às dioceses do Grupo B. A diocese beneficiada deve informar à CNBB o nome do seminarista, bem enviar um relatório anual da ajuda recebida e sua aplicação.

Já foram beneficiadas pelo projeto as dioceses de São Raimundo Nonato (PI), Corumbá (MS), Bom Jesus (PI), Zé Doca (MA), Ponta de Pedras (PA), Brejo (MA), Marajó (PA), Paranatinga (MT) e Borba (AM). O projeto “Comunhão e Partilha” terá duração de cinco anos, quando será submetido à avaliação pela Assembleia Geral da CNBB.

Fonte: CNBB

Compartilhe

Subir

Seja o primeiro a comentar »

Seja o primeiro a comentar »


Deixe seu Comentário

Nome (necessário)

E-mail (não será publicado) (necessário)

Website

Atualidades

Lutero e sua marca na História

Inauguração da Centro de Evangelização do Shalom Bela Vista

Papa Francisco pede fim de armas nucleares

Presidente da CNBB foi nomeado pelo Papa Francisco como Relator Geral do Sínodo 2018

Editorial – novembro 2017: “Ano do Laicato no Brasil”


QR Code Business Card