Dezembro 2013 | Arquidiocese de Fortaleza

Publicado em 27/12/2013 por

[Francisco] A tarefa nova que se impõe

manfredo300Compreendeu-se mundo afora que a escolha do nome Francisco significou a escolha de um programa de vida e de uma forma do serviço que cabe ao bispo de Roma na igreja católica.

Francisco, no discurso de inauguração de suas atividades, afirmou claramente que isto implica uma igreja que seja testemunha de uma vida simples, que tenha cuidado pelos mais frágeis, cuidado pela paz e pela natureza. Francisco de Assis, no mundo conturbado do início da modernidade, concentrou-se naquilo que é essencial para a comunidade de discípulos dos Jesus: o evangelho e com ele os pobres deste mundo para quem em primeiro lugar o anúncio do Reino de Deus constitui uma “Boa-Nova”.

Por isto para o novo Francisco isto significa para a igreja em nossos dias a tarefa de tomar consciência de que o destino do Povo de Deus não é diferente do destino de toda a humanidade e de que, portanto, a missão da igreja consiste em inserir-se no mundo e abrir-se às alegrias e às esperanças, às tristezas e às angústias dos homens e das mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e atribulados. Daí a tarefa urgente: reabrir-se ao mundo para exercer o serviço da evangelização. Isto implica uma reconstrução da igreja a partir do Evangelho e dos últimos deste mundo, uma igreja que não se deixe seduzir pelo poder e pela riqueza, mas antes esteja centrada nos valores evangélicos procurando atuar profeticamente no mundo por sua presença e seu serviço.

Assim, exige-se uma igreja que seja capaz de escutar a sociedade, de ter sensibilidade para as gigantescas desigualdades sociais, considerar com toda seriedade e sem temor todas as questões que a sociedade levanta, conhecendo e respeitando o ser humano em todas as suas dimensões, mostrando profunda compaixão diante do sofrimento e confrontando-se com as inúmeras formas de injustiça. Os gritos que pedem justiça continuam ainda hoje muito fortes, portanto, temos que olhar o mundo compreendendo que ele constitui em si mesmo um desafio ético histórico sem precedentes e que nos desafia de forma radical a tomar decisões corajosas e livres no momento presente refletindo sobre suas consequências a fim de que elas sejam capazes de superar os males que nos afligem .

Para Francisco evangelizar supõe da igreja a capacidade de não se refugiar em si mesma, mas de sair de si mesma e ir para as periferias geográficas e existenciais do mistério da dor, do sofrimento, da violência, da injustiça, de toda miséria na vida humana. Uma igreja que por sua pregação e estilo de vida ajude as pessoas a compreender que somos todos responsáveis pela formação das novas gerações, ajudando-as a reabilitar a política que é uma das formas mais altas da caridade a fim de que cada vez mais cresça a participação das pessoas no enfrentamento dos problemas comuns, que se evite todo tipo de elitismo e imprimindo uma visão humanista à economia se erradique a pobreza.

Numa palavra, o desafio é superar o grande risco de toda comunidade religiosa, a autorreferencialidade, o que significa prender Jesus em si mesma. O lugar da comunidade eclesial não pode ser ela mesma, mas o mundo como ele está hoje configurado e frente a suas crises profundas: uma sociedade secular que não mais se deixa tutelar por instâncias exteriores a si mesma, que por isto reivindica autonomia plena em relação a qualquer compreensão religiosa do mundo, marcada por uma miséria que ameaça a vida de dois terços da humanidade e por um processo gigantesco de destruição das próprias bases da vida no planeta.

Numa palavra, exige-se uma igreja que se organize para servir a todos os batizados e aos homens de boa vontade, que seja capaz de sair da cultura rural onde nasceu para anunciar o evangelho no idioma da cultura de hoje para poder oferecer uma resposta aos problemas existenciais do homem de hoje especialmente das novas gerações.

