Publicado em 30/06/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Mt 8,1-4

6ª-feira da 12ª Semana do Tempo Comum
30 de Junho de 2017
Cor: Verde

Se queres, tu tens o poder de me purificar.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4

1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: ‘Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.’ 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: ‘Eu quero, fica limpo.’ No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: ‘Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles.’

Palavra da Salvação.

Publicado em 29/06/2017 por João Augusto

Festa de Nossa Senhora do Carmo, Croatá

A Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Croatá (Caucaia) realizará de 6 a 16 de julho a festa de sua padroeira tendo como tema “Feliz aquela que acreditou” Lc 1-45. Pe. Jean Douglas Miranda de Sousa, Pároco de Croatá diz “Em comunhão e unidade com a Igreja no Brasil dentro do Ano Nacional Mariano, que celebramos o jubileu de trezentos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e na Arquidiocese de Fortaleza o simpósio Mariano, por isso, queremos viver este tempo de muitas bênçãos e graças meditando e contemplando o sim da Virgem Maria, Mãe Deus e nossa, com seu exemplo que tudo guardava em seu coração nos ajude a viver a Palavra de Deus.

Meus irmãos e minhas irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo! Neste sexto ano dos festejos de Nossa Padroeira queremos render graças a Deus pelas maravilhas concebidas em nossas vidas, pela intercessão de Nossa Senhora do Carmo. Que a devoção a Nossa Senhora do Carmo, nos ajude a preencher nossa vida com amor, nos levando aos ensinamentos de Jesus Cristo vosso Filho. Na certeza de muitas bênçãos e graças de Deus para toda paróquia e todo povo de Deus”.  Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!!!

Programação da festa de Nossa Senhora do Carmo 2017:

Nos dias 3, 4 e 5 de Julho
Tríduo em Preparação para os festejos de Nossa Senhora do Carmo.

Dia 6 de julho – Quinta-Feira
Abertura às 6h da manhã com Alvorada, Procissão, Hasteamento da Bandeira, Santa Missa e Café da Manhã com a comunidade.
Santa Missa presidida por Dom Antônio, bispo de Itapipoca estando responsável a Igreja Matriz – Croatá.

Dia 07 de Junho – Sexta-Feira
Santa Missa presidida pelo Pe. Wesley estando responsável a Comunidades Corpo Místico Cristo.

Dia 08 de Julho – Sábado
Santa Missa presidida pelo Monsenhor João Jorge, Vigário Geral da Arquidiocese de Fortaleza estando responsável a Paróquia de Croatá com os Seminaristas.

Dia 09 de Julho – Domingo
Santa Missa presidida por Dom Vasconcelos, Bispo de Sobral estando responsável Cajueiro Verde, Juca, Lagoa da Porta e Casa de Pedra.

Dia 10 de Julho – Segunda-Feira
Santa Missa presidida pelo Monsenhor Wilson estando responsável  Salgado, Lagoa Nova e Cágado.

Dia 11 de Julho – Terça-Feira
Santa Missa presidida pelo Padre Rodrigo de Ideal estando responsável Serrote, Várzea Redonda e Curral Grande.

Dia 12 de Julho – Quarta-Feira
Santa Missa presidida pelo Padre Ednaldo estando responsável  São Gonçalo e Umarituba.

Dia 13 de Julho – Quinta-Feira
Santa Missa presidida pelo Padre Leonardo.

Dia 14 de Julho – Sexta-Feira
Santa Missa presidida pelo Padre Marcílio de Aratuba estando resp. Primaveira, Catuana, Sítios Novos.
Atração: Bingão.

Dia 15 de Julho – Sábado
Santa Missa presidida pelo Padre Francileudo estando responsável a Comunidade da Paróquia com Seminaristas.
Atração: Leilão.

Dia 16 de Julho – Domingo
Santa Missa presidida pelo Padre Jean Douglas, Pároco de Croatá estando responsável a Paróquia de Croatá.

Informações pelo telefone (85) 99642-1933 na Paróquia.

Publicado em 29/06/2017 por João Augusto

35 anos do Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Fortaleza

O Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Fortaleza realizou no dia 25 de junho de 2017 a Celebração Eucarística em Ação de Graças dos seus 35 anos de história e luta por direitos humanos e cidadania para as comunidades em situação de vulnerabilidade no Estado do Ceará.

O CDPDH nasceu da luta do Cardeal Dom Aloísio Lorscheider e simboliza o compromisso histórico da Igreja de Fortaleza pelos menos favorecidos e oprimidos de nossa sociedade, representando uma presença profética dentre aqueles que mais precisam e sendo um marco na luta por direitos e políticas públicas que garantam a vida e a dignidade humana.

Atualmente o CDPDH tem uma atuação marcante junto aos povos indígenas do Ceará colaborando no fortalecimento institucional e organizacional dessas comunidades e contribuindo na luta por direitos e pela demarcação de suas terras. Além disso, a entidade atua junto à população em situação de rua na perspectiva da economia solidária e na proteção a defensores dos direitos humanos e a vítimas e testemunhas ameaçadas.

O presidente da instituição e arcebispo de Fortaleza, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques presidiu a celebração eucarística em ação de graças pelos 35 anos de atuação do Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Fortaleza. As atividades celebrativas começaram às 9 horas da manhã no Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja terminando com o almoço.

Informações pelo telefone (85) 3388- 8706 – CDPDH.

Veja as fotos

Publicado em 29/06/2017 por João Augusto

“As saídas para a crise passam também pela mobilização do povo”, afirma dom Sergio

O arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sergio da Rocha, defendeu na última coletiva de imprensa da entidade, realizada no dia 22 de junho, o direito a mobilização. Na ocasião, o cardeal reiterou a importância da população de se manifestar nas ruas, de forma pacífica, para conscientizar autoridades sobre a necessidade de reflexão e diálogo com a sociedade.

Questionado por um repórter se só a oração poderia salvar o país da crise, dom Sergio foi enfático ao afirmar que ‘sem dúvidas, o país precisaria de muita oração’. “Nós já nos manifestamos recentemente em Corpus Christi e a resposta que nós recebemos mostra que realmente há uma consciência cada vez mais difusa da gravidade da crise”, disse. O bispo se referia à intenção de Oração pelo Brasil, motivada pela CNBB, durante o dia de Corpus Christi, 15 de julho. A iniciativa dirigia a todos uma proposta de oração diante do “grave momento vivido pelo país”. 

“A participação em Corpus Christi, da oração que foi rezada pelo Brasil, mostra claramente que cada vez mais se difunde entre nós a gravidade e, ao mesmo tempo, a urgência de superação da crise. Nossa gente tem sofrido e isso não é algo que está confinado a discussões de alguns ambientes. O nosso povo cada vez mais sente os efeitos dessa situação e, por isso, cada vez mais nós recebemos pessoas dispostas à oração pelo Brasil, mas o que se quer mesmo além disso é mais uma vez mobilizar as nossas comunidades a refletirem e atuarem pelo Brasil”, afirmou dom Sergio.

O Conselho Permanente da CNBB também decidiu convocar um Dia de Oração pelo Brasil no 7 de setembro, dia da pátria. De acordo com dom Sergio, as saídas para a crise não podem depender estritamente de iniciativas políticas ou partidárias. “Por mais importante que seja, elas também passam pela população, pela mobilização do nosso povo, então uma expressão de mobilização que Graças a Deus encontrou uma resposta muito grande tem sido essa da oração pelo Brasil, porque quem reza na verdade também reflete, medita sobre o que se passa e seguramente vai encontrando na Palavra de Deus, a luz e a força para caminhar”, finalizou.

Nota oficial

A CNBB também já havia se pronunciado, em nota oficial, sobre à proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, de iniciativa do Poder Executivo, que tramita no Congresso Nacional. A entidade se manifestou contra a forma como o processo das reformas está sendo conduzido, sem diálogo com a sociedade e com objetivos de diminuir os gastos previdenciários,  excluindo da proteção social os que têm direitos a benefícios.

“Ao propor uma idade única de 65 anos para homens e mulheres, do campo ou da cidade; ao acabar com a aposentadoria especial para trabalhadores rurais; ao comprometer a assistência aos segurados especiais (indígenas, quilombolas, pescadores…); ao reduzir o valor da pensão para viúvas ou viúvos; ao desvincular o salário mínimo como referência para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), a PEC 287/2016 escolhe o caminho da exclusão social”, afirma a nota.

Por último, a entidade convoca os cristãos e pessoas de boa vontade, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o povo, principalmente os mais fragilizados.

Confira a nota.

Publicado em 29/06/2017 por Leonardo Sousa

Papa sugere a oração como “remédio contra o isolamento”

O Brasil tem 5 arcebispos recebendo o Pálio, sinal de estreita comunhão com o Papa – ANSA

29/06/2017 – Cidade do Vaticano (RV) – A Praça São Pedro amanheceu em festa quinta-feira (29/06) colorida com tapetes de flores de várias confrarias e comunidades que vieram celebrar a Solenidade de São Pedro e Paulo, padroeiros de Roma e alicerces da Igreja.
O Papa Francisco celebrou a missa com os arcebispos metropolitanos nomeados no último ano. São 36 no total, 5 dos quais provenientes do Brasil: Dom Júlio Akamine, de Sorocaba, Dom João José da Costa, de Aracajú, Dom Delson Pereira da Cruz, da Paraíba, Dom Orlando Brandes, de Aparecida, e Dom Geremias Steinmetz, de Londrina (que não estava presente).Na cerimônia, o Papa abençoou e entregou o pálio aos novos arcebispos.Desde 2015, esta faixa não é mais colocada pessoalmente pelo Papa nos ombros dos arcebispos; a imposição é realizada nas respectivas arquidioceses pelo Núncio Apostólico no país.

O pálio

O pálio é o símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica e na sua comunhão com a Sé Apostólica. Elaborado com lã branca, tem cerca de 5cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta.

É confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma, utilizando a lã de dois cordeiros que são oferecidos ao Papa no dia 21 de janeiro de cada ano na Solenidade de Santa Inês.

O pálio passou a ser usado pelos Metropolitanos a partir do século VI, tradição que perdura até aos nossos dias. Nos primeiros séculos do Cristianismo, era exclusivo dos Papas.

A homilia do Papa

A liturgia de hoje oferece três palavras essenciais para a vida do apóstolo: confissão, perseguição, oração. A partir destes termos, o Papa desenvolveu sua homilia.

A confissão

“Quem sou Eu para ti?” é a pergunta que Jesus dirige a todos nós e, de modo particular, a nós Pastores. É a pergunta decisiva, face à qual não valem respostas de circunstância, porque está em jogo a vida: e a pergunta da vida pede uma resposta de vida”.

Francisco continuou questionando se somos ‘Seus’ não só por palavras, mas com os fatos e a vida:

“Somos cristãos de parlatório, que conversamos sobre como andam as coisas na Igreja e no mundo, ou apóstolos em caminho, que confessam Jesus com a vida, porque O têm no coração?”

Quem confessa Jesus, faz como Pedro e Paulo: segue-O até ao fim; não até um certo ponto, mas até ao fim, e segue-O pelo seu caminho, não pelos nossos caminhos, completou.

As perseguições

O Papa passou em seguida à segunda palavra: perseguições.

“Também hoje, em várias partes do mundo, por vezes num clima de silêncio – e, não raro, um silêncio cúmplice –, muitos cristãos são marginalizados, caluniados, discriminados, vítimas de violências mesmo mortais, e não raro sem o devido empenho de quem poderia fazer respeitar os seus direitos sagrados”.

A oração

A terceira palavra é oração. Francisco disse:

“A vida do apóstolo, que brota da confissão e desagua na oferta, flui dia-a-dia na oração. A oração é a água indispensável que alimenta a esperança e faz crescer a confiança. A oração faz-nos sentir amados e permite-nos amar. Faz-nos avançar nos momentos escuros, porque acende a luz de Deus. Na Igreja, é a oração que nos sustenta a todos e nos faz superar as provações.

Afirmando que “a oração é a força que nos une e sustenta, o remédio contra o isolamento e a autossuficiência que levam à morte espiritual”, o Papa exortou:

“Como é urgente haver, na Igreja, mestres de oração, mas antes de tudo homens e mulheres de oração, que vivem a oração!”.

Delegação ecumênica presente na missa

Concluindo a reflexão, Francisco assegurou aos cardeais e arcebispos que o Senhor estará perto de todos “na opção de viver para o rebanho imitando o Bom Pastor”, e saudou a delegação do Patriarcado Ecumênico enviada pelo “querido Irmão Bartolomeu” em sinal de comunhão apostólica.

(CM)

Publicado em 29/06/2017 por João Augusto

29.06.2017 Angelus Domini

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29.06.2017 – Santa Missa de entrega do Pálio

Publicado em 29/06/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Mt 7, 21-29

5ª-feira da 12ª Semana do Tempo Comum
29 de Junho de 2017
Cor: Verde

A casa construída sobre a rocha e a casa construída sobre a areia.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,21-29

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 2lNem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. 22Naquele dia, muitos vão me dizer: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres?’ 23Então eu lhes direi publicamente: ‘Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal. 24Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!’ 28Quando Jesus acabou de dizer estas palavras, as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei.

Palavra da Salvação.

Publicado em 28/06/2017 por João Augusto

Convite para missa de 3 Anos de falecimento de Padre Ferreirinha

Dia 29 de Junho, completa 03 anos da Páscoa eterna de Padre Manoel de Castro Ferreira (Pe. Ferreirinha). Ele foi um grande sacerdote, participou da luta pela preservação do Centro de Fortaleza, foi pároco das Igrejas de Nossa Senhora do Patrocínio e Santa Edwiges.

A Missa será no dia 29, às 19h, na Igreja Santa Edwiges (Av. Pres. Castelo Branco, 600, Moura Brasil.

Receba nossa homenagem e nossa Saudade.

 

Publicado em 28/06/2017 por Leonardo Sousa

A única força do cristão é o Evangelho

“A única força do cristão é o Evangelho”, disse o Papa na Audiência Geral – AP

28/06/2017  – Cidade do Vaticano (RV) – Cerca de 20 mil pessoas participaram da Audiência Geral com o Papa Francisco na Praça S. Pedro
Tratou-se da última antes da pausa de verão – as audiências serão retomadas em agosto -. O Papa dedicou a sua catequese à esperança como força dos mártires.

Ao enviar os discípulos em missão, explicou Francisco, Jesus adverte que o anúncio do Reino comporta sempre uma oposição: “Vocês serão odiados por causa do meu nome”. “Os cristãos amam, mas nem sempre são amados”, disse o Papa. Portanto, os cristãos são homens e mulheres contracorrente, que vivem seguindo um estilo de vida indicado por Jesus – um estilo que Francisco definiu “estilo de esperança”.

A única força é o Evangelho

Para se parecer com Cristo, é preciso ser desapegado das riquezas e do poder. O cristão percorre o seu caminho com o essencial, mas com o coração repleto de amor. De fato, jamais deve usar a violência. A única força é o Evangelho. A perseguição, portanto, não é uma contradição. Se perseguiram o Mestre, porque seríamos poupados da luta? Porém, em meio à batalha, o cristão jamais deve perder a esperança. Há Alguém que é mais forte do que o mal: mais forte do que as máfias, de quem lucra sobre a pele dos desesperados, de quem espezinha os outros com prepotência.

Os cristãos, portanto, devem sempre estar na outra margem do mundo, aquela escolhida por Deus: não perseguidores, mas perseguidos; não arrogantes, mas mansos; não impostores, mas honestos.

Perfume de discipulado

Esta fidelidade ao estilo de Jesus foi chamada pelos primeiros cristãos com o nome de “martírio”, que significa “testemunho”. O vocabulário oferecia muitas outras possibilidades: heroísmo, abnegação, sacrifício de si. Mas os primeiros cristãos escolheram um nome “com perfume de discipulado”.

“Os mártires não vivem para si, não combatem para afirmar as próprias ideias, e aceitam morrer somente por fidelidade ao evangelho. O martírio não é nem mesmo o ideal supremo da vida cristã, porque acima dele está a caridade, isto é, o amor a Deus e ao próximo. A ideia de que quem comete atentados suicidas seja chamado mártir repugna os cristãos: neste ato, não há nada que possa se aproximar da atitude de filhos de Deus.

“Que Deus nos doe sempre a força de ser suas testemunhas. Que Ele nos doe viver a esperança cristã sobretudo no martírio confidencial de fazer o bem e com amor os nossos deveres de todos os dias.”

Ao final da Audiência, o Papa concedeu a sua bênção apostólica.

Fonte: Vaticano


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