Publicado em 30/04/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Lc 24,13-35

3º Domingo da da Páscoa – 30 de Abril de 2017 – Cor: Branco

 Reconheceram-no ao partir o pão.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 24,13-35

13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana,
dois dos discípulos de Jesus
iam para um povoado, chamado Emaús,
distante onze quilômetros de Jerusalém.
14Conversavam sobre todas as coisas que tinham
acontecido.
15Enquanto conversavam e discutiam,
o próprio Jesus se aproximou
e começou a caminhar com eles.
16Os discípulos, porém, estavam como que cegos,
e não o reconheceram.
17Então Jesus perguntou:
‘O que ides conversando pelo caminho?’
Eles pararam, com o rosto triste,
18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse:
‘Tu és o único peregrino em Jerusalém
que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?’
19Ele perguntou: ‘O que foi?’
Os discípulos responderam:
‘O que aconteceu com Jesus, o Nazareno,
que foi um profeta poderoso em obras e palavras,
diante de Deus e diante de todo o povo.
20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes
o entregaram para ser condenado à morte e o
crucificaram.
21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel,
mas, apesar de tudo isso,
já faz três dias que todas essas coisas aconteceram!
22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo
nos deram um susto.
Elas foram de madrugada ao túmulo
23e não encontraram o corpo dele.
Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos
e que estes afirmaram que Jesus está vivo.
24Alguns dos nossos foram ao túmulo
e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito.
A ele, porém, ninguém o viu.’
25Então Jesus lhes disse:
‘Como sois sem inteligência e lentos
para crer em tudo o que os profetas falaram!
26Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso
para entrar na sua glória?’
27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas,
explicava aos discípulos
todas as passagens da Escritura
que falavam a respeito dele.
28Quando chegaram perto do povoado para onde iam,
Jesus fez de conta que ia mais adiante.
29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo:
‘Fica conosco, pois já é tarde
e a noite vem chegando!’
Jesus entrou para ficar com eles.
30Quando se sentou à mesa com eles,
tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.
31Nisso os olhos dos discípulos se abriram
e eles reconheceram Jesus.
Jesus, porém, desapareceu da frente deles.
32Então um disse ao outro:
‘Não estava ardendo o nosso coração
quando ele nos falava pelo caminho,
e nos explicava as Escrituras?’
33Naquela mesma hora, eles se levantaram
e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze
reunidos com os outros.
34E estes confirmaram:
‘Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!’
35Então os dois contaram
o que tinha acontecido no caminho,
e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.
Palavra da Salvação.

Publicado em 29/04/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Jo 6,16-21

Sábado da 2ª Semana da Páscoa – 29 de Abril de 2017 – Sta. Catarina de Sena Vg Dra, memória – Cor: Branco

Enxergaram Jesus, andando sobre as águas.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 6,16-21

16Ao cair da tarde,
os discípulos desceram ao mar.
17Entraram na barca
e foram em direção a Cafarnaum,
do outro lado do mar.
Já estava escuro,
e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.
18Soprava um vento forte
e o mar estava agitado.
19Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros,
quando enxergaram Jesus,
andando sobre as águas
e aproximando-se da barca.
E ficaram com medo.
20Mas Jesus disse:
‘Sou eu. Não tenhais medo’.
21Quiseram, então, recolher Jesus na barca,
mas imediatamente a barca chegou à margem
para onde estavam indo.
Palavra da Salvação.

Reflexão
Nós podemos nos encontrar com Jesus nas situações e nos momentos em que menos esperamos que isso possa acontecer e, quando isso acontece, podemos nos assustar e até mesmo nos sentir assombrados, com muito medo. Mas a nossa postura deve ser justamente o contrário disso tudo. Quando encontramos Jesus, ele sempre nos mostra algo de concreto para as nossas vidas e para onde devemos chegar, nos revela alguma coisa que nos ajuda na superação das dificuldades que encontramos, ele nos mostra que o seu amor e a sua presença não são algo abstrato nas nossas vidas, mas que a sua presença é sempre amor concreto de Deus, força de superação e conquista do novo que nos revela o Reino definitivo.

Publicado em 28/04/2017 por João Augusto

liturgia Diária: Evangelho – Jo 6,1-15

6ª-feira da 2ª Semana da Páscoa – 28 de Abril de 2017 – Cor: Branco

Distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 6,1-15

Naquele tempo:
1Jesus foi para o outro lado do mar da Galiléia,
também chamado de Tiberíades.
2Uma grande multidão o seguia,
porque via os sinais que ele operava
a favor dos doentes.
3Jesus subiu ao monte
e sentou-se aí, com os seus discípulos.
4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
5Levantando os olhos,
e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro,
Jesus disse a Filipe:
‘Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?’
6Disse isso para pô-lo à prova,
pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer.
7Filipe respondeu:
‘Nem duzentas moedas de prata bastariam
para dar um pedaço de pão a cada um’.
8Um dos discípulos,
André, o irmão de Simão Pedro, disse:
9‘Está aqui um menino com
cinco pães de cevada e dois peixes.
Mas o que é isso para tanta gente?’
10Jesus disse:
‘Fazei sentar as pessoas’.
Havia muita relva naquele lugar,
e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.
11Jesus tomou os pães,
deu graças
e distribuiu-os aos que estavam sentados,
tanto quanto queriam.
E fez o mesmo com os peixes.
12Quando todos ficaram satisfeitos,
Jesus disse aos discípulos:
‘Recolhei os pedaços que sobraram,
para que nada se perca!’
13Recolheram os pedaços
e encheram doze cestos
com as sobras dos cinco pães,
deixadas pelos que haviam comido.
14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado,
aqueles homens exclamavam:
‘Este é verdadeiramente o Profeta,
aquele que deve vir ao mundo’.
15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo
para proclamá-lo rei,
Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.
Palavra da Salvação.

Reflexão
O capítulo sexto do evangelho de São João é reservado para o discurso sobre o sacramento da Eucaristia, e Jesus, no uso da sua pedagogia, prepara os judeus para esse discurso através da multiplicação dos pães. A prática pedagógica de Jesus deve ser o grande iluminativo para a nossa prática missionária, pastoral e evangelizadora. Nós devemos anunciar o evangelho a partir da realidade das pessoas, de suas experiências de vida, dos seus valores e das suas expectativas. Antes de anunciar a Palavra de Deus, precisamos criar a necessidade dela no coração das pessoas como Jesus, que a partir da necessidade do pão, cria a necessidade do pão da vida eterna.

Publicado em 27/04/2017 por João Augusto

Ritual de Iniciação à Vida Cristã de Adultos (RICA) inspirou a temática da 55ª Assembleia Geral da CNBB

O Ritual de Iniciação à Vida Cristã de Adultos (Rica) é destinado à iniciação de adultos na vida cristã. O Documento da Santa Sé, publicado em 1972 a pedido do Concílio Vaticano II e reeditado no Brasil em 2001, descreve os ritos do catecumenato (processo progressivo de desenvolvimento da fé) e retoma a unidade dos sacramentos da iniciação cristã: o Batismo, a Eucaristia e a Crisma.

O livro é um dos instrumentos de trabalho que inspirou a temática central da 55º Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil “Iniciação à Vida Cristã”. Segundo o presidente da entidade, cardeal Sergio da Rocha, o momento é de dar impulso na iniciação cristã como um todo: “Quando se falava de Iniciação Cristã se pensava apenas na Iniciação Cristã de Adultos, no Ritual de Adultos, mas é claro que vamos dinamizar, impulsionar e valorizar ainda mais a iniciação cristã como um todo”, disse. “Queremos revalorizar, dinamizar a própria catequese de iniciação cristã”, completou.

Ao folhear o Rica, o leitor encontrará passos a serem executados (itinerários). Essas etapas visam o conhecimento e a adesão da pessoa à fé cristã. O Documento é organizado em: “tempo de conversão” (kerigma, pré-catecumenato); “tempo da preparação” (catequese, eleição) e “tempo da recepção dos Sacramentos (purificação/iluminação/mistagogia). Na primeira etapa – a da conversão – é possível ter contato com os primeiros encontros. É neste momento que acontece a celebração de acolhida e apresentação dos candidatos à comunidade.

Passo a passo do cristão

No tempo da preparação, o cristão tem a oportunidade de se aprofundar em conteúdos associados a noções da Bíblia, Liturgia, Espiritualidade, Credo e os Sacramentos. Já na última etapa, a da Recepção dos Sacramentos, o candidato é admitido na fé da Igreja.

Segundo o arcebispo de Curitiba e presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom José Antônio Peruzzo, o documento da Santa Sé oferece uma sequência de passos e um ordenamento para a mistagogia (inserção da pessoa na fé católica): “É uma espécie de integração muito mais viva entre catequese e liturgia que nossa Igreja precisa recuperar”. Para ele, com o Rica a Igreja pode “palmear outros caminhos”.

“O Rica sugere uma condição mais favorável para conhecer e dar passos neste rumo de experiências de Iniciação, por isso nesta Assembleia, vamos realçar fortemente o Rica, porque com os adultos teremos algumas experiências, nós como Igreja teremos experiências melhor fundamentadas para redescobrir aquilo que já perdemos”, concluiu o bispo.

Publicado em 27/04/2017 por João Augusto

Posicionamento das Pastorais Sociais e Organismos da Arquidiocese de Fortaleza

Segue o posicionamento das Pastorais Sociais e Organismos da Arquidiocese de Fortaleza, diante desse massacre de direitos que tem incindido sob o povo brasileiro, em especial trabalhadores e trabalhadoras! Dia 28 de abril é imprescindível estarmos nas ruas! Que o Deus da vida nos ilumine e nos guie nessa luta por nossos direitos.

Leiam e divulguem essa carta!

POSIÇÃO DAS PASTORAIS SOCIAIS, CEBs E ORGANISMOS DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA

“Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão” (Lc 19, 40)

Caros irmãos e irmãs da Arquidiocese de Fortaleza, paz e bem!

A Articulação das Pastorais Sociais, CEBs e Organismos da Arquidiocese de Fortaleza têm como missão profética procurar respostas e caminhos para enfrentar os desafios sociais contemporâneos como a violência, o desemprego, a corrupção, a saúde, entre outros. Por isso a importância e a necessidade de envolver o máximo de pessoas, de organizações em defesa da vida e de movimentos sociais, a fim de encontrar caminhos alternativos através da conscientização, da organização e da mobilização, chamando a atenção da Igreja e da sociedade diante do quadro de injustiças cada vez mais graves.

O Conselho Permanente da CNBB já declarou em Nota: “Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”.

É com esse espírito de comunhão, coragem e profecia que nós das Pastorais Sociais, CEBs e Organismos consideramos fundamental nossa participação nas manifestações coletivas, em especial, no apoio à Greve Geral do dia 28 de abril. É fundamental sairmos às ruas e defendermos nossos direitos trabalhistas, de vida e pela democracia. É impossível nos omitirmos diante dessa situação que atravessamos todos nós, o povo brasileiro.

Não pecaremos pelo silêncio e omissão frente ao sofrimento de tantas pessoas em nosso país, ou comportarmo-nos como se não fôssemos parte de tudo isso, como se estivéssemos fora do mundo. São indígenas, quilombolas, sem teto, sem terra, população em situação de rua, catadores/as de materiais recicláveis, crianças, mulheres, jovens, idosos, população LGBT e tantos outros segmentos da população que hoje são negados em seu direito a ter uma vida digna. A Igreja que acreditamos é aquela iniciada por Jesus de Nazaré, que vai ao encontro, que sofre com quem sofre, que não tem medo de sujar-se na dura realidade humana. É uma Igreja em saída, como diz o Papa Francisco.

O que temos visto e ouvido no cenário brasileiro, vindo principalmente do Congresso Nacional e do Poder Executivo, é uma grave crise ética e econômico-político-social-ecológica de alta complexidade. E, ainda, dão as costas à sociedade brasileira diante das manifestações contra as reformas, ignorando, propositalmente parece-nos, a favor do CAPITAL os direitos conquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, ao longo das sete últimas décadas, que estão garantidos na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT bem como no sistema previdenciário e na Constituição Federal de 1988. Consideramos que essa negação para coma sociedade brasileira, em especial para com os trabalhadores e trabalhadoras, essa falta de diálogo e de consideração, mostram que não há alternativa senão irmos às ruas e dizermos de nossa indignação e defendermos nossos direitos.

Por isso conclamamos todas as pessoas com sensibilidade política e social a nos unirmos a todos os movimentos sociais, organizações de defesa dos direitos da cidadania e da vida plena e irmos às ruas, nessa sexta-feira, dia 28 de abril – Greve Geral – a partir das 9h na Praça da Bandeira.

Que o Deus da Vida esteja conosco, nos guiando, protegendo e fortalecendo nossa luta por vida digna!

“Traga a bandeira de luta, deixa a bandeira passar/
Essa é a nossa conduta, vamos unir pra mudar!”

Articulação das Pastorais Sociais CEBs e Organismos

Publicado em 27/04/2017 por João Augusto

Cardeal Odilo Pedro Scherer: “O povo tem direito de se manifestar, de pedir esclarecimentos”

Durante a Entrevista do primeiro dia da Coletiva de Imprensa da 55a. Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP), os jornalistas questionaram os bispos sobre manifestações populares e sobre a Reforma da Previdência.

O Cardeal Odilo Pedro Scherer comentou convocação de greve geral feitas por movimentos sociais e sindicatos para a próxima sexta-feira, 28. Reafirmando a posição da CNBB, o Cardeal defendeu o direito do povo em se manifestar: “O povo tem direito de se manifestar, de pedir esclarecimentos a respeito de questões como daPrevidência Social e a Reforma Trabalhista. Essas manifestações visam que se chegue ao melhor. Que a Reforma da Previdência seja a melhor possível e que não venha prejudicar os mais pobres e privilegiar outros que podem naturalmente contribuir mais”, afirmou.

Assessoria CNBB

Publicado em 27/04/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Jo 3,31-36

5ª-feira da 2ª Semana da Páscoa – 27 de Abril de 2017 – Cor: Branco

 O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 3,31-36

31– ‘Aquele que vem do alto
está acima de todos.
O que é da terra,
pertence à terra e fala das coisas da terra.
Aquele que vem do céu
está acima de todos.
32Dá testemunho daquilo que viu e ouviu,
mas ninguém aceita o seu testemunho.
33Quem aceita o seu testemunho
atesta que Deus é verdadeiro.
34De fato, aquele que Deus enviou
fala as palavras de Deus,
porque Deus lhe dá o espírito sem medida.
35O Pai ama o Filho
e entregou tudo em sua mão.
36Aquele que acredita no Filho
possui a vida eterna.
Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida,
pois a ira de Deus permanece sobre ele’.
Palavra da Salvação.

Reflexão
Devemos procurar Jesus para que, a partir do encontro pessoal com ele, possamos conhecer o próprio Pai. Quando isso acontece, deixamos de pertencer às coisas da terra, porque assumimos novos valores e encontramos em Deus uma nova motivação para viver: a motivação das coisas do alto. A fonte dessa motivação é o dom do Espírito Santo que é derramado sem medida sobre nós e faz com que reconheçamos nas palavras de Jesus as palavras do próprio Deus, que são fonte de verdadeira alegria e de felicidade eterna para todos os que crêem nelas e as colocam em prática no dia a dia.

Publicado em 26/04/2017 por João Augusto

Dom Sergio: “que o povo brasileiro tenha vida neste tempo tão desafiador de crise política e econômica”

A 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi aberta nesta quarta-feira, dia 26 de abril, durante cerimônia realizada no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP). O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da entidade, cardeal Sergio da Rocha, abriu as atividades do encontro anual do episcopado brasileiro e recordou as motivações deste ano, como as celebrações do Ano Nacional Mariano e a comemoração dos dez anos da Conferência do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), realizada aqui em Aparecida, em 2007.

“Neste ano em que celebramos os dez anos da Conferência de Aparecida, que esta assembleia nos ajude a redobrar o empenho para ser uma Igreja de discípulos missionários de Jesus Cristo para que Nele, nossos povos tenham vida, para que Nele, o nosso povo brasileiro tenha vida neste tempo tão desafiador de crise política e econômica”, afirmou o cardeal, recordando o contexto por que passa o país.

Refletindo sobre o Ano Nacional Mariano, instituído para a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul, dom Sergio deu graças a Deus por este tempo e manifestou a disposição de imitar Nossa Senhora, “sendo cada vez mais uma igreja santa, servidora, misericordiosa, orante e fiel como Maria”.

Fonte e sustento
Apesar da cerimônia de abertura, que contou com a participação do arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes; do prefeito da cidade, Ernaldo César Marcondes; do reitor do Santuário Nacional, João Batista de Almeida, os quais deram as boas-vindas aos participantes, e do núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, que manifestou gratidão ao convite da CNBB e a acolhida dispensada pelos anfitriões, o cardeal Sergio da Rocha ressaltou o início efetivo da Assembleia na missa celebrada às 7h30 na basílica do Santuário. “Assim fizemos expressando a convicção que a fonte e o sustento de nossos trabalhos é sempre a graça de Deus. A nossa esperança de realizar uma assembleia frutuosa está em Deus. Pedimos oração de toda a Igreja no Brasil”, disse.

Os resultados da Assembleia, de acordo com o presidente da CNBB dependem dos esforços e da participação dos membros da entidade em cada momento, assim como a “colaboração de tantos irmãos que se dispõem a servir à Assembleia com tanta dedicação”.
A Assembleia trata-se de uma experiência privilegiada de partilha fraterna, convivência, oração, estudo, reflexão, “que fortalece a unidade, a comunhão com o episcopado, mas também a unidade com o sucesso de Pedro, o papa Francisco”.

Tema central
O tema central de reflexão dos bispos neste ano é a “Iniciação à vida cristã no processo formativo do discípulo missionário de Jesus Cristo”, um tema, segundo dom Sergio, de “profunda qualidade, buscando corresponder aos desafios pastorais identificados neste ano pela missão da Igreja e acima de tudo procurando por em pratica as diretrizes gerais da Ação evangelizadora que nos convocam a ser Igreja: casa da iniciação cristã”.

A solicitude do episcopado brasileiro na 55ª Assembleia Geral da CNBB não se restringe à vida interna da Igreja, se estende à vida social do país, nos seus aspectos políticos, econômicos, cultural, salientou o cardeal Sergio da Rocha, “uma vez que os discípulos de Cristo são chamados a ser sal da terra e luz do mundo”.

Publicado em 26/04/2017 por João Augusto

Shopping Parangaba fecha parceria com o Festival Halleluya e inaugura loja do evento

O Parangaba é o shopping oficial de um dos maiores eventos católicos do Brasil

 A Comunidade Católica Shalom planejou uma novidade para dar início às programações do Festival Halleluya, “A Festa que nunca Acaba”, deste ano. Nesta sexta-feira, às 10 horas, vai inaugurar a loja oficial do evento, no Shopping Parangaba, shopping oficial deste que é um dos maiores eventos católicos do Brasil. A loja fica no Piso L2, em frente à Rabelo. 

Antes disso, na quinta-feira (27), será realizada uma Live direto do shopping, transmissão ao vivo para as Redes Sociais, onde todo o público ficará por dentro das novidades e programação do Festival Halleluya 2017, em primeira mão. 

A loja foi totalmente planejada para transmitir ao público toda a alegria que os participantes do Festival Halleluya costumam vivenciar durante o evento. Nela serão comercializados produtos do evento, como: camisas, bonés, cadernos e uma diversidade de sovines. 

Além da loja, entre os meses de maio de julho, o Shopping Parangaba e a Comunidade Shalom realizarão cursos com o objetivo de proporcionar à população a oportunidade de uma formação espiritual e humana, como “Mariologia” e “Liberdade interior”. 

Além de cursos, a parceria promoverá pocket show na Praça de Alimentação, como o da cantora Suely Façanha. Outro momento importante será a realização do Pré-Halleluya, que acontecerá dia 02 de junho, às 18h, no estacionamento do Shopping e contará com o show do Missionário Shalom, entre outras atrações. 

Mais informações podem ser conferidas no site http://shoppingparangaba.com.br/

Confira a programação:
Dia 28/04 – Inauguração da Loja Halleluya, às 10h (Piso L2), do Shopping Parangaba, com atrações musicais.
Dia 02/06  Pré-Halleluya no Estacionamento do Shopping Parangaba, a partir das 18h.
06 e 07 de maio: Audição Geral – Corpo de Baile Halleluya
02 de junho: Show de lançamento; pré-Halleluya no estacionamento do Shopping Parangaba, a partir das 18 horas. Atrações: Higor Fernandes, Ana Gabriela e Missionário Shalom.

Publicado em 26/04/2017 por João Augusto

Liturgia Diária: Evangelho – Jo 3,16-21

4ª-feira da 2ª Semana da Páscoa – 26 de Abril de 2017 – Cor: Branco

 Deus enviou seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por Ele.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 3,16-21

16Deus amou tanto o mundo,
que deu o seu Filho unigênito,
para que não morra todo o que nele crer,
mas tenha a vida eterna.
17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo
para condenar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo por ele.
18Quem nele crê, não é condenado,
mas quem não crê, já está condenado,
porque não acreditou no nome do Filho unigênito.
19Ora, o julgamento é este:
a luz veio ao mundo,
mas os homens preferiram as trevas à luz,
porque suas ações eram más.
20Quem pratica o mal
odeia a luz
e não se aproxima da luz,
para que suas ações não sejam denunciadas.
21Mas quem age conforme a verdade
aproxima-se da luz,
para que se manifeste
que suas ações são realizadas em Deus.
Palavra da Salvação.

Reflexão
A vinda de Jesus ao mundo é a grande manifestação do amor misericordioso de Deus, que não quer a morte do pecador, mas que ele se converta e viva, e por isso manda o seu próprio Filho, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele, ou seja, pelo mistério de sua paixão, morte e ressurreição, todas as pessoas que querem viver segundo a luz, realizando as obras de Deus, e fugir das obras das trevas, fugir do pecado e das suas conseqüências, deixam de ser escravas do pecado e da morte e tornam-se livres, filhos e filhas de Deus, para viver segundo a graça e caminhar na esperança de que viverá eternamente junto de Deus.


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