2016 | Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 29/12/2016 por

50 anos do Dia Mundial da Paz – Editorial de janeiro de 2017

Editorial – janeiro 2017

“50 anos do Dia Mundial da Paz.”

Com o lema: “A não-violência: estilo de uma política para a paz”, inicia o Papa Francisco a mensagem papal que ressoa há já 50 anos no dia 1º. de Janeiro – Dia da Fraternidade Universal, Dia Mundial da Paz.

São votos de paz aos povos e nações do mundo inteiro, aos chefes de Estado e de governo, bem como aos responsáveis das Comunidades Religiosas e das várias expressões da sociedade civil, a todo o homem, mulher, menino e menina.

E são orações “para que a imagem e semelhança de Deus em cada pessoa nos permitam reconhecer-nos mutuamente como dons sagrados com uma dignidade imensa. Sobretudo nas situações de conflito, respeitemos esta «dignidade mais profunda» e façamos da não-violência ativa o nosso estilo de vida. … a não-violência tornar-se o estilo caraterístico das nossas decisões, dos nossos relacionamentos, das nossas ações, da política em todas as suas formas.”

Demos espaço ao próprio Papa Francisco, que nos envia sua mensagem:

Um mundo dilacerado

  1. Enquanto o século passado foi arrasado por duas guerras mundiais devastadoras, conheceu a ameaça da guerra nuclear e um grande número de outros conflitos, hoje, infelizmente, encontramo-nos a braços com uma terrível guerra mundial aos pedaços. Não é fácil saber se o mundo de hoje seja mais ou menos violento que o de ontem, nem se os meios modernos de comunicação e a mobilidade que caracteriza a nossa época nos tornem mais conscientes da violência ou mais rendidos a ela.

Seja como for, esta violência que se exerce «aos pedaços», de maneiras diferentes e a variados níveis, provoca enormes sofrimentos de que estamos bem cientes: guerras em diferentes países e continentes; terrorismo, criminalidade e ataques armados imprevisíveis; os abusos sofridos pelos migrantes e as vítimas de tráfico humano; a devastação ambiental.

E para quê? Porventura a violência permite alcançar objetivos de valor duradouro? Tudo aquilo que obtém não é, antes, desencadear represálias e espirais de conflitos letais que beneficiam apenas a poucos «senhores da guerra»?

A violência não é o remédio para o nosso mundo dilacerado. Responder à violência com a violência leva, na melhor das hipóteses, a migrações forçadas e a atrozes sofrimentos, porque grandes quantidades de recursos são destinadas a fins militares e subtraídas às exigências do dia-a-dia dos jovens, das famílias em dificuldade, dos idosos, dos doentes, da grande maioria dos habitantes da terra. No pior dos casos, pode levar à morte física e espiritual de muitos, se não mesmo de todos.

A Boa Nova

  1. O próprio Jesus viveu em tempos de violência. Ensinou que o verdadeiro campo de batalha, onde se defrontam a violência e a paz, é o coração humano: «Porque é do interior do coração dos homens que saem os maus pensamentos» (Marcos 7, 21). Mas, perante esta realidade, a resposta que oferece a mensagem de Cristo é radicalmente positiva: Ele pregou incansavelmente o amor incondicional de Deus, que acolhe e perdoa, e ensinou os seus discípulos a amar os inimigos (cf. Mateus 5, 44) e a oferecer a outra face (cf. Mateus 5, 39). Quando impediu, aqueles que acusavam a adúltera, de lapidá-la (cf. João 8, 1-11) e na noite antes de morrer, quando disse a Pedro para repor a espada na bainha (cf. Mateus 26, 52), Jesus traçou o caminho da não-violência que Ele percorreu até ao fim, até à cruz, tendo assim estabelecido a paz e destruído a hostilidade (cf. Efésios 2, 14-16). Por isso, quem acolhe a Boa Nova de Jesus, sabe reconhecer a violência que carrega dentro de si e deixa-se curar pela misericórdia de Deus, tornando-se assim, por sua vez, instrumento de reconciliação, como exortava São Francisco de Assis: «A paz que anunciais com os lábios, conservai-a ainda mais abundante nos vossos corações».[3]

Hoje, ser verdadeiro discípulo de Jesus significa aderir também à sua proposta de não-violência.

Esta, como afirmou o meu predecessor Bento XVI, «é realista pois considera que no mundo existe demasiada violência, demasiada injustiça e, portanto, não se pode superar esta situação, exceto se lhe contrapuser algo mais de amor, algo mais de bondade. Este “algo mais” vem de Deus».[4]E acrescentava sem hesitação: «a não-violência para os cristãos não é um mero comportamento tático, mas um modo de ser da pessoa, uma atitude de quem está tão convicto do amor de Deus e do seu poder que não tem medo de enfrentar o mal somente com as armas do amor e da verdade. O amor ao inimigo constitui o núcleo da “revolução cristã”».[5] A página evangélica – amai os vossos inimigos (cf. Lucas 6, 27) – é, justamente, considerada «a magna carta da não-violência cristã»: esta não consiste «em render-se ao mal (…), mas em responder ao mal com o bem (cf. Romanos 12, 17-21), quebrando dessa forma a corrente da injustiça».[6]

Mais poderosa que a violência

  1. Por vezes, entende-se a não-violência como rendição, negligência e passividade, mas, na realidade, não é isso. Quando a Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979, declarou claramente qual era a sua ideia de não-violência ativa: «Na nossa família, não temos necessidade de bombas e de armas, não precisamos de destruir para edificar a paz, mas apenas de estar juntos, de nos amarmos uns aos outros (…). E poderemos superar todo o mal que há no mundo».[7] Com efeito, a força das armas é enganadora. «Enquanto os traficantes de armas fazem o seu trabalho, há pobres pacificadores que, só para ajudar uma pessoa, outra e outra, dão a vida»; para estes obreiros da paz, a Madre Teresa é «um símbolo, um ícone dos nossos tempos».[8] No passado mês de setembro, tive a grande alegria de a proclamar Santa. Elogiei a sua disponibilidade para com todos «através do acolhimento e da defesa da vida humana, a dos nascituros e a dos abandonados e descartados. (…) Inclinou-se sobre as pessoas indefesas, deixadas moribundas à beira da estrada, reconhecendo a dignidade que Deus lhes dera; fez ouvir a sua voz aos poderosos da terra, para que reconhecessem a sua culpa diante dos crimes – diante dos crimes! – da pobreza criada por eles mesmos».[9] Como resposta, a sua missão – e nisto representa milhares, antes, milhões de pessoas – é ir ao encontro das vítimas com generosidade e dedicação, tocando e vendando cada corpo ferido, curando cada vida dilacerada.

A não-violência, praticada com decisão e coerência, produziu resultados impressionantes. Os sucessos alcançados por Mahatma Gandhi e Khan Abdul Ghaffar Khan, na libertação da Índia, e por Martin Luther King Jr contra a discriminação racial nunca serão esquecidos. As mulheres, em particular, são muitas vezes líderes de não-violência, como, por exemplo, Leymah Gbowee e milhares de mulheres liberianas, que organizaram encontros de oração e protesto não-violento (pray-ins), obtendo negociações de alto nível para a conclusão da segunda guerra civil na Libéria.

E não podemos esquecer também aquela década epocal que terminou com a queda dos regimes comunistas na Europa. As comunidades cristãs deram a sua contribuição através da oração insistente e a ação corajosa. Especial influência exerceu São João Paulo II, com o seu ministério e magistério. Refletindo sobre os acontecimentos de 1989, na Encíclica Centesimus annus (1991), o meu predecessor fazia ressaltar como uma mudança epocal na vida dos povos, nações e Estados se realizara «através de uma luta pacífica que lançou mão apenas das armas da verdade e da justiça».[10] Este percurso de transição política para a paz foi possível, em parte, «pelo empenho não-violento de homens que sempre se recusaram a ceder ao poder da força e, ao mesmo tempo, souberam encontrar aqui e ali formas eficazes para dar testemunho da verdade». E concluía: «Que os seres humanos aprendam a lutar pela justiça sem violência, renunciando tanto à luta de classes nas controvérsias internas, como à guerra nas internacionais».[11]

A Igreja comprometeu-se na implementação de estratégias não-violentas para promover a paz em muitos países solicitando, inclusive aos intervenientes mais violentos, esforços para construir uma paz justa e duradoura.

Este compromisso a favor das vítimas da injustiça e da violência não é um património exclusivo da Igreja Católica, mas pertence a muitas tradições religiosas, para quem «a compaixão e a não-violência são essenciais e indicam o caminho da vida».[12] Reitero-o aqui sem hesitação: «nenhuma religião é terrorista».[13] A violência é uma profanação do nome de Deus.[14] Nunca nos cansemos de repetir: «jamais o nome de Deus pode justificar a violência. Só a paz é santa. Só a paz é santa, não a guerra».[15]

A raiz doméstica duma política não-violenta

  1. Se a origem donde brota a violência é o coração humano, então é fundamental começar por percorrer a senda da não-violência dentro da família. É uma componente daquela alegria do amor que apresentei na Exortação Apostólica Amoris laetitia, em março passado, concluindo dois anos de reflexão por parte da Igreja sobre o matrimónio e a família. Esta constitui o cadinho indispensável no qual cônjuges, pais e filhos, irmãos e irmãs aprendem a comunicar e a cuidar uns dos outros desinteressadamente e onde os atritos, ou mesmo os conflitos, devem ser superados, não pela força, mas com o diálogo, o respeito, a busca do bem do outro, a misericórdia e o perdão.[16] A partir da família, a alegria do amor propaga-se pelo mundo, irradiando para toda a sociedade.[17] Aliás, uma ética de fraternidade e coexistência pacífica entre as pessoas e entre os povos não se pode basear na lógica do medo, da violência e do fechamento, mas na responsabilidade, no respeito e no diálogo sincero. Neste sentido, lanço um apelo a favor do desarmamento, bem como da proibição e abolição das armas nucleares: a dissuasão nuclear e a ameaça duma segura destruição recíproca não podem fundamentar este tipo de ética.[18] Com igual urgência, suplico que cessem a violência doméstica e os abusos sobre mulheres e crianças.

O Jubileu da Misericórdia, que terminou em novembro passado, foi um convite a olhar para as profundezas do nosso coração e a deixar entrar nele a misericórdia de Deus. O ano jubilar nos fez tomar consciência de como são numerosos e variados os indivíduos e os grupos sociais que são tratados com indiferença, que são vítimas de injustiça e sofrem violência. Fazem parte da nossa «família», são nossos irmãos e irmãs. Por isso, as políticas de não-violência devem começar dentro das paredes de casa para, depois, se difundir por toda a família humana. «O exemplo de Santa Teresa de Lisieux convida-nos a pôr em prática o pequeno caminho do amor, a não perder a oportunidade duma palavra gentil, dum sorriso, de qualquer pequeno gesto que semeie paz e amizade. Uma ecologia integral é feita também de simples gestos quotidianos, pelos quais quebramos a lógica da violência, da exploração, do egoísmo».[19]

O meu convite

  1. A construção da paz por meio da não-violência ativa é um elemento necessário e coerente com os esforços contínuos da Igreja para limitar o uso da força através das normas morais, mediante a sua participação nos trabalhos das instituições internacionais e graças à competente contribuição de muitos cristãos para a elaboração da legislação a todos os níveis. O próprio Jesus nos oferece um «manual» desta estratégia de construção da paz no chamado Sermão da Montanha. As oito Bem-aventuranças (cf. Mateus 5, 3-10) traçam o perfil da pessoa que podemos definir feliz, boa e autêntica. Felizes os mansos – diz Jesus –, os misericordiosos, os pacificadores, os puros de coração, os que têm fome e sede de justiça.

Este é um programa e um desafio também para os líderes políticos e religiosos, para os responsáveis das instituições internacionais e os dirigentes das empresas e dos meios de comunicação social de todo o mundo: aplicar as Bem-aventuranças na forma como exercem as suas responsabilidades. É um desafio a construir a sociedade, a comunidade ou a empresa de que são responsáveis com o estilo dos obreiros da paz; a dar provas de misericórdia, recusando-se a descartar as pessoas, danificar o meio ambiente e querer vencer a todo o custo. Isto requer a disponibilidade para «suportar o conflito, resolvê-lo e transformá-lo no elo de ligação de um novo processo».[20] Agir desta forma significa escolher a solidariedade como estilo para fazer a história e construir a amizade social. A não-violência ativa é uma forma de mostrar que a unidade é, verdadeiramente, mais forte e fecunda do que o conflito. No mundo, tudo está intimamente ligado.[21] Claro, é possível que as diferenças gerem atritos: enfrentemo-los de forma construtiva e não-violenta, de modo que «as tensões e os opostos [possam] alcançar uma unidade multifacetada que gera nova vida», conservando «as preciosas potencialidades das polaridades em contraste».[22]

Asseguro que a Igreja Católica acompanhará toda a tentativa de construir a paz inclusive através da não-violência ativa e criativa. No dia 1 de janeiro de 2017, nasce o novo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, que ajudará a Igreja a promover, de modo cada vez mais eficaz, «os bens incomensuráveis da justiça, da paz e da salvaguarda da criação» e da solicitude pelos migrantes, «os necessitados, os doentes e os excluídos, os marginalizados e as vítimas dos conflitos armados e das catástrofes naturais, os reclusos, os desempregados e as vítimas de toda e qualquer forma de escravidão e de tortura».[23] Toda a ação nesta linha, ainda que modesta, contribui para construir um mundo livre da violência, o primeiro passo para a justiça e a paz.

Em conclusão

  1. Como é tradição, assino esta Mensagem no dia 8 de dezembro, festa da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria. Nossa Senhora é a Rainha da Paz. No nascimento do seu Filho, os anjos glorificavam a Deus e almejavam paz na terra aos homens e mulheres de boa vontade (cf. Lucas 2, 14). Peçamos à Virgem Maria que nos sirva de guia.

«Todos desejamos a paz; muitas pessoas a constroem todos os dias com pequenos gestos; muitos sofrem e suportam pacientemente a dificuldade de tantas tentativas para a construir».[24]No ano de 2017, comprometamo-nos, através da oração e da ação, a tornar-nos pessoas que baniram dos seus corações, palavras e gestos a violência, e a construir comunidades não-violentas, que cuidem da casa comum. «Nada é impossível, se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podem ser artesãos de paz».[25]

Vaticano, 8 de dezembro de 2016.

Francisco

(+ José Antonio Aparecido Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano de Fortaleza)

Publicado em 29/12/2016 por Marta Andrade

Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria

No dia de 1º. de  janeiro de 2017 a Igreja Católica celebra a Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria. A Igreja Católica sempre tributou a Maria uma veneração, uma imitação, um amor muito especial, desde o início do Cristianismo. O motivo, porque ela é a Mãe de Jesus, o Filho de Deus e nosso Salvador. Jesus Cristo é o único Salvador e Redentor. Jesus é o Filho de Deus, igual ao Pai e ao Espírito Santo na natureza. À Jesus devemos o culto máximo de adoração. Em relação à Maria: ela é uma criatura como nós, criada por Deus. À Maria não devemos a culto de adoração, mas veneração, amor e imitação. Decerto, Deus não tem mãe.

Porém, Maria é Mãe de Jesus, Mãe de Deus, porque Jesus é Deus. Em Deus há três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O Filho  eterno como o Pai e o Espírito Santo, por vontade do Pai se encarna para salvar a humanidade. A divindade do Filho de Deus se uniu à humanidade no seio de Maria, e esta, por obra do Espírito Santo, gerou, deu à luz a pessoa de Jesus Cristo, que é o Filho de Deus. Maria, então sendo Mãe de Jesus Cristo, e este sendo homem e Deus, é Mãe do Filho de Deus feito homem e Mãe de Deus. A festa de hoje remete também à renhida discussão teológica que reclamou para Maria o título de “Theótokos”, “Genitora (Mãe) de Deus”. O Concílio de Éfeso (431) proclamou este dogma mariano católico afirmando que Maria é Mãe de Deus. Este mesmo Concílio insistiu que Jesus foi iguala nós em tudo menos o pecado (Hb 4,15) e viveu e sofreu na carne de maneira verdadeiramente humana. Vinte anos depois, o Concílio de Calcedônia chamou Jesus “verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem”. É por ser Mãe de Jesus humanamente que Maria é chamada Mãe de Deus, pois a humanidade e a divindade em Jesus não se podem separar. Dando Jesus ao mundo Maria deu Deus a todos nós.

A própria Bíblia prova que Maria tem este título de Mãe de Deus. “O Senhor mesmo vos dará um sinal: Eis a virgem que concebe e dá à luz um filho que se chamará Emanuel (Deus conosco)”(Is 7,14).  “O anjo disse à Maria: Não tenhas medo Maria, encontraste graça junto de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e o chamarás com o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo. Maria, porém, disse: como é que vai ser isso se eu conheço homem nenhum? O anjo respondeu: O Espírito santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra, por isso o Santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus” (Lc 1, 30-35).

Católicos acreditam que Deus Pai escolheu Maria, desde toda a eternidade para ser a Mãe de seu Filho Jesus. Quem não respeita Maria, está contra essa determinação de Deus Pai! Também que não respeita Maria, está contra as palavras do anjo na Bíblia. Um anjo do céu se apresentou diante de Maria e com muito respeito a saudou: “Ave, cheia de graça” (Lc 1, 28). E Maria disse: “Desde este momento todas as gerações me chamarão de bem-aventurada” (Lc 1, 48). São palavras escritas na Bíblia, Palavras de Deus.  Maria é a mãe do Corpo Místico de Cristo, a Igreja e, portanto, a nossa mãe também. Acreditamos que Ela intercede ante o Senhor da história por todos nós.

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald

Redentorista e Assessor da C NBB Reg. NE1

Publicado em 29/12/2016 por

Decretos e Provisões de dezembro de 2016

Decretos e Provisões de Dezembro de 2016, por dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo metropolitano de Fortaleza.

Decretos e Provisões – dezembro 2016

  1. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Fr. Alexandre Veloso Cardoso, OFMCap – 05 12 16
  2. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Fr. Carlos André do Rosário Pereira, OFMCap – 05 12 16
  3. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Fr. Benedito de Sousa Braga Filho, OFMCap – 05 12 16
  4. Provisão para os membros do Conselho Econômico – Paróquia N S da Saúde – Caponga, Cascavel 30 11 16
  5. Provisão para os membros do Conselho Econômico – Paróquia São Francisco de Assis – Acaracuzinho, Maracanaú 05 12 16
  6. Autorização para Santa Reserva Eucarística na Capela Sta Rita de Cássia – Sítio Minhocas – Capim de Roça, Pindoretama 05 12 16
  7. Autorização para Santa Reserva Eucarística em Capelas da Paróquia Santo Antonio de Pádua – Caridade 05 12 16
  8. DECRETO N 010-2016 – nomeação do Conselho de Assuntos Econômicos da Arquidiocese de Fortaleza 06 12 16
  9. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para o Diác. João Régis Araújo Teles, CM 06 12 16
  10. CELEBRET para Pe. Leonardo Henrique de Almeida Wagner 13 12 16
  11. CELEBRET para Pe. Francisco Macerlânio Teixeira Gomes 22 12 16
  12. Provisão de Pároco de Jesus, Maria e José – Beberibe – Pe. Antônio Claudio Pereira Oliveira 27 12 16
  13. Provisão de Pároco de N Sra Perpétuo Socorro – Jereissati & Timbó – Pe. Antônio Robério Martins de Queiroz 27 12 16
  14. Provisão de Pároco de São Pio X – Pan-Americano, Fortaleza – Pe. Antonio Carlos Nascimento 27 12 16
  15. Provisão de Pároco de São Francisco de Paula – Aratuba – Pe. Marcílio Jerônimo Pereira 27 12 16
  16. Provisão de Pároco de São Gonçalo do Amarante – ibidem – Pe. Denis Acácio de Araújo 27 12 16
  17. Provisão de Pároco de Nossa Senhora das Graças – Pq. Santa Maria, Fortaleza – Pe. Francisco Bruno Xavier da Silva 27 12 16
  18. Provisão de Pároco de Sta. Teresinha do Menino Jesus – Chorozinho – Pe. Marcos Ronney dos Santos Matos 27 12 16
  19. Provisão de Pároco de Nossa Senhora das Graças – Manoel Sátiro, Fortaleza – Pe. Gilson Marques Soares 27 12 16
  20. Provisão de Pároco de Senhor do Bonfim – Monte Castelo, Fortaleza – Pe. Alderi Leite de Araújo 27 12 16
  21. Provisão de Pároco de Nossa Senhora da Conceição – Conj. Ceará, Fortaleza – Pe. Raimundo Nonato da Silva 27 12 16
  22. Provisão de Pároco de Nossa Senhora da Conceição – Redenção – Pe. Francisco das Chagas Soares Rodrigues 27 12 16
  23. Provisão de Pároco do Sagrado Coração de Jesus e Sta. Luzia – Pedra – Pe. Clóvis Nogueira de Oliveira 27 12 16
  24. Provisão de Pároco de São Francisco de Assis – Tapera, Aquiraz – Pe. Wagner dos Santos Braga 27 12 16
  25. Provisão de Pároco de Nossa Senhora da Saúde – Mucuripe, Fortaleza- Pe. Juarez de Brito Cardoso 27 12 16
  26. Pároco de São José – Seis bocas – Ed. Queiroz, Fortaleza – Pe. Arildo da Silva Castro 27 12 16
  27. Provisão de Pároco de Mãe dos Pobres – Tancredo Neves, Fortaleza – Pe. Pedro Rodrigues Silva Neto 27 12 16
  28. Provisão de Pároco de São Joaquim e Sant’ Ana – Eusébio – Pe. Luiz Alberto Chaves Freire 27 12 16
  29. Provisão de Pároco de São João Batista – Horizonte – Pe. Jesus Alexandre de Almeida 27 12 16
  30. Provisão de Pároco de São João Batista – Aruaru, Morada Nova – Pe. Francisco Aderlane Freitas Carneiro 27 12 16
  31. Provisão de Pároco de Santo Antonio de Pádua – Capuan, Caucaia – Pe. Marcos Antônio Freitas Maciel 27 12 16
  32. Provisão de Pároco de N Sra Conceição – Aracoiaba – Pe. Martinho Alves dos Santos Neto 27 12 16
  33. Provisão de Pároco de São Sebastião – Mulungu – Pe. Evando Alves de Andrade 27 12 16
  34. Provisão de Pároco de Nossa Senhora da Penha – Maranguape – Pe. José Eudázio do Nascimento Cruz 27 12 16
  35. Provisão de Vigário Paroquial de Conj. Esperança – Par. São Francisco Xavier – Pe. Glailson William Ribeiro do Nascimento 27 12 16
  36. Provisão de Vigário Paroquial de Baturité – Par. Nossa Senhora da Palma – Pe. José Almir Martins Jucá Júnior 27 12 16
  37. Provisão de Vigário Paroquial de Horizonte – Par. São João Batista – Pe. José Ferreira de Mesquita 27 12 16
  38. Provisão de Vigário Paroquial de Aratuba – Par. S. Francisco de Paula – Pe. Francisco das Chagas Martins 27 12 16
  39. Provisão de Vigário Paroquial de Conj. Ceará – Par. Nossa Senhora da Conceição – Pe. Marcelo Silva Holanda 27 12 16
  40. Provisão de Vigário Paroquial de Pindoretama – Par. Nossa Senhora das Graças – Pe. Francisco Valternilo Santiago Ribeiro 27 12 16
  41. Provisão de Vigário Paroquial de Taquara, Caucaia – Par. Nossa Senhora da Imaculada Conceição – Pe. Alexandre Magno Vasconcelos Brandão 27 12 16
  42. Provisão de Vigário Paroquial de Ideal – Par. Nossa Senhora das Graças – Pe. João Ribeiro de Lima 27 12 16
  43. Provisão de Vigário Paroquial de Barreira – Par. São Pedro – Pe. Antonio Carlos Nascimento 27 12 16
  44. Provisão de Pároco de Nossa Senhora do Carmo – Centro, Fortaleza – Pe. Paulo Sérgio Bezerra de Amorim 28 12 16
  45. Provisão de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Carmo – Centro, Fortaleza – Pe. Douglimar Estevam da Silva Lucena, CCSh 28 12 16
  46. Provisão de Pároco de Nossa Senhora dos Remédios – Benfica, Fortaleza – Pe. Antônio de Assis da Silva, CM  28 12 16
  47. Provisão de Administrador Paroquial da Paróquia Santíssima Trindade – Conj. José Walter, Fortaleza – Pe. Francisco Júnior de Oliveira Marques, SSS 29 12 16
  48. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza para Pe. Alexsandro de Lima Freitas, Comunidade Canção Nova em Fortaleza.  29 12 16
  49. Provisão de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Graças – Parque Potira, Caucaia – Pe. Vicente Lotte Cabral, PODP 29 12 16
  50. Autorização de Santa Reserva Eucarística na Capela da Casa Chiara Luce – Paróquia N Sra Conceição – Pacatuba 29 12 16

IMPORTANTE SABER:  Os padres que receberam a Provisão de Pároco só assumirão suas respectivas paróquias após a celebração de  posse.

Publicado em 28/12/2016 por Marta Andrade

Tribunal Eclesiástico promoveu encontro regional

O Tribunal Eclesiástico Regional e de Apelação do Ceará – TERACE, realizou na terça-feira, 27, no auditório da Cúria Metropolitana, um encontro com os Auditores das Câmaras de Instrução Processual das nove Dioceses do Ceará. Nessa ocasião, o presidente do Tribunal Eclesiástico, Padre Antonio Carlos do Nascimento, apresentou o balanço das atividades do Tribunal no decorrer do ano de 2016 e fez o lançamento de um Vade Mecum, destinado a ajudar os sacerdotes na orientação e aconselhamento dos casais que, por razões diversas, tiveram seu matrimônio fracassado. Esses casais querem uma orientação segura da Igreja sobre a validade ou não do matrimônio celebrado.

Confira as fotos by Oolibama do Espírito Santo – Pascom Arquidiocese de Fortaleza

 

 

 

Publicado em 28/12/2016 por Marta Andrade

O mistério da manjedoura

O clima alegre e esperançoso do Natal do Senhor favorece-nos a um bom mergulho no projeto de Deus. Para que essa esperança não seja passageira, somos convidados a contemplar o contexto misterioso da manjedoura, numa atitude de oração, louvor, agradecimento e súplica. Na missa da noite de Natal de 2016, na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco falou de uma noite de glória, alegria e luz, e recordou as crianças que “jazem nas miseráveis manjedouras”. Disse que no Menino Deus “faz-se concreto o amor de Deus por nós”. Na simplicidade e fragilidade de um recém-nascido está Deus, e não na “sala nobre de um palácio”[1].

A contemplação do mistério do amor de Deus, visivelmente expresso na manjedoura, com toda sua forte simbologia, é claro que indica mudança interior. A reflexão do Santo Padre leva em conta as angústias e as dores, nas quais o mundo está envolvido, asseverando: “É um Menino que nos interpela e que nos chama a deixar as ilusões do efêmero para ir ao essencial, a renunciar às nossas insaciáveis pretensões”[2]. Francisco falou das manjedouras de dignidade, referindo-se às crianças refugiadas, migrantes, as que não nascem, as que não são saciadas e as que não têm brinquedos, mas armas.

O Sumo Pontífice alimenta no íntimo do coração o sonho de Deus-Pai: o do esforço por um mundo solidário, capaz de eliminar a indiferença, vendo-a como um dos males de nossos dias. Deixou claro o paradoxo do Natal como mistério de esperança e tristeza, falando do sabor da tristeza quando José e Maria encontram portas fechadas na hospedaria e tiveram que colocar Jesus numa manjedoura. O Natal tem sabor da esperança no mistério: “Deus, nosso enamorado, atrai-nos com a sua ternura, nascendo pobre e frágil no meio de nós”[3].

A palavra do Bispo de Roma é um forte grito e consequente clamor, querendo acordar a humanidade: “Jesus nasce rejeitado por alguns e na indiferença da maioria. E a mesma indiferença pode reinar também hoje, quando o Natal se torna uma festa onde os protagonistas somos nós, em vez de ser Ele; quando as luzes do comércio põem na sombra a luz de Deus; quando nos afanamos com as prendas e ficamos insensíveis a quem está marginalizado”[4].

Não nos cansemos de agradecer ao bom Deus, na busca permanente de dignidade de filhos, pelo coração terno, afável e generoso do Santo Padre, ele que encarnou, infatigavelmente, o projeto de Deus: o dos seres humanos renovados, livres e resgatados, cheios de esperança, numa incessante e indissolúvel conjugação de esforços, esperança essa que tem sua origem no mistério da manjedoura: da terra se confundir com o céu e o céu se confundir com a terra. Assim seja!

Pe. Geovane Saraiva

*Pároco de Santo Afonso e vice-presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – geovanesaraiva@gmail.com

[1]  Homilia do Papa Francisco, Missa do Galo, Natal de 2016.

[2]  Ibid.

[3]  Ibid.

[4]  Ibid.

Publicado em 28/12/2016 por

Agenda 2017 – Provisória

O Secretariado de Pastoral publica a Agenda Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza, feita em caráter provisório, pois foi construída a partir da Agenda do senhor Arcebispo. Faltam ainda o agendamento de várias atividades. Esta publicação se faz agora com o objetivo de facilitar a construção das agendas das regiões episcopais, das paróquias e áreas pastorais, bem como das diversas organizações eclesiais que possuem coordenações e atividades realizadas em nível arquidiocesano.  

 

AGENDA PROVISÓRIA 2017 – ARQUIDIOCESE

 

 

Publicado em 28/12/2016 por

Papa Francisco nomeia bispo para Sorocaba (SP) e para Crato (CE)

Dom Julio Endi Akamine e dom Gilberto Pastana são transferidos

O papa Francisco procedeu em duas alterações no episcopado brasileiro, nesta quarta-feira, dia 28 de dezembro. De acordo com comunicado da Nunciatura Apostólica no Brasil, o pontífice acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, por motivo de idade, e nomeou arcebispo de Sorocaba (SP), dom Júlio Endi Akamine, atualmente bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo (SP).

Na mesma data, o papa aceitou o pedido de renúncia do governo pastoral da diocese de Crato (CE) apresentado por dom Fernando Panico, conforme o cânon 401 §1 do Código de Direito Canônico. Em consequência, assumirá o pastoreio da Igreja particular o bispo coadjutor, dom Gilberto Pastana de Oliveira.

Novo arcebispo de Sorocaba

Dom Julio Endi Akamine, filho do casal Guengio Akamine (falecido) e Teruco Oshiro Akamine, nasceu em 30 de novembro de 1962 em Garça (SP).

Em 1975 entrou no Seminário da Sociedade do Apostolado Católico (Palotinos), em Londrina (PR), onde completou os estudos no Seminário Menor São Vicente Pallotti. Fez o noviciado em 1979 no Seminário Rainha da Paz, Cornélio Procópio (PR). Sua primeira consagração foi a 8 de dezembro de 1980, na mesma cidade.

Cursou Licenciatura em Filosofia na Pontifícia Universidade Católica (PUC), de 1981 a 1983, e Teologia no “Studium Teologicum Claretianum”, de 1984 a 1987, na arquidiocese de Curitiba (PR). Foi ordenado sacerdote em 24 de janeiro de 1988, na cidade de Cambé (PR).

Obteve o Mestrado em Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1993 a 1995) e Doutorado na mesma Universidade (2001 a 2005).

Como sacerdote palotino desempenhou a função de vigário paroquial, pároco e reitor do Seminário Mario Palotino, em Curitiba. Também foi assessor da Organização dos Seminários e e Institutos Filosófico-Teológicos do Brasil (Osib) no regional Sul 2 da CNBB. Entre outras funções, atuou como diretor do período introdutório da Província Regina Apostolorum, na Itália (2003-2004).

No período de 1996 a 2001 e de 2005 a 2011, foi professor de teologia no Studium Theologicum, em Curitiba, onde lecionou as matérias de Teologia Sacramentária Geral, Sacramentos da Iniciação Cristã, Eclesiologia, Trindade, Introdução à Teologia e Teologia Fundamental.

Foi reitor Provincial da Província Palotina São Paulo Apóstolo, com sede na capital paulista, de 2008 a 2011, quando foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, em 4 de maio daquele ano. Sua ordenação episcopal foi em 9 de julho.

Dom Júlio é referencial da Pastoral da Educação.

Bispo de Crato

Natural de Boim (PA), dom Gilberto Pastana nasceu em 29 de julho de 1956. Tendo sido ordenado presbítero em 27 de julho de 1985, em Santarém (PA), foi nomeado bispo de Imperatriz (MA) em 03 de agosto de 2005 e escolheu o lema episcopal “Venha o teu reino”. É mestre em Teologia, com especialização em Teologia Espiritual, no Teresianum, em Roma, Itália.

Na trajetória antes do episcopado, dom Gilberto atuou como vigário paroquial, reitor de seminário, coordenador diocesano de pastoral. Foi coordenador do departamento de Filosofia e Teologia no Instituto de Pastoral Regional (Ipar), em Belém (PA), e diretor da Rede Vida de Televisão, de 2000 a 2005.

Publicado em 26/12/2016 por Marta Andrade

Sagrada Família

Sexta feira, dia 30 de dezembro de 2016, a Igreja Católica celebra a Festa da Sagrada Família: José, Maria e Jesus. Eles formaram uma família inteiramente singular. As coisas não lhes foram fáceis. Todos tiveram renunciar a seus pontos de vista, a seus próprios projetos, para obedecer e comprometer-se com o “misterioso” projeto de Deus. Chama-nos a atenção o respeito de José para com sua esposa e para com seu filho, ao qual acolheu como um autêntico pai. Maria soube ser esposa, soube amar, mas também teve a liberdade de seguir sua própria vocação. Ela emerge nos evangelhos como uma melhor decidida, ousada, emancipada de tudo aquilo que poderia afastá-la da obediência à Palavra de Deus.  Mas Maria sabe amar seu esposo. Nesse contexto nasce Jesus, nessa atmosfera se desenrola a personalidade de Jesus. Não se mostraria fácil a Maria e a José compreender a misteriosa personalidade de seu filhinho.

O mundo é a família de Deus, pois Jesus se encarnou em nossa realidade, experimentando o drama de todas as famílias humanas, conduzindo seu povo para a vida em plenitude. Por isso, com a festa da Sagrada Família, celebramos não só o sofrimento das famílias brasileiras, mas sobre tudo a certeza de que estamos sendo guiados por Deus no caminho que conduz à vida e liberdade para todos. Encerramos mais um ano de caminhada. Agradecemos a Deus a alegria das esperanças realizadas. E celebramos desde jé as expectativas, pois a maioria das comunidades e famílias ainda não viu brilhar no horizonte a consolação e a libertação iniciadas em Jesus.

Em nossa sociedade, a família é um emaranhado de problemas: Faltam de habitação e orçamento, dificuldades internas. A praga das drogas. Hoje a própria estrutura familiar tornou-se problemática. Os meios de comunicação invadem todos os espaços com seus valores e aqui encontramos a ruptura na transmissão da fé em família. As novas culturas excluem Deus e a transcendência, e enfatizam a subjetividade, o materialismo, o individualismo, o hedonismo, o consumismo etc. No seio de uma família, a pessoa descobre os motivos e o caminho para pertencer à família de Deus. Dela recebemos a vida que é a primeira experiência de amor e da fé. O grande tesouro da educação dos filhos na fé consiste na experiência de uma vida familiar que recebe a fé, a conserva, a celebra, a transmite e dá testemunho dela. Os pais devem tomar nova consciência de sua irrenunciável responsabilidade na formação integral dos filhos. É importante lembrar que Deus ama nossas famílias, apesar de tantas feridas e divisões. Hoje na festa da Sagrada Família devemos lembrar que a família é a “Igreja Doméstica”, onde deveria haver a transmissão dos valores da fé, valores da vida cristã. A família está ameaçada hoje pelas separações, divórcios, desquites e pelas uniões de pessoas do mesmo sexo, e irmãos de pais diferentes etc.  A família cristã hoje deve lutar em defesa da vida: contra o aborto, eutanásia e o suicídio etc. Hoje durante a santa missa vamos lembrar de nossas famílias, pedindo o menino Jesus para abençoá-las e protegê-las. Amém!

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald

Redentorista e Professor Titular  Aposentado da UFC,

 Assessor da CNBB Reg. NE1

 

Publicado em 26/12/2016 por Marta Andrade

Mensagem de Natal da CNBB

Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, divulga mensagem de Natal do episcopado

Ele está no meio de nós!

Em Belém quanta delicadeza, singeleza, nobreza, humildade: a proximidade de Deus! “A Palavra eterna fez-se pequena; tão pequena que cabe numa manjedoura. Fez-se criança, para que a Palavra possa ser compreendida por nós” (Papa Bento XVI).

A criança que dorme tranquilamente é a fala mais eloquente de Deus entre nós. É o sinal que o “Senhor visitou o seu povo e o libertou”.

“Nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho” (Is 9,5). Deus no meio de nós como nosso filho! Envolvo nas faixas de nossa fragilidade e humanidade concede-nos a dignidade de filhos e filhas. Nele somos filhos no Filho.

O Natal é a celebração do encontro entre o céu e a terra, a nossa humanidade e a divindade: Deus como nós, um de nós; Emanuel, Deus conosco! O encontro dos nossos olhos e do nosso coração com a Criança reclinada na manjedoura desperta uma profunda gratidão e admiração: Deus no nosso meio!

O nascimento, a proximidade de Deus nos envia para a partilha da presença admirável de nosso Deus com a família, a comunidade, os amigos, os doentes, os idosos, os pobres.

Deus abençoe a cada um e a cada família. Os bispos do Brasil desejam um abençoado Natal!

Fonte: CNBB

Publicado em 22/12/2016 por Marta Andrade

Natal de Luz na Paróquia Senhor do Bonfim – Monte Castelo

Neste sábado, dia 24, a partir das 18 horas, acontece o Natal de Luz na praça Mãe Rainha, da Paróquia Senhor do Bonfim – Monte Castelo.

19h – Benção das velas e caminhada da Luz

Apresentação do Coral da Luz

Missa da noite do Natal

A Capela Mãe Rainha está localizada na Rua Coronel Aristides Barreto Neto, 200 – Bairro Monte Castelo – Fortaleza

Participe!

 

Coordenação

Pe. Gilson Marques Soares


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