Atualidades

O Dogma da Imaculada Conceição

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald – Redentorista

As Edições da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acabaram de publicar o quarto livro da Coleção Mãe de Deus. O título do livrinho é: “O Dogma da Imaculada Conceição, Ela apareceu repleta de graça”. O autor do opúsculo é Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo de Santo André, SP. Apesar do fato que o livrinho junto com as referências bibliográficas tem somente 55 páginas seu conteúdo é incrivelmente rico e esclarecedor. O volume tem sete capítulos curtos e uma conclusão.

É interessante notar que neste ano de 2017, quando o povo brasileiro está celebrando os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do Rio Paraíba do Sul, estamos tratando de uma imagem da “Imaculada Conceição”, referência ao dogma que nos ensina que “Maria de Nazaré recebeu a graça especial de Deus de ser preservada do pecado original”. Maria concebida sem pecado original “não experimentou a concupiscência, isto é, a inclinação para o pecado, e que conduz ao pecado”.

O livro trata de Maria no Concílio Vaticano II no capítulo oito da Lumen Gentium”. Exame o documento de Paulo VI Marialis Cultus. Mencione que Lutero não era contra o culto de Maria mas somente ao culto exagerado e até falso de Maria. O texto afirma que às vezes, a Imaculada Conceição é confundida com a concepção virginal de Jesus, ou com a virgindade de Maria.

O Dogma da Imaculada Conceição foi proclamado pelo Papa Pio IX, em 8 de dezembro de 1854, com a Bula Inefabilis Deus. Ele constitui uma declaração solene na qual se afirma a imunidade de Maria do pecado. Os papas posteriores fizeram eco à declaração de Pio IX: Pio X com a Bula Ad Diem Illum, no quinquagésimo ano da declaração (1904), e Pio XII no centenário (1954), com a Encíclica Fulgens Corona. O livro também apresenta uma sólida fundamentação bíblica do Dogma da Imaculada no quarto capítulo.

Esta pequena imagem, encontrada nas águas do Rio Paraíba em 1717 por três pescadores, tem uma história repleta de significado, que o povo soube interpretar desde o primeiro dia deste acontecimento. Em 1931, a imagem é levada ao Rio de Janeiro, então capital federal, ocasião em que a Cardeal Leme consagra o Brasil à Imaculada Conceição, proclamando-a rainha e padroeira deste país sob o apelativo de Aparecida. Usei o texto deste próprio livro sem aspas num esforço para apresentar parcialmente o conteúdo deste opúsculo. Os 55 páginas deste livrinho são de enorme valor para padres e seminaristas. Aproveito o enseja para parabenizar o autor do livro, Dom Pedro Carlos Cipollini, pela riqueza e o estudo profundo do tema do livro.

Pe. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista

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