Publicado em 31/10/2014 por

[Notícias] Arquidiocese de Fortaleza lembra os padres falecidos este ano de 2014

No próximo domingo, dia 2 de novembro, é comemorado o Dia dos Fiéis Defuntos. Dia de lembrar e rezar pelos nossos irmãos falecidos e de renovar a fé na ressurreição prometida por Jesus, nosso Salvador. Durante estes dez meses de 2014, sete padres faleceram na Arquidiocese de Fortaleza. Foram eles:

  • Padre Werlen Arcanjo de Oliveira Campos + 7 de março de 2014

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  • Padre Joaquim Colaço Dourado +23 de março de 2014

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  • Padre Manoel de Castro Ferreira ( Pe. Ferreirinha ) +29 de junho de 2014

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  • Padre Hemetério Alixandre Santiago +27 de julho de 2014

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  • Padre João Pessoa de Carvalho +8 de agosto de 2014

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  •  Padre Estêvão Mc Cabe C.Ss.R. +27 de outubro de 2014

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  •  Padre Leandro Araújo + 31 de outubro de 2014

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Publicado em 31/10/2014 por

[ARTIGO] 50 anos de sacerdócio do Pe. Zé Maria

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“Beijo as mãos de um santo vivo!”

              Segunda-feira, 27 de outubro de 2014. Às dez horas da manhã o sol parecia estar zangado e castigava severamente o sertão de Aratuba. Para onde se olha só se vê mato seco e terra esturricada. As cisternas calçadão espichadas nas ladeiras são um sinal de esperança de que o inverno virá e será bem aproveitado.

            Na comunidade de Jardim uma multidão parecia pouco se importar com a temperatura elevada. Gente simples. Uns que haviam descido da serra, outros chegaram do sertão e até da praia veio gente. Vieram de ônibus, carro, pau-de-arara, moto etc. Uns se perderam pelo caminho e quase não encontram o rumo da Capela Cristo Libertador – Santuário das Comunidades. A capela é pequena, redonda e decorada com muito bom gosto. Dentro dela as pessoas cantavam alegres cantos que outrora animaram e ainda animam suas lutas por terra, pão e vida. Lá fora duas tendas amplas abrigam outros tantos que participam da celebração. Os que não conseguiram entrar na capela ou se abrigar debaixo da tendas ali montadas, desafiavam o sol zangado e se defendiam usando como escudo contra a fúria escaldante, apenas uma folha de cânticos distribuída no local.

            Mas, apesar da seca e do forte calor, ali se veem sinais de fartura. Frutas, bolos, sucos, refrigerantes, água são distribuídos aos presentes. Cachos de banana ornamentam as tendas pendendo das colunas de ferro. Outras tantas são abundantemente dispostas sobre a mesa para que ninguém fique sem provar da doçura macia e suculenta que a mãe terra oferece. Fome e sede ali ninguém passa. Perto dali era preparado o almoço pra toda a gente. Tudo partilhado, tudo de graça, tudo transparecendo generosidade, tudo significando milagre.

A celebração é um marco importante na história das Comunidades Eclesiais de Base. Celebra-se os 50 anos de vida sacerdotal do padre Zé Maria, profeta da igreja pobre e para os pobres, 77 anos de vida do padre Moacir, companheiro de lutas do padre Zé Maria e incansável missionário de alma sertaneja que trocou qualquer possibilidade de conforto urbano pela secura do assentamento Jardim, no sertão de Aratuba. Celebra-se ainda a inauguração da Capela Cristo Libertador – Santuário das Comunidades, sinal visível da força histórica dos pobres e de que é possível a “roda grande passar pela pequena”…

O anfitrião padre Moacir acolhe a todos, explica o sentido da Capela redonda “como as nossas reuniões de comunidades”, do Cristo “crucificado mas não morto” e das figuras pintadas nas paredes. A celebração vai começar. O bispo toma a palavra surpreendendo e emocionando a todos: “Beijo as mãos de um santo vivo!” Assim se manifestou Dom Edmilson da Cruz, bispo emérito de Limoeiro do Norte, ao beijar as mãos do Padre Zé Maria e passar-lhe a presidência da celebração.

Fone da Paróquia: (85) 3337-1253

por  Pe. Evando Alves de Andrade –  Pároco de Nossa Senhora da Conceição, em  Aracoiabapadre-josé-maria_g

clique na imagem para ampliar 

 

Publicado em 31/10/2014 por

[Artigo] Dia de Finados

O dia 2 de novembro de 2014 é o Dia de Finados, quando recordamos com saudades a memória de nossos mortos. Visitamos respeitosamente nos cemitérios, os túmulos de nossos parentes e amigos já falecidos. O encontro da cultura cristã com a cultura celta deu origem à comemoração do Dia de Finados. Os celtas – povos que habitavam a região da atual Irlanda – tinham no seu calendário a festa conhecida como “Samhain”. Nesse dia os celtas acreditavam que os dois mundos – o dos vivos e dos mortos – ficavam muito próximos e eles celebravam essa comunhão. Desde o século l, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, aqueles aos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. O abade do Mosteiro de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. E os papas Silvestre ll (996) e João XVll (1012) convidaram a comunidade cristã a dedicar um dia cada ano aos mortos. No século Xl, o calendário litúrgico cristão incorporou o Dia de Finados, que deveria cair no dia 2 de novembro para não se sobrepor ao Dia de Todos os Santos, comemorado no dia 1º naquela época. Este ano a Festa de Todos os Santos será celebrada no domingo dia 3 de novembro.padre-Brendan200

Nossa sociedade de consumo e tecnologicamente avançada faz tudo para que se esqueça da morte. Frequentemente um amigo morto já é sepultado antes que as notícias de seu falecimento cheguem a nós. Para muitos, participar na Missa de 7º. Dia é uma mera formalidade social sem qualquer significado religioso. A morte não é o simples fato biológico da cessação do nosso existir. É o ponto culminante do viver e vem coroar as boas opções que fizemos durante a vida. Neste dia os fiéis católicos têm o secular e piedoso costume de rezar pelas almas que ainda podem estar num estado de purificação antes de gozar da Visão de Deus. Em nossos dias, em certos ambientes católicos se propagam dúvidas com relação à católica devoção pelas “almas no estado de purificação”. Obviamente nossa atitude neste assunto não pode e nem deve ser determinada pelo parecer do último livro de um teólogo. Em nossa vida cristã somos orientados por uma instância superior. No caso, esta autoridade é o próprio Concílio Vaticano ll. Na Constituição Dogmática “Lumen Gentium” (cf. Nos. 49-50) recorda o Concílio que a Igreja sempre venerou com grande piedade a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios por eles; cito o texto bíblico de 2 Mac 12, 46: “É um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam livres de seus pecados”. Depois, no No. 51, o mesmo Concílio Vaticano ll torna a referir-se à nossa “comunhão vital com os irmãos que ainda se purificam depois da morte”, e decide propor de novo os decretos dos Concílios de Florença e de Trento acerca desta doutrina.

É importante lembrar que depois da morte não há mais tempo nem espaço, e falar sobre a “duração” deste estado de purificação não faz sentido. Não há nenhuma doutrina da Igreja sobre isso. Nada se diz a cerca da topografia do além.  Nada nos ensinado com relação ao tipo de purificação dispensada depois da morte. Portanto, precisamos tomar muito cuidado com os exageros nas fantasias populares. O estado de purificação possível nada tem a ver com as imagens medievais de um lugar de castigo e de penas. Também falando sobre “tempo” no estado de purificação não faz sentido. O Catecismo da Igreja Católica ensino: “Aqueles que morrem na graça e amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenha garantida a sua salvação eterna, passam, após a morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu” (No. 1.030).  Para o católico, então, o Dia de Finados não é um dia de tristeza ou lamúrias, mas é um dia de saudosa recordação, confortada pela fé que nos garante que nosso relacionamento com os finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração do sufrágio.  O Catecismo da Igreja Católica afirma: “A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo e da graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar a sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir o seu destino último” (CIC, 1013). Quando tiver terminado “o único curso de nossa vida terrestre” (L.G. No. 48), não voltaremos mais a outras vidas terrestres. A Bíblia afirma: “Os homens devem morrer uma só vez” (cf. Hb 9, 27). Portanto, para os católicos não existe “reencarnação” depois da morte. Somos salvos pelos méritos de Cristo e não pelos nossos próprios méritos. Sem dúvida, a visão cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja que reza: “Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”.  O Dia de Finados deve ser para nós vivos, um eficaz ensejo para refletirmos sobre o sentido e a brevidade da vida presente.

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald

Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1

 

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Publicado em 31/10/2014 por

[ARTIGO] Maria, glória do gênero humano

Padre Geovane Saraiva*

Nosso Senhor Jesus Cristo ofereceu à criatura humana a cruz e, ao mesmo tempo plantou-a no seio da humanidade, indicando que através dela se chega ao fim último e e feliz, a salvação. Jamais podemos perder de vista, tendo como pressuposto a fé, que no Filho de Deus, temos o domínio da história da humanidade, eis a grande verdade.  Não posso dizer igualmente, mas grande verdade é que na Santa Virgem Maria, de acordo com o projeto insondável de Deus Pai, encontra-se uma criatura humana, que junto de Deus, é a glória do gênero humano.geovane160

E aqui temos a visão gloriosa do evangelista João, segunda a qual uma mulher “apareceu no céu, vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estelas” (cf. Ap 12, 1), deixando bem claro que a figura de Maria é uma obra prima e imprescindível no mistério da inefável ação redentora de Jesus.  De modo que olhamos para Maria como a primeira a contemplar a cruz, mas de todo seu coração, de tal modo que a força salvadora de Jesus se expressasse e expandisse livremente, vinda de uma mulher que sabe recorrer a quem pode socorrer, diante da aflição, quando falta o vinho.

Maria, na expressão do Cardeal Aloísio Lorscheider “É a toda bela, toda pura, toda santa, a glória de Jerusalém, a alegria de Israel, a honra do seu povo, a nossa honra, garantindo o pleno êxito da redenção pela sua íntima participação na obra redentora do seu Filho”. Tudo isto, evidentemente, pela força e ação do Espírito Santo de Deus, nas palavras do querido Papa Francisco: “A Virgem Maria ensina-nos o que significa viver no Espírito Santo e o que significa acolher a novidade de Deus na nossa vida. Ela concebeu Jesus por obra do Espírito, e cada cristão, cada um de nós, está chamado a acolher a Palavra de Deus, a acolher Jesus dentro de si e depois levá-lo a todos. Maria invocou o Espírito com os Apóstolos no cenáculo: também nós, todas as vezes que nos reunimos em oração, somos amparados pela presença espiritual da Mãe de Jesus, para receber o dom do Espírito e ter a força de testemunhar Jesus ressuscitado” (28 de abril de 2013).

Quanta sorte porque do lado do bem se encontram mulheres fortes e sábias, como Maria e Ester, que em seu tempo tinham reduzido espaço de ação na sociedade, contando unicamente com  Bondade de Deus.  Neste sentido, relembremos a súplica da Rainha Ester no Antigo Testamento, pela vida ameaçada do povo de Israel (cf. Et 7, 3). Bondade também grandiosa é a do Sumo Pontífice, o Papa Francisco: “A esperança é a virtude daqueles que, experimentando o conflito, a luta diária entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, creem na Ressurreição de Cristo, na vitória do Amor. Escutemos o canto de Maria, o Magnificat: é o cântico da esperança, é o cântico do Povo de Deus no seu caminhar através da história. É o cântico de muitos santos e santas, alguns conhecidos, outros, muitíssimos, desconhecidos, mas bem conhecidos por Deus: mães, pais, catequistas, missionários, padres, freiras, jovens, e também crianças, avôs e avós; eles enfrentaram a luta da vida, levando no coração a esperança dos pequenos e dos humildes.” (Homilia de 15 de agosto de 2013).

Maria pede o vinho da nova aliança, expressando a vida completa, muito acima da nossa realidade, que numa só palavra quer falar da humanidade restaurada, voltada para Deus e liberta de todas as solicitações do mal. Em Maria temos no dizer do Papa Francisco: “A Igreja, quando busca Cristo, bate sempre à casa da Mãe e pede: ‘Mostrai-nos Jesus’ de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado. E, por isso, a Igreja sai em missão sempre na esteira de Maria. Queridos amigos, viemos bater à porta da casa de Maria. Ela abriu-nos, fez-nos entrar e nos aponta o seu Filho. Agora Ela nos pede: ‘Fazei o que Ele vos disser’ (Jo 2,5). Sim, Mãe, nos comprometemos a fazer o que Jesus nos disser! E o faremos com esperança, confiantes nas surpresas de Deus e cheios de alegria.” (Homilia de 24 de julho de 2013). Assim seja!

* Padre da Arquidiocese de Fortaleza, escritor, colunista, blogueiro, membro da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza, da Academia de Letras dos Municípios do Estado Ceará (ALMECE) e Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal – Pároco de Santo Afonso – geovanesaraiva@gmail.com

 

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Publicado em 31/10/2014 por

[Notícias] Missas no Dia de Finados em alguns Cemitérios de Fortaleza

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Dia 2 de novembro, Dia de Finados, é dia de lembrar todos àqueles que partilharam conosco a sua vida e que já faleceram. O Dia de todos os Santos, 1º de novembro, fez com que surgisse um dia dedicado à memória de todos os mortos. As duas festas tem como pretexto fatos transcendentes, mas na verdade celebram realidades desta vida. A Fundamentação Bíblica para o Dia de Finados é encontrada no Segundo Livro dos Macabeus capítulo doze versículo quatro (12, 4), onde se lê: “Rezou pelos Mortos”.

Hora de rezar, celebrar o dom vida e pedir a intercessão dos irmãos que partiram.

Veja a relação dos padres da Arquidiocese que faleceram neste ano de 2014. 

  • Programação de Missas no Dia de Finados em alguns Cemitérios:

1 – Cemitério Parque da Paz

Dia 2 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas, missa presidida pelo Pe. Gilson Soares, Pároco da Paróquia Senhor do Bonfim, no Monte Castelo, animada pela Capela São Francisco que faz parte da Paróquia Mãe Santíssima;

Às 10 horas, missa presidida pelo Pe. Gilson Soares, Pároco da Paróquia Senhor do Bonfim, no Monte Castelo, de Fortaleza, animada pela Capela São Francisco que faz parte da Paróquia Mãe Santíssima;

E às 11 horas, missa presidida pelo Padre Gilson Soares, Pároco da Paróquia Senhor do Bonfim, no Monte Castelo, animada pela Capela São Francisco que faz parte da Paróquia Mãe Santíssima.

O Cemitério Parque da Paz fica na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 4454, no bairro Passaré, em Fortaleza. Informações: (85) 3295 2577 ou 3295- 5464, no Cemitério Parque da Paz.

2 – Cemitério Bom Jardim

Dia 2 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas, missa presidida pelo padre Watson Holanda, pároco da do Bom Jardim.

E às 16 horas, missa presidida pelo Padre Carlos da Área Pastoral Santa Paula Fracinetti, do bairro Granja Lisboa.

O Cemitério do Bom Jardim fica na Est. do Jatobá, nº 2668, no Parque Santa Cecília. Informações pelo telefone (85) 3452 2465, no Cemitério do Bom Jardim.

3 – Cemitério da Parangaba

Dia 2 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas, missa presidida pelo Padre Renato Simoneto da Paróquia Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba.

Às 12 horas, missa presidida pelo Padre Sílvio Aparecido da Silva, pároco da Igreja Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba.

Às 16 horas, missa presidida pelo Padre Sílvio Aparecido da Silva, pároco da Igreja Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba.

O Cemitério da Parangaba fica próximo ao terminal da Parangaba. Informações pelo telefone (85) 3292 3090, no Cemitério da Parangaba.

4 – Cemitério Jardim Metropolitano

Dia 2 de Novembro – Dia de Finados – Às 10 horas e às 16 horas, missa presidida pelo Padre Wagner.

O Cemitério Jardim Metropolitano fica na Rodovia Anel Viário nº 4261 – Eusébio. Informações pelo telefone (85) 3033 5555, Cemitério Jardim Metropolitano.

5 – Cemitério São João Batista

Dia 31 de outubro, às 8 horas, missa presidida pelo Padre Wellington.

Dia 1º de novembro, às 12 horas, missa presidida pelo Padre Targino – Capelão do Cemitério.

Dia 2 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas, missa presidida pelo Padre Targino – Capelão do Cemitério.

Às 10 horas, missa presidida por Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza e concelebrada com o Padre Targino – Capelão do Cemitério.

Às 12 horas, missa presidida pelo Padre Targino – Capelão do Cemitério concelebrada pelo Padre Wellington.

E às 14 horas, missa presidida pelo Padre Wellington.

O Cemitério São João Batista fica na Rua Pe. Mororó, nº 487, no Centro, em Fortaleza. Informações pelo telefone (85) 3212 8415.

6 – Cemitério de Messejana

Dia 2 de novembro – Dia de Finados – às 9 horas, missa presidida pelo Padre Emílio César Porto Cabral, pároco da Igreja de Messejana.

Às 16h, missa presidida pelo Padre Carlos Daniel da paróquia de Messejana.

O Cemitério de Messejana fica na Rua José Severiano, 290, em Messejana, em Fortaleza.

7 – Cemitério São Vicente de Paula (Cemitério do Mucuripe)

Como o Cemitério do Mucuripe é de frente a Paróquia Nossa Senhora da Saúde do Mucuripe, as missas serão na Igreja Matriz nos seguintes horários:

Às 7h, missa presidida pelo Padre Alderi Leite de Araújo, pároco da Igreja do Mucuripe.

Às 8h30min, missa presidida pelo Padre Fernando.

Às 17h, missa presidida pelo Padre Manfredo Oliveira.

Às 19h, Padre Anderi Leite de Araújo, pároco da Igreja do Mucuripe.

O Cemitério do Mucuripe fica na Av. Abolição, 3986, Mucuripe.

Publicado em 31/10/2014 por

[NOTÍCIAS/Brasil] Comissão de Bioética organiza Seminário sobre a Evangelium Vitae

seminrio_bioetica 370x326Com o objetivo de celebrar os 20 anos da Exortação Apostólica Evangelium Vitae, escrita por São João Paulo II, serão realizados, em Curitiba, de 20 a 22 de março de 2015, o Seminário da Comissão de Bioética da CNBB e 6ª Jornada Interdisciplinar de Pesquisa em Teologia e Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR).

A Conferência de abertura, no dia 20, trará o tema “Evangelium Vitae na perspectiva do magistério da Igreja”, com presença do arcebispo de Utrecht – Holanda e membro da Pontifícia Academia para a Vida, cardeal William Eijck.

A expectativa da organização é receber mais de 250 participantes. O público alvo são os agentes das comissões estaduais e regionais de Vida e Família e Pastoral Familiar, docentes de teologia e bioética, pós-graduandos de teologia e bioética. O evento também é aberto aos profissionais das áreas da saúde, jurídicas, sociais e humanas.

Visando oferecer outras informações sobre os encontros, a organização lançou o hotsite. Na página é possível encontrar a programação completa, além de orientações sobre hospedagem, programação, inscrições de trabalhos/resumos, entre outros dados. Acesse: seminariobioetica.cnbb.org.br

Evangelho da Vida

Com base na Encíclica Evangelium Vitae, haverá reflexão pastoral e acadêmica, com contextualização do documento, sua atualidade, as perspectivas futuras de desenvolvimento e outras temáticas afins. O evento conta com apoio de setores da Igreja e da sociedade, como a coordenação da Comissão Nacional de Bioética da CNBB.

Na programação do sábado, 23, está prevista conferência sobre a “Civilização do amor e da vida”, com coordenação do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini, e presença do presidente do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimônio e Família (Roma), professor Dr. Livio Melina.

Veja a programação completa das conferências e painéis. Clique aqui.

Apresentação de trabalhos

O Seminário abrirá espaço para comunicações, no formato de trabalhos completos ou em formato de pôsters, para quem enviar resumos. Cada proponente poderá inscrever-se como autor ou co-autor em até três trabalhos. Só serão aceitos trabalhos de autores que estejam devidamente inscritos no evento. Os trabalhos devem ser enviados pelo e-mail:castorina_vidal@hotmail.com até 15 de dezembro de 2015. Os materiais aceitos serão publicados nos Anais on-line do evento.

Confira os critérios de formação dos trabalhos completos e para apresentação do pôster. Clique aqui.

Fonte: CNBB

Publicado em 31/10/2014 por

[NOTÍCIAS/Mundo] “Solidariedade é um modo de fazer história”, diz papa Francisco

Papa Movimentos Populares 350x233“A solidariedade, entendida em seu sentido mais profundo, é um modo de fazer história e isso é o que fazem os movimentos populares”, disse o papa Francisco, na manhã de ontem, dia 28, durante encontro com os participantes do Encontro Mundial dos Movimentos Populares.

Ao falar sobre solidariedade, Francisco sugeriu pensamentos e atos em favor da comunidade e da prioridade de vida a todos. “Também é lutar contra as causas estruturais da pobreza, a desigualdade, a falta de trabalho, a terra e a violência, a negação dos direitos sociais e trabalhistas”, enumerou. Para ele, a solidariedade se traduz no enfrentamento aos “efeitos destruidores do ‘Império do dinheiro’, como os deslocamentos forçados, as migrações dolorosas, o tráfico de pessoas, a droga, a guerra, a violência. “Todas essas realidades que muitos de vocês sofrem e que todos somos chamados a transformar. A solidariedade, entendida em seu sentido mais profundo, é um modo de fazer história e isso é o que fazem os movimentos populares”, disse.

A transformação da realidade dos que sofrem com a pobreza conduziu o papa a três elementos que para ele são uma resposta a algo que deveria estar ao alcance de todos, mas que está cada vez mais longe da maioria: “terra, casa e trabalho”. A abordagem em relação ao escândalo da pobreza não deve promover “estratégias de contenção que somente tranquilizem e convertam os pobres em seres domesticados e inofensivos”.

O papa Francisco alertou, ainda, ao tratar dos elementos “terra, casa e trabalho”, que fala do amor pelos pobres, que está “no centro do Evangelho”. “É estranho, mas quando falo sobre estas coisas, para alguns parece que o papa é comunista”, comentou.

Francisco também falou sobre a “cultura do descartável”, na qual aqueles que não podem se integrar no fenômeno da exportação e da opressão, são excluídos como resíduos, sobras. Ele explicou que isso acontece quando no centro de um sistema econômico está o deus dinheiro e não o homem, a pessoa humana. “Ao centro de todo sistema social ou econômico deve estar a pessoa, imagem de Deus, criada para que fosse o dominador do universo. Quando a pessoa é desprezada e vem o deus dinheiro, acontece esta troca de valores”, alertou.

Falando sobre trabalho, o papa destacou direitos a uma remuneração digna, à seguridade social e à cobertura previdenciária aos catadores, vendedores ambulantes, costureiros, artesãos, pescadores, camponeses, construtores, mineiros, todo tipo de cooperativistas e trabalhadores de ofícios populares, que, segundo Francisco, estão excluídos dos direitos trabalhistas e têm negada a possibilidade de sindicalizar-se e de ter uma renda adequada e estável. “Hoje quero unir minha voz à sua e acompanha-los em sua luta”, afirmou.

O papa ainda falou sobre paz e ecologia no contexto dos três elementos apresentados em seu pronunciamento. “Não se pode haver terra, não pode haver casa, não pode haver trabalho se não temos paz e se destruirmos o planeta”, disse. Ele exorta que a criação não é uma propriedade da qual se pode dispor a esmo gosto, nem que pertence a uns poucos. “A criação é um dom, é um presente, um dom maravilhoso que Deus nos deu para que cuidemos dele e utilizemos em benefício de todos, sempre com respeito e gratuidade”, acrescentou.

Em relação à “globalização da indiferença”, presente no mundo, foi apresentado um “guia de ação, um programa” considerado “revolucionário”: as bem-aventuranças, presentes no Evangelho de Mateus.

Ao final, Francisco afirmou que os movimentos populares expressam “as necessidades urgentes de revitalizar as democracias”. Ele considera “impossível imaginar um futuro para a sociedade sem a participação como protagonista das grandes maiorias”.

Encontro

O Encontro Mundial dos Movimentos Populares aconteceu de 27 a 29 de outubro, com organização do Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano, em colaboração da Pontifícia Academia de Ciências Sociais e líderes de vários movimentos. São 100 leigos, líderes de grupos sociais, 30 bispos engajados com as realidades e os movimentos sociais em seus países, e cerca de 50 agentes pastorais, além de alguns membros da Cúria romana presentes no evento. Representou a CNBB o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da instituição, dom Leonardo Steiner.

O evento buscou fortalecer a rede de organizações populares, favorecer o conhecimento recíproco e promover a colaboração entre eles e suas Igrejas locais, representadas por bispos e agentes pastorais provenientes de vários países do mundo. O Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano ressalta o compromisso na promoção e tutela da dignidade e dos direitos da pessoa humana, assumido pelos movimentos.

 Com fotografia da Rádio Vaticano – Programa brasileiro.

Fonte: CNBB

Publicado em 31/10/2014 por

[NOTA DE FALECIMENTO] Padre Leandro Araújo, pároco de Lagoa Redonda

 

padre_leandro2A Arquidiocese comunica o falecimento do amigo e irmão presbítero Pe. Raimundo Leandro de Araújo. O falecimento ocorreu na noite de ontem, 30 de outubro de 2014, devido a um infarto cardíaco.

Pe. Leandro exerceu o Ministério Presbiteral em nossa Arquidiocese de Fortaleza, passando por diversas Paróquias, como Pároco, tais como: Paróquia São Miguel Arcanjo (Itapebuçu – Maranguape), Paróquia São Francisco de Assis (Palmácia), Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Pacatuba), Paróquia Nossa Senhora da Penha (Maranguape) e, atualmente, a Paróquia São José (Lagoa Redonda – Fortaleza).

Pe. Leandro Araújo  sempre se mostrou próximo dos vocacionados e seminaristas, ouvindo-os atentamente e empolgando-os com seu jeito espontâneo e contagiante no contato mais direto. Foi, sem dúvida, um dos Padres mais fecundos em número de vocacionados ao sacerdócio que enviou para os Seminários Diocesanos e Religiosos.

Rogamos a Deus que este nosso irmão na fé e no ministério presbiteral seja no Céu, junto de Nosso Senhor Jesus Cristo, um intercessor por novas, santas e numerosas vocações sacerdotais e religiosas.

As nossas preces aos familiares, a Dom José Antonio, Arcebispo de Fortaleza e a toda a comunidade, especialmente, a da Lagoa Redonda e Pacatuba que acompanharam a vida de nosso irmão, Pe. Leandro Araújo.

O corpo está sendo velado na igreja São José, Lagoa Redonda, em Fortaleza. Às 9h30min haverá missa das exéquias. Às 13 horas haverá o traslado do corpo para Pacatuba – terra natal de padre Leandro Araújo. Em Pacatuba terá missa presida por Dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza, e concelebrada por padres da Arquidiocese, às 16 horas, na igreja matriz.

Agradeçamos a Deus, o dom da vida deste nosso amado irmão no presbitério.

Contato: (85) 3476-8904 – Paróquia São José – Lagoa Redonda.

 Por Pe. Rafhael Silva Maciel, Reitor do Seminário Propedêutico e coordenador Arquidiocesano da Pastoral Vocacional

 

Publicado em 30/10/2014 por

Encontro de formação da Campanha para Evangelização 2014 e CF 2015

Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza e a coordenação de Equipe de Campanhas convocam lideranças das paróquias para um encontcartazCF15ro de formação sobre a CF/2015, no dia 15 de novembro , sábado, das 8 às 16 horas, no Centro Pastoral “Maria Mãe da Igreja”, entrada pela Rua Rodrigues Júnior, nº 300.

Todas as Paróquias, Áreas Pastorais, Movimentos, Pastorais e Organismos estão convidados a participar, enviando 2 (dois) representantes, preferencialmente membros das equipes de animação das campanhas. Solicitamos aos párocos, vigários paroquiais e coordenações que divulguem e encaminhem seus representantes.

Favor confirmar presença impreterivelmente até o dia 10 de novembro, pelos telefones (85) 3388 8701 ou 33888723, com Hilda ou Rosélia.

 

Publicado em 29/10/2014 por

[FOTOS] VII Evangelizar é Preciso Fortaleza – Pe. Reginaldo Manzotti

VII Evangelizar é Preciso Fortaleza – Pe. Reginaldo Manzotti 

 

 

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