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A unidade entre os cristãos é uma das marcas do pontificado do papa Francisco

Desde seu primeiro pronunciamento, em 13 de março de 2013, o Papa Francisco ressaltou o caminho da Igreja como um caminho de “fraternidade”. “Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade”. E não é apenas no discurso que o Papa Francisco vem dando passos concretos na direção de construir a fraternidade e a unidade entre os cristãos no mundo.

Em 31 de outubro de 2016, o papa Francisco e o presidente da Federação Luterana Mundial (LWF, siga em inglês), assinaram na Suécia uma Declaração Comum, por ocasião da comemoração católico-luterana dos 500 anos da Reforma protestante.

Na semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, de 2015, o papa ressaltou que “muitas controvérsias entre os cristãos, herdadas do passado, podem ser superadas, colocando de lado qualquer atitude polêmica ou apologética e procurando juntos de compreender profundamente o que nos une, ou seja, a chamada a participar do mistério de amor do Pai que nos revelado pelo Filho por meio do Espírito Santo”.

Para o papa Francisco, a unidade dos cristãos não será o fruto de refinadas discussões teóricas, em que cada um vai tentar convencer os outros da justeza das suas opiniões. “Virá o Filho do Homem, e nos encontrará ainda a discutir. Devemos reconhecer que para chegarmos à profundidade do mistério de Deus, precisamos uns dos outros, precisamos de nos encontrar para nos confrontarmos guiados pelo Espírito Santo, que harmoniza as diversidades e supera os conflitos”, disse.

Passos concretos
Na Semana pela Unidade dos Cristãos, comemorada no hemisfério Norte de 18 a 25 de janeiro desse ano, cujo tema foi “Reconciliação, é o amor de Cristo que nos impele”, os 500 anos da Reforma protestante, iniciada por Martinho Lutero, foi evocado.

“O movimento ecumênico vai frutificando, com a graça de Deus. Que o Pai do Céu continue a derramar as suas bênçãos sobre os passos de todos os seus filhos. Irmãs e irmãos muito amados, servi a causa da unidade e da paz”, disse o papa na abertura da semana.

Em encontro histórico em Havana-Cuba, em 12 de fevereiro de 2016, o papa Francisco e o patriarca ortodoxo russo Kirill defenderam o restabelecimento da unidade do Cristianismo, fraturado por um cisma milenar, e pediram a proteção de todos os cristãos perseguidos no Oriente Médio.

No Egito, em reunião com líderes muçulmanos, o papa pediu aos líderes religiosos que digam “um não forte e claro” a toda violência cometida em nome de Deus e alertou contra a “instrumentalização” da religião por parte do poder.

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