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Começa o 7º Encontro das Entidades Negras Católicas, em Londrina.

Aconteceu nesta quinta feira, 9, na cidade de Londrina (PR) a abertura do 7º Encontro das Entidades Negras Católicas que tem como tema “A Pastoral Afro-Brasileira e os desafios do século XXI”.

A celebração de abertura foi presidida pelo bispo de Paranaguá (PR), dom João Alves dos Santos, que é bispo referencial da pastoral afro-brasileira. A celebração contou ainda com a presença de dom Antônio Wagner, bispo de Guarapuava (PR), dom Albano Cavalin, arcebispo emérito de Londrina (PR), representando dom Orlando Brandes. O encontro está reunindo representantes da Pastoral Afro de todo o Brasil, entre leigos, religiosos e sacerdotes.

Falando aos presentes, dom Albano recordava que o “Brasil é uma reserva de alegria para o mundo e a Pastoral Afro-Brasileira deve continuar a ser a reserva de alegria dentro da Igreja”. Na homilia, dom João Alves dos Santos reforçou a necessidade dos agentes aprofundarem as experiências de partilha e fraternidade conclamando os presentes a contribuírem com toda a sociedade em favor da vida.

No de hoje, 10, o encontro terá continuidade na Casa de Espiritualidade Monte Carmelo. Na parte da manhã haverá o estudo sobre o Concilio Vaticano II e o desafio da inculturação, trabalho conduzido pelo padre José Oscar Beozzo. A parte da tarde será dedicada à análise de conjuntura e o estudo das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadoras da Igreja no Brasil (DGAE).

O assessor da Pastoral Afro, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jurandyr Azevedo Araújo, afirmou que o encontro demonstra o entusiasmo e a vida nas comunidades representadas para uma perspectiva de novas alternativas para a ação Pastoral no Brasil.

Por: CNBB

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1 Comentário »

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  • Álvaro Barbosa disse:

    Acredito que devamos utilizar-se daliturgia com ela é, e não "modernizando" com estolas coloridas, e sem sentido litúrgico nenhum. A missa é universal, e a verdadeira inculturação significa ordenar uma cultura em torno a Cristo Rei do Universo, e não “relativizar” a Fé para adequá-la às crenças de não-católicos e nem muito menos pressupôr que quaisquer manifestações religiosas são, de per si, outras formas (em princípio válidas) de se referir ao Deus Verdadeiro.


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