Publicado em 31/10/2011 por

Pastoral do Dízimo Arquidiocesana realizou encontro

Encerrando o mês missionário, a Arquidiocese de Fortaleza promoveu dia 30 de outubro, o encontro de animação da Pastoral do Dízimo. Mais de 350 pessoas, representando várias paróquias e áreas pastorais estavam presente.

O evento aconteceu na Paróquia Bom Jesus dos Aflitos (Parangaba), de 8h às 16h, e às 17h houve celebração Eucarística.

Segundo a equipe de articulação arquidiocesana do dízimo, o objetivo do encontro foi ajudar a implantar ou reestruturar a Partilha Eclesial em toda Arquidiocese. “A Partