Publicado em 31/10/2017 por João Augusto

Secretariado de Pastoral disponibiliza material para a Campanha para a Evangelização

O Advento, período de preparação para a celebração do Natal, é marcado pela alegre espera e certeza do Messias: Ele já está no meio de nós e caminha conosco. A Campanha para a Evangelização tem a finalidade de despertar todos os cristãos, discípulos missionários, para o compromisso evangelizador, bem como para a responsabilidade com a sustentação das atividades pastorais no Brasil.

A Campanha deste ano de 2017 traz, como tema, “Cristãos leigos e leigas comprometidos com a Evangelização” e, como lema, “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14), em sintonia com o Ano Nacional do Laicato, que se inicia no mesmo dia da Campanha.

O gesto concreto da Campanha para a Evangelização é a Coleta do terceiro Domingo do Advento, neste ano, dia 17 de dezembro. Os envelopes para a coleta encontram-se no Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, Rua Rodrigues Júnior, 300.

Informações: Secretariado de Pastoral, telefones (85) 3388-8701 e 3388-8703.

Leia um artigo de Dom José Antonio sobre a Campanha para a Evangelização, publicado no Site www.franciscanos.org.br e leia também informações sobre o encontro de formação sobre a Campanha para Evangelização

  • Oração da Campanha para a Evangelização 2017

Deus, nosso Pai, que chamastes todos os povos da Terra para a Igreja do vosso Filho, nós vos pedimos que susciteis em nós o compromisso com a Evangelização, para que todos conheçam a vida que de vós provém.

Jesus, Filho amado do Pai, nós vos pedimos por todos os cristãos leigos e leigas, a fim de que sejam sal e luz nesse mundo, transformando-o por meio do Evangelho numa realidade mais justa e fraterna.

Espírito Santo, vínculo da caridade, despertai em nossas comunidades e em toda a Igreja no Brasil o senso da partilha e que, por meio da Coleta para a Evangelização e do testemunho de comunhão, todas as comunidades recebam a força do Evangelho.

Maria, Estrela da Evangelização, mãe e seguidora de Jesus, intercedei por nós.

Amém!

Publicado em 31/10/2017 por João Augusto

Todos dos Santos

Normalmente a Igreja Católica celebra a Festa de Todos os Santos no 1º. de novembro, porém, este ano de 2017 a festa será celebrada excepcionalmente  no dia 5 de novembro, o 31º. Domingo do Tempo Comum. A liturgia reúne, numa só solenidade, sejam os santos já venerados no discurso do ano, como os demais que não tiveram lugar no calendário litúrgico, incluindo a multidão de almas que já nos precederam na Casa do Pai.

O Apocalipse apresenta uma visão com estas palavras: “Eis que vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro, trajadas com vestes brancas e com palmas na mão. Em alta voz clamavam: ‘Louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força pertencem ao nosso Deus pelos séculos dos séculos Amém’ ”(Apoc. 7, 9-11).

A pátria orgulha-se dos seus heróis, dos grandes políticos, dos imortais cientistas, poetas, artistas etc. Com justo orgulho ergue-lhes monumentos, dedica-lhes praças, ruas e guarda-lhes ciosamente os nomes nos anais da história. Com muito mais razão a Igreja ufana-se dos seus filhos que passando por este mundo conservaram a integridade da fé, labutaram varonilmente para implantação do Reino de Deus entre os homens, dominaram as paixões, preservando-se puros da corrupção deste mundo, cultivaram com afinco as virtudes cristãs e gozam atualmente o prêmio da vida eterna.

A galeria dos santos na Igreja é muito mais rica de heróis do que a de todas as nações da terra. Há santos que pertencem a todas as épocas e nações; a todas as categorias de classes sociais, desde os mais humildes até as mais elevadas na vida social. Santos desde crianças que não conheceram a malícia do mundo, até velhos venerados de todas as regiões, raças, cores e profissões. Santos que vão desde Abraão, nosso pai na fé, até aos nossos dias. Cada um de nós pode escolher o modelo que mais agrada o que for conforme a nossa vida e profissão na terra.

Santo Agostinho, em sua crise de conversão, ao ler a vida dos santos, comentava: “Se estes venceram o mal, viveram santamente, por que eu  também não posso?” Pois bem, os mesmos auxílios da graça divina que os fortaleceram no áspero caminho da santidade são igualmente oferecidos a cada um de nós. Pelo batismo todos fomos marcados com a vocação à santidade. “Sede perfeitos como vosso Pai do Céu é perfeito!” disse Jesus. Que o esforço de imitação das virtudes dos santos, junto com a sua proteção, nos ajudem a ser fiéis à sublime vocação à santidade à qual fomos chamados, pela nossa elevação no batismo, a filhos de Deus.

Pe. Brendan Coleman Mc Donald C.S.R.
Redentorista e Assessor da CNBB Reg NE1

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Publicado em 31/10/2017 por João Augusto

Programa Igreja no Brasil nº 260

Publicado em 31/10/2017 por João Augusto

Sessão Solene dos 50 anos da Cáritas Arquidiocesana de Fortaleza

Publicado em 30/10/2017 por João Augusto

A cidade do céu

Padre Geovane Saraiva*

Somos convidados, à luz da esperança cristã, a pensar na transitoriedade da vida, a partir do Dia de Finados, como um dia muito especial a envolver a todos, na saudosa lembrança, fixando na mente e no coração nossos irmãos, amigos e familiares já falecidos. A vida é dom e graça de Deus, como sempre costumo repetir. Nós, que “não temos aqui na terra cidade permanente, mas estamos à procura da cidade que há de vir” (cf. Hb 13, 14), valorizando a vida como um dom que de Deus recebemos? Olhamos para a vida, tendo em vista a realidade inevitável da morte? Que a feliz eternidade, sonho de todos os seguidores de Jesus de Nazaré, seja um esforço de constante fidelidade ao projeto de Deus Pai ao longo da nossa existência.

Como é indispensável, nesse contexto, pensar na caridade fraterna e no amor para o qual somos destinados: o de amar como Deus amou, amando-o em primeiro lugar e reservando-lhe momentos de oração e intimidade, no louvor, na súplica e no agradecimento, pelo dom maravilhoso da vida! É a palavra de Deus mesmo que nos convida ao amor verdadeiro, com todas as nossas forças, conscientes de que fomos criados para a eternidade e que na acesa chama da esperança nada de desânimo nem decepção. Resta nos convencermos da realidade da morte como nossa amiga, irmã e companheira inseparável, na esperança de contemplar Deus face a face no céu e saborear sua afável e terna misericórdia, na certeza que nossa prece suba aos céus pelos nossos irmãos falecidos.

Como é maravilhoso aprender de Santo Agostinho, na beleza de sua obra “A cidade de Deus”, colocando-nos diante da vida humana como um mistério de amor, segundo o projeto de Deus, quando “dois amores estabeleceram duas cidades, a saber: o amor próprio, levado ao desprezo a Deus, a terrena; e o amor a Deus, levado ao desprezo de si próprio, a celestial”! Mesmo sendo enormes a saudade e a dor pela partida dos nossos entes queridos, que nossa humilde e confiante oração seja a de jamais perder de vista a esperança, na certeza da promessa da imortalidade, conforto e consolo garantido. Amém!

*Pároco de Santo Afonso e vice-presidente da Previdência Sacerdotal, integra a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – geovanesaraiva@gmail.com

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Publicado em 30/10/2017 por João Augusto

DNJ é celebrado na Região Nossa Senhora dos Prazeres com participação de mais de 1200 jovens

Caucaia, 30 / 10 / 2017. Celebrou-se em todo Brasil, ontem dia 29 de outubro, o Dia Nacional de Juventude (DNJ). Como se sabe, o DNJ é uma atividade de massa, que reúne as diferentes expressões de juventude, em diferentes espaços, como Igreja, praças, escolas, ginásios de esportes, rua etc.

A temática abordada no DNJ 2017 está em sintonia com Campanha da Fraternidade 2017: Fraternidade e biomas brasileiros e defesa da vida. Neste sentido, a CNBB, através da Comissão Episcopal para Juventude, definiu como tema do DNJ: Juventudes em defesa da vida dos Povos e da Mãe-terra e lema: Os humildes herdarão a terra (Sl 37,11).

Em Fortaleza, o DNJ foi celebrado em algumas das nove regiões episcopais que compõem a Arquidiocese. Na Região Episcopal Nossa Senhora dos Prazeres, composta por quatorze paróquias e uma área pastoral, o DNJ foi celebrado nas dependências do Pequeno Cotolengo Dom Orione e contou com a presença do arcebispo metropolitano, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, que presidiu a celebração eucarística, e do Pe. Pablo Anselmo que, conduziu o momento formativo. Pe. Pablo é o assessor da Juventude do CNBB – Nordeste 1. O encontro teve ainda a presença do vigário episcopal, Pe. Antonio Alves de Lima, de alguns padres e diáconos que atuam na Região.

O objetivo do DNJ 2017 foi o de evangelizar a juventude, promovendo uma conscientização sobre a necessidade do cuidado para com o meio ambiente e a vida. A sua programação se iniciou com uma bonita caminhada até o Pequeno Cotolengo e durante o dia aconteceram workshops, shows e apresentações.

O DNJ foi articulado pelos referenciais da juventude e catequese na Região, respectivamente, Pe. Edson de Oliveira da Silva (PODP) e Pe. Wesley Sousa da Silva e por uma equipe de mais de 100 colaboradores das diversas paróquias que compõem a região. Esse evento, que foi desenvolvido durante quatro meses, contou com a presença de mais de 1200 jovens.

E São Luís Dom Orione, que abriu as portas da sua casa para acolher os jovens da Região Episcopal nos sintetiza, em forma de linha de ação pastoral, as imagens do DNJ: Para fazer o bem hoje, é necessário um ato de audácia. Jamais uma palavra sem conteúdo: jamais um pensamento sem alma e façam com que nenhuma alma juvenil fique sem Deus.

Ave Maria e Avante!

Publicado em 30/10/2017 por João Augusto

Dia de Finados

No dia 2 de novembro de 2017 a Igreja Católica celebra a COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS, quando recordamos com saudades a memória de nossos mortos. Visitamos respeitosamente nos cemitérios, os túmulos de nossos parentes e amigos já falecidos. O encontro da cultura cristã com a cultura celta deu origem à comemoração do Dia de Finados. Os celtas – povos que habitavam a região da atual Irlanda – tinham no seu calendário a festa conhecida como “Samhain”. Nesse dia os celtas acreditavam que os dois mundos – o dos vivos e dos mortos – ficavam muito próximos e eles celebravam essa comunhão. Desde o século l, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram.

No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, aqueles aos quais ninguém rezava e do qual ninguém lembrava. O abade do Mosteiro de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. E os papas Silvestre ll (996) e João XVll (1012) convidaram a comunidade cristã a dedicar um dia cada ano aos mortos. No século Xl, o calendário litúrgico cristão incorporou o Dia de Finados, que deveria cair no dia 2 de novembro para não se sobrepor ao Dia de Todos os Santos, comemorado no dia 1º naquela época. Este ano a Festa de Todos os Santos será celebrada no domingo dia 5 de novembro.

Nossa sociedade de consumo e tecnologicamente avançada faz tudo para que se esqueça da morte. Frequentemente um amigo morto já é sepultado antes que as notícias de seu falecimento cheguem a nós. Para muitos, participar na Missa de 7º. Dia é uma mera formalidade social sem qualquer significado religioso. A morte não é o simples fato biológico da cessação do nosso existir. É o ponto culminante do viver e vem coroar as boas opções que fizemos durante a vida. Neste dia os fiéis católicos têm o secular e piedoso costume de rezar pelas almas que ainda podem estar num estado de purificação antes de gozar da Visão de Deus. Em nossos dias, em certos ambientes católicos se propagam dúvidas com relação à católica devoção pelas “almas no estado de purificação”. Obviamente nossa atitude neste assunto não pode e nem deve ser determinada pelo parecer do último livro de um teólogo. Em nossa vida cristã somos orientados por uma instância superior.

No caso, esta autoridade é o próprio Concílio Vaticano ll. Na Constituição Dogmática “Lumen Gentium” (cf. Nos. 49-50) recorda o Concílio que a Igreja sempre venerou com grande piedade a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios por eles; cito o texto bíblico de 2 Mac 12, 46: “É um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam livres de seus pecados”. Depois, no No. 51, o mesmo Concílio Vaticano II torna a referir-se à nossa “comunhão vital com os irmãos que ainda se purificam depois da morte”, e decide propor de novo os decretos dos Concílios de Florença e de Trento acerca desta doutrina.

É importante lembrar que depois da morte não há mais tempo nem espaço, e falar sobre a “duração” deste estado de purificação não faz sentido. Não há nenhuma doutrina da Igreja sobre isso. Nada se diz a cerca da topografia do além.  Nada nos ensinado com relação ao tipo de purificação dispensada depois da morte. Portanto, precisamos tomar muito cuidado com os exageros nas fantasias populares. O estado de purificação possível nada tem a ver com as imagens medievais de um lugar de castigo e de penas.  O Catecismo da Igreja Católica ensino: “Aqueles que morrem na graça e amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenha garantida a sua salvação eterna, passam, após a morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu” (No. 1.030).  Para o católico, então, o Dia de Finados não é um dia de tristeza ou lamúrias, mas é um dia de saudosa recordação, confortada pela fé que nos garante que nosso relacionamento com os finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração do sufrágio.

O Catecismo da Igreja Católica afirma: “A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo e da graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar a sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir o seu destino último” (CIC, 1013). Quando tiver terminado “o único curso de nossa vida terrestre” (L.G. No. 48), não voltaremos mais a outras vidas terrestres. A Bíblia afirma: “Os homens devem morrer uma só vez” (cf. Hb 9, 27). Portanto, para os católicos não existe “reencarnação” depois da morte. Somos salvos pelos méritos de Cristo e não pelos nossos próprios méritos. Sem dúvida, a visão cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja que reza: “Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”.  O Dia de Finados deve ser para nós vivos, um eficaz ensejo para refletirmos sobre o sentido e a brevidade da vida presente.

Pe. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1

 

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Publicado em 28/10/2017 por Marta Andrade

Grupos apontam quais ações precisam ser fortalecidas ou iniciadas do plano de pastoral 2015/2019

Os 250 participantes da assembleia, foram divididos em nove grupos formados por cada Região Episcopal e um grupo formado pelos representantes de coordenações arquidiocesanas de pastorais, FAMEC e organismos, para avaliarem quais as ações arquidiocesanas, já antes definidas pelo Plano Pastoral 2015-2019, precisam ser fortalecidas ou mesmo iniciadas nas mais diversas instâncias (Arquidiocese, Regiões episcopais, Paróquias e Áreas pastorais, FAMEC, Articulação das pastorais sociais, Coordenações arquidiocesanas).

Após esse momento, os grupos retornam para plenária para apresentação de suas ideias.

 

Por Gerlene Monte

Fotos Thiago Ribeiro – Setor de Comunicação da Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 28/10/2017 por Leonardo Sousa

Palavras de dom José Antonio

Para encaminhar melhor o plano de evangelização, a discussão dos grupos, dom José Antonio citou pontos da Conferência de Aparecida sobre a Ação Evangelizado de acordo com o papa Francisco. “Tem tudo a ver com o nosso plano pastoral. Não é nosso interesse um esquema burocrático. É todo um espírito novo que deve responder aos sinais do tempo atual”.
Dom José lembrou que o papa Francisco falou das urgências como uma renovação eclesial inadiável. Uma maneira nova de evangelização, como um canal proporcional ao mundo que vivemos atualmente. “Fazer com que todas as pastorais sejam mais missionárias, pastorais em constante saída”. O arcebispo disse que a primeira atitude e fundamental é a missão, para chegar a todos. Não só os católicos, para todos. “Uma grande missão”.
Dom José lembrou, cintando Francisco, que ninguém pode ficar de fora. Todos devem trabalhar juntos . Cada um colaborando, segundo o seu dom, em benefício de todos. E ainda, segundo Francisco, a Igreja deve estar em constante saída para as periferias e por todos os ambientes cuturais..
Os bispos devem favorecer sempre a comunhão missionária, na sua igreja diocesana com a sua simplicidade e misericórdia, na sua missão de promover uma comunhão dinâmica e missionária, aberta ao diálogo.
Francisco, lembra dom José, convida a todos a serem ousados e criativos nessa tarefa evangelizadora. A repensar os métodos evangelizadores, os objetivos, as estruturas, as ações. “O importante é não caminhar sozinho. Ter sempre em conta os irmãos. Tudo com o discernimento sábio, pastoral e realista dos bispos. Porque não é para ficar ninguém para trás. Os bispos, os párocos, o agente de pastoral o responsável por um grupo se for para a frente não acompanha aquele que tem mais dificuldade e fica atrás. “Vamos viver o amor em que todos possam chegar juntos”.
Por Rita Célia Faheina
Fotos Thiago Ribeiro – Setor de Comunicação da Arquidiocese de Fortaleza
Publicado em 28/10/2017 por Leonardo Sousa

Apresentação do relatório da Avaliação das Regiões Episcopais

João Augusto, do Secretariado de Pastoral, fez a leitura dos relatórios de avaliação feitos pelas nove Regiões Episcopais, Coordenações Pastorais e FAMEC  sobre o Plano Pastoral e as  duas Prioridades  assumidas na última assembleia.

Prioridade 1: Fortalecimento e criação de Comunidades em torno da Palavra, dos Sacramentos e da Caridade.

Prioridade 2: Explicitação e concretização do caráter social de toda a ação da Igreja na defesa da vida no campo e na cidade.

Confira na íntegra o relatório de cada Região Episcopal


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