Atualidades

Meditação do XIII Domingo do Tempo do Comum – (Mt 10,37-42)

Queridos irmãos em Cristo!

Deus nos acolhe em seu amor e caminha sempre conosco convidando-nos a uma escolha fundamental, uma opção radical pela felicidade, pela vida plena a fim de cantarmos eternamente o seu amor de geração em geração!

A hospitalidade como traço da presença de Deus transforma tanto quem acolhe quanto quem é acolhido, ou seja, todo e qualquer ato de acolhimento não fica sem uma justa medida de gratuidade e de recompensa. A primeira leitura é um clássico exemplo disto que estamos refletindo, quando Eliseu ao hospedar-se na casa de uma senhora proclama a bênção de deus sobre a vida daquela mulher: “daqui a um ano, neste tempo, estarás com um filho nos braços”!(2 Rs4,16)

Acolher a vida nova que o Senhor nos propõe é algo que o fazemos, na fé de nossos pais e padrinhos, desde o nosso batismo e que aos poucos, em nossa iniciação cristã vamos consolidando. Morrer para o pecado e viver para a vida da graça é a tarefa de cada um de nós, por meio de um continuado processo de conversão na vivência da oração pessoal, leitura e meditação da Palavra, na ação pastoral e comunitária. Todavia a vida de pecado continuará a nos propor o outro caminho, muitas vezes bem mais largo, mais fácil e mais encantador. Caberá a nós “considerar-nos mortos para o pecado e vivos para Deus em Jesus Cristo” (Rm 6,11).

A opção que fazemos por Jesus não cabe meio termos. Será sempre uma tomada radical de atitude de nossa parte, pois ao acolhermos o Senhor em nossas vidas deveremos, inclusive, converter a nossa forma de amar até os nossos mais próximos, como os nossos familiares e filhos. Jesus inclusive nos mostra qual deve ser o nosso modelo de amor e de acolhimento: a cruz!

O seguimento do Senhor passará primordialmente pela tomada da cruz como forma de amor radical a todos, em especial aos pequeninos, pobres e excluídos, aos quais preferencialmente Ele veio. Notemos que o chamado que Jesus nos faz não será do tipo: “Siga-me e pegue a sua cruz”! Mas é justamente o inverso: “Se você é capaz de tomar a sua cruz, acolhê-la e amá-la como eu fiz, então, pode me seguir”!

Em Jesus, o Bom Pastor e no Imaculado coração de Maria.
Pe. Fernando Antonio Carvalho Costa

 

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