Diante deste enormes desafios Francisco insiste sempre no único meio que lhe parece necessário: entre a indiferença egoísta e o protesto violento existe uma opção. O diálogo, entre gerações, o diálogo no povo: a capacidade de dar e receber. Para ele um país só cresce verdadeiramente quando suas diversas riquezas culturais dialogam de forma construtiva. É impossível imaginar um futuro digno do ser humano para a sociedade sem uma contribuição significativa das energias morais numa democracia que se entenda ser mais do que o mero equilíbrio da representação dos interesses estabelecidos. Daí porque o único modo para que uma pessoa, uma família, uma sociedade cresça, a única forma que faz avançar a vida dos povos é a cultura do encontro em que cada um tem algo bom para contribuir. A igreja precisa fazer-se humildemente servidora deste processo de reconfiguração da vida humana assumindo o papel fecundo de fermento na vida social.

Por Manfredo Araújo de Oliveira

Publicado em 27/12/2013 por

Natal: intercâmbio de dons entre o céu e a terra

geovane160por Padre Geovane Saraiva*

Natal é um convite feito às pessoas de boa vontade de “participar da divindade daquele que uniu a Deus nossa humanidade”, manifestando-se como luz, a iluminar todos os povos no caminho da salvação. No Natal experimentamos misteriosamente “a troca de dons entre o céu e a terra”, na ternura e esperança, sem jamais ter medo da ternura, disse o Papa Francisco.

O Menino Jesus, tão pequeno na gruta de Belém, entrou no mundo como uma criança frágil, vivendo na sociedade de seu tempo, filho de Maria de Nazaré e do carpinteiro José, querendo, evidentemente, desmanchar a montanha do orgulho e do egoísmo, amparado pela simbologia do manto da paz, da justiça, da ternura e da solidariedade. Mas ele, sem que as pessoas conseguissem perceber, carregava consigo uma profunda marca, a natureza divina – É o Verbo de Deus que se encarnou e veio se estabelecer entre nós (Jo 1, 14).

De nós católicos cabe exultar e, ao mesmo tempo, contemplar associados aos anjos, que povoaram os céus naquela noite feliz e memorável, no insondável e misterioso coro: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”, para que sua chegada encontre morada no interior das pessoas, além de causar-nos uma alegria transbordante, naquele que de modo inexprimível, no dizer Santo Afonso Maria de Ligório, “desce das estrelas, vindo morar numa gruta, ao frio, ao gelo”.

Que este Natal de 2013, a partir dos gestos, atitudes e palavras do nosso querido Papa Francisco, seja de verdade: festa de paz, amor, justiça e fraternidade. Não terá nenhum sentido celebrar o Natal do Senhor, sem que aconteça no nosso interior, profundas mudanças de conversão, aceitando na vida e no dia a dia a atitude pobre, mansa e humilde de Jesus da Nazaré.

Para a humanidade que parece ter perdido o sentido da vida, eis uma ocasião indispensável para uma profunda revisão de vida, no menino que o vemos na manjedoura, pobre e frágil, simples e humilde, mas que recorda um número infinito de meninos empobrecidos, cansados de ilusórios presentes. Eles não querem esses ilusórios presentes, porque estão ávidos é de um futuro, marcado de pequenos gestos, gestos concretos traduzidos em despojamento, amor de verdade!

Saibamos, pois, aproveitar do Natal, festa tão simpática, a qual enche nossos corações de enorme alegria! Alegria mesmo por toda parte! Vamos ficar bem atentos diante do Evangelho, como palavra de ordem: “Eis que eu anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo” (Lc, 2, 10). Mas qual é mesmo a verdadeira alegria? “Nasceu-vos hoje na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor” (Lc 2, 11).

Um feliz Natal! Eu sonho com aquela esperança indissolúvel, da terra transformar-se céu e o céu transformar-se terra, “Porque um menino nasceu para nós, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: conselheiro admirável, Deus forte, pai dos tempos futuros, príncipe da paz” (Is 9,5). Amém!

*Padre da Arquidiocese de Fortaleza, escritor, articulista, blogueiro, membro da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza, da Academia de Letras dos Municípios do Estado Ceará (ALMECE) e Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal – Pároco de Santo Afonso – geovanesaraiva@gmail.com

 

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Publicado em 27/12/2013 por

O ano de 2014

padre-Brendan200Estamos iniciando um novo ano. Fazemos um ato de adoração a Deus e pedimos-lhe proteção e auxílio. Saudamo-nos mutuamente e desejamos felicidades uns aos outros e bons êxitos. Como será este ano novo? O que esperamos do ano 2014? Deixamos de lado a futurologia e a astrologia. Deixamos de lado também o fatalismo do simples “como Deus quiser”. Nós cristãos procuremos compreender, à luz dos mandamentos e dos planos do criador, que, sem em nada diminuir a Fé em Deus e o abandono em sua santa vontade e imperscrutáveis desígnios, o futuro deve ser por nós construídos. Não há dúvida que o futuro não se adivinhe, mas se edifica. O amanhã depende do acerto das nossas opções de hoje. O ano 2014 será aquilo que nós faremos. Acreditamos em Deus e na sua soberania, mas não nos deixamos ficar num passivo providencialismo ou num fatalismo acomodado. Se tudo depende de Deus, tudo depende também de nós.

A Igreja Católica celebra no dia 1º. de janeiro a “Solenidade da Santa Mãe de Deus, Maria”.Um dos títulos de Maria é “Nossa Senhora da Paz”. No início de cada ano a Igreja procura trazer à consciência de cada pessoa cristã a importância da paz e o dever de preservá-la. A melhor maneira de assegurar a paz é trabalhar pela justiça. A paz é o vértice de todos os bens terrenos. Sem ela perdem substância todas as conquistas do homem em seus mais variáveis setores. Há uma enorme falta de paz no mundo e no Brasil. Basta ver o crescimento vertiginoso de todo tipo de violência: assassinatos, estupros, sequestros, prostituição infantil, drogas, pedofilia, furtos etc. para confirmar essa afirmação. Inicialmente ligados à paz estão os direitos humanos. Manter a paz à custa dos direitos humanos é uma contradição em termos. Onde hoje há a insana repressão dos direitos humanos, amanhã haverá toda forma de violência e, finalmente, a convulsão social.

A existência de milhões de empobrecidos em nosso país nos envergonha no início de mais um ano. A Igreja Católica no Brasil olha o conjunto do país a partir das massas sobrantes da modernização, e aponta a solidariedade, a união e a organização do povo como o caminho para uma sociedade mais democrática e não excludente em 2014. Desejo à todos os leitores deste breve artigo e, por extensão às suas famílias, um feliz e abençoado Ano Novo. Que o novo ano de 2014 seja para todos os leitores deste breve artigo um ano cheio de sucesso, de compreensão, de justiça, de unidade e, sobretudo, de amor e paz.

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista e Assessor da CNBB, Reg. NE1

 

 

 

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Publicado em 23/12/2013 por

O Natal nas ruas e lixões: O Cortejo da louvação do Povo da Rua

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Oh Deus salve a estrela guia/ que veio anunciar

que o Menino Deus nasceu/ e nasceu neste lugar.

Nesses nossos corações/ o Menino vai ficar

viva o povo na rua/ viva o povo no lar.

Um natal no meio da rua é Natal da Rua, dos Direitos Humanos do povo da rua!

E fica decretado que todo o direito é para todos os homens, que todo direito é para todas as mulheres. Natal é tempo novo, pressupõe um tempo de paz, e a paz que queremos nas ruas não é diferente da paz que queremos para o mundo: A paz nas escolas, nos becos e praças; nas calçadas, nas ruas e trilhas, nas rodovias, cidades e ilhas. A paz no presente a paz no futuro. A paz do ausente, por dentro do muro; da mulher, a paz do soldado, do trecheiro e do libertado. A paz para as casas e apartamentos, lá no campo e no parlamento. A paz!

A vida que insiste em ser somente vida, nos guiará.

Diante de tanta tristeza a vida de todos os seres vingará.

O criador das criaturas, das alturas mais ternura nos dará.

Abençoando tudo que se move entre o céu, a terra e o mar.

Seu filho no mundo nascido veio libertar.

Em nome, sim, da vida para a morte aqui, enfim findar.

A vida que insiste em ser somente vida, nos guiará.

Perante o frio, a fome, a febre, a falsidade a vida vencerá.

O criador das criaturas, das alturas mais ternura nos dará.

Abençoando tudo que constrói o amor porque o amor não se pode calar.

Seu filho imaculado como uma colheita veio alimentar

A fome de justiça pela vida contra a morte e o pesar.

A vida que insiste em ser somente vida, nos guiará.

Fica decretado pela força da nossa vontade, que a nossa luta não vai parar e que o povo

da rua forte ou fraco caminhará. Que o natal de hoje será a cada dia onde todos juntos

celebramos nossa utopia

 Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de Fortaleza.

 

Publicado em 23/12/2013 por

O trono de Jesus é a cruz

almir250Celebramos, no último domingo do mês de novembro (24/11), a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. É interessante notar que nos Evangelhos de cada Ano Litúrgico (A, B e C), os textos dão uma conotação totalmente diferente da realeza de Jesus Cristo, porquanto uma realeza que se traduz e se exerce no amor, no serviço, no perdão e no dom da vida.

Como informação: no Ano A, o Evangelista é Mateus; no Ano B é Marcos e no Ano C é Lucas. No Ano A, o evangelho que aparece nesta solenidade é Mateus, 25, 31-46; no Ano B é Jo. 18, 33b – 37 e no ANO C (este ano de 2013), Lc. 23, 35-43.

Reconstituindo brevemente cada um destes três evangelhos, que vale a pena ler para contextualizá-los em torno desta reflexão, o que vemos? Em Mt. 25, 31-46 é a cena do juízo final, o Filho do Homem se assentará em seu trono de glória, para justamente dizer quem são os benditos do Pai (os justos) e os que viveram sem compaixão, o que fizeram na vida em termos de solidariedade ou no não. O que conta mesmo, o critério decisivo é viver com compaixão, a ajuda aos que sofrem.

Em João, 18, 33.b – 37, aparece a cena de Jesus diante de Pilatos e no diálogo Jesus afirma “ se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam combatido para que eu não fosse entregue aos judeus” (v.36) e quando interrogado se era Rei ele diz: “és tu que dizes que eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para dar testemunho da verdade” (v.37). E no Evangelho deste ano, Lc. 23, 35-43, há muita zombaria com Jesus, havia um letreiro com a inscrição “Este é o rei dos judeus” (v. 38), até mesmo um dos malfeitores crucificados ao seu lado o insultava (v. 39).

Qual a ideia central destes textos, para onde eles apontam, o que inspiram em termos de poder e de vida para nós cristãos? O quadro das citações é dominado pelo tema da realeza de Jesus, mas o fundamental é como se define e se apresenta esta realeza! Nos dois últimos textos o ambiente é de proximidade imediata com a paixão e morte de Jesus Cristo e isto já é um forte indicativo de que esta realeza é despojada de todo poder dominador e controlador. Nestes textos e em toda a prática de Jesus não há qualquer sinal que identifique Jesus com poder, com autoridade, com realeza terrena.

A solenidade de Cristo Rei é um convite a repensar nossa existência e nossos valores. Diante deste “rei” despojado de tudo e pregado numa cruz, não nos parecem ridículas as nossas pretensões de honras, de glórias, de títulos, aplausos, de reconhecimentos, de palcos? Diante desse “rei”, que dá a vida por amor, não é questionável as nossas manias de grandeza, as lutas para conseguirmos mais poder, as invejas mesquinhas, as rivalidades?

Contemplar a festa de Cristo Rei do Universo remete-nos como cristãos a avaliar a nossa fé. “Este Deus crucificado não permite uma fé frívola e egoísta num Deus posto a serviço de nossos caprichos e pretensões. Este Deus nos coloca olhando para o sofrimento e o abandono de tantas vítimas de injustiça e de desgraças. Com este Deus nos encontramos quando nos aproximamos de qualquer crucificado… nós cristãos aprendemos, inclusive, a levantar nosso olhar para a cruz do senhor, desviando-o dos crucificados que estão diante de nossos olhos” (Pagola, O Caminho aberto por Jesus, Lucas, Vozes, 2012, pp. 343-344).

Vê-se, portanto que esta solenidade não esgota a sua compreensão apenas em termos de poder, mas a partir daí tem desdobramentos que infelizmente ainda não conseguimos absorver em sua totalidade, ou seja, interiorizar a lógica da realeza de Jesus através da compreensão de que o trono de Jesus é a cruz.

Pe. Almir Magalhães – é padre da Arquidiocese de Fortaleza, diretor e professor da Faculdade Católica de Fortaleza.

Publicado no Jornal O Povo em http://www.opovo.com.br/app/opovo/espiritualidade/2013/12/21/noticiasjornalespiritualidade,3180306/o-trono-de-jesus-e-a-cruz.shtml

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Publicado em 23/12/2013 por

Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres realiza casamento comunitário

matrizcaucaia300Sentimentos de alegria e amor vão marcar a união dos casais no município de Caucaia no dia 28 de dezembro, na Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres com a realização de 20 casamentos comunitários. A celebração vai acontecer na Igreja Matriz, às 19h, na Missa da Família. A cerimônia vai contar com a presença da comunidade paroquial, familiares, amigos, além de parentes. O enlace matrimonial vai será celebrado pelo paróco de Nossa Senhora dos Prazeres, padre José Francisco.

Mais informações através do telefone (85) 3342-3910, na secretaria paroquial.

 

 

Publicado em 23/12/2013 por

Lar Santa Mônica recebe doações e realiza bazar solidário

Bazar-solidario---Handara400O bazar acontece nos dias 26, 27 e 28 de dezembro, das 9h às 17h, no Seminário Santo Agostinho, Av. 20 de Janeiro 2443A, Barra do Ceará, próximo  ao Centro Cultural “Cuca”, ao lado da fabrica de gelo e da capela São Sebastião, com estacionamento.

A doação foi feita pela empresa Handara em beneficio do Lar Santa Mônica. Parte da arrecadação das vendas será destinada aos trabalhos realizados com as crianças acolhidas pela instituição.

Informações com Lucélio de Souza Magalhães, educador Social do Lar Santa Mônica, através dos telefones (85) 8780-6750 ou 9930-0110. E-mail: luceliolarsantamonica@hotmail.com

Publicado em 20/12/2013 por

Papa escreve oração pela família

papafamliaAlgumas iniciativas de oração serão realizadas nos próximos dias em preparação à Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que acontecerá 5 a 19 de outubro de 2014, com o tema “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”.

No domingo, 29 de dezembro, dedicado à Sagrada Família, durante o Angelus, o papa Francisco fará uma oração especial pela família, escrita por ele. A oração será transmitida, via satélite, pelas basílicas de Loreto, na Itália, e de Nazaré, em Israel.

No mesmo dia, na basílica da Anunciação de Nazaré, o secretário geral do Sínodo, arcebispo Lorenzo Baldisseri, celebrará missa com essa intenção. No Santuário da Santa Casa de Loreto, a missa será presidida pelo delegado pontifício, arcebispo Giovanni Tonucci.

Já o presidente do Pontifício Conselho para a Família, arcebispo Vincenzo Paglia, presidirá a missa, na Sagrada Família de Barcelona, Espanha, no próximo domingo, 22 de dezembro.

Fonte: CNBB

 

Publicado em 20/12/2013 por

Funcionamento do Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja no final de ano

Confraternização-Arquidiocese300Dia 23 – fechado para o retorno da Cúria aos novos espaços reformados do Seminário da Prainha;

Dias 26, 27 e 30 – funcionamento normal da Cúria e recesso do Secretariado de Pastoral.

De 2 a 10 de janeiro de 2014, não haverá expediente da Cúria, pois seus funcionários estarão de férias.

O Secretariado de Pastoral da Arquidiocese deseja a todos um santo e abençoado Natal.

Publicado em 20/12/2013 por

Dom Vasconcelos: Aniversário de ordenação presbiteral

Veja aqui as fotos de dom Vasconcelos em Missa de aniversário de ordenação presbiteral na Paróquia de Santa Luzia.

As fotos são de Alexandre Joca, Pascom da Arquidiocese de Fortaleza.

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