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Viciado na internet

Por Pe. Brendan Coleman Mc Donald*.

Tenho muitos amigos e conhecidos que passam horas e horas todo dia na internet. Pessoalmente gasto pouco menos de duas horas por dia conectado. Por isso li com grande interesse um artigo da Dra. Sylvia van Enck intitulado “Vício em Internet afeta pessoas de todas as idades” (cf. Jornal Santuário, 16.06.’13, p.9). A autora do artigo é Membro do Núcleo de Dependência de Internet do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (SP) afirma que “A maior índice é de jovens entre 13 e 21 anos. Depois temos a população adulta, até 36 anos, e pessoas com mais idade”. Poucos sabem que o vício em Internet pode causar irritabilidade, agressividade, depressão, sudorese e taquicardia quando os viciados estão longe do notebook, tablete, smartphone ou computadores em gerais. Segundo a Dra. Enck “Esse tipo de reação é semelhante à abstinência de álcool e drogas”. O viciado na Internet, frequentemente encontra problemas com o funcionamento do computador. Quando estes acontecem, o viciado fica numa frustração e nervosíssimo exagerado além de gastar um bom dinheiro com o técnico de manutenção.

O vício em Internet enfrenta várias outras problemas. O mais conhecido entre os jovens é o baixo rendimento escolar, afastamento da família e amigos, além de brigas com os pais. Em trabalhos profissionais o vício causa baixa produtividade que, às vezes, tem como resultado a perda do emprego. Há uma ausência de vida social , e as muitas horas olhando na tela do computador podem danificar a visão. O vício também causa dificuldades na área de relacionamentos afetivos. As horas gastas em Internet reduz o tempo que os viciados têm para contatos pessoais com pessoas fisicamente presentes. No Hospital das Clínicas em São Paulo há encontros grupais e individuais para viciados com uma equipe formada de psiquiatras e psicólogos que os orientam.

Alguns perigos mais comuns que os usuários e especialmente os viciados encontram na Internet ou ciberespaço são: a) Jovens e adolescentes ficam viciados em programas de pornografia com gravíssimas consequências; b) Incitamento à violência e ao ódio; c) Violação da privacidade; d) Violação da lei; e) Relacionamentos “online” com pessoas menos recomendáveis estão entre os grandes vilões da Internet. f) Envolvimento com drogas; g) crimes de identidade; h) falsificação; i) estelionato; j) fraudes; k) crimes contra a honra e a dignidade sexual; l) Há muitos perfis falsos criados na Internet com uma única finalidade: enganar.

Algumas dicas para os pais que têm filhos viciados na Internet. (i) Mantenha o computador em um lugar que você possa ver o que os jovens estão olhando e fazendo; (ii) Limite os horários de acesso à Internet; (iii) Incentiva o uso da Internet para pesquisas, vídeos interessantes e aprendizado. Para adultos viciados na Internet os serviços de um psicólogo ou psiquiatra são recomendados.

*Redentorista e Assessor na CNBB Reg. NE1

 

 

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1 Comentário »

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  • Simone Bezerra disse:

    Eu não sou viciada, gosto de postar o " Seja Feliz" é uma mensagem que faço tirada de artigos das revistas católicas que assinamos "O Mensageiro do C.de Jesus" dos SJ, é uma ótima revista como também "Rainha" do Rio Grande do Sul, que a meu ver acho a melhor de todas, tem a "Família Cristã" das Paulinas,"Cavaleiro da Imaculada" dos franciscanos fundada por São Maximiliano Maria Kolbe, em 1917, a sua vida foi um desprendimento total, toda dedicada a evangelização no mundo tendo como modelo a Bem -Aventurada Virgem Maria.
    Sou de famílias católicas os dois tronco os Saraiva Leão, que são conhecido pela sua
    religiosidade,tendo um Bispo Dom Miguel Fenelon Saraíva Câmara, e os Furtado tendo 4 deles sido padres jesuítas, um deles meu tio, os outros três primos.Tenho o exemplo de meus avós e de meus pais que eram marianos e vicentinos como os seus.Na famíla indiretamente filho de primo de meu pai o Pe.Francisco Pinheiro Landim, Pe.Abelardo Landim e seu irmão Pe.Aloísio Sacramentino, que morreu muito jovem.Meu pai era amigo do clero e dos Senhores Bispos que moraram aqui.O primeiro passeio de Dom Aloísio Lorscheider foi ele quem o convidou para ir conhecer a Escola Apostólica dos Jesuítas em Baturité, era seu amigo particular, concelebrou a missa de suas "Bodas de Ouro" de casamento.
    Quando meu pai estava já bastante doente ele foi à nossa casa para visitá-lo e dar-lhe uma bençao dirigindo o seu carrinho.Sou Feliz por ser católica!


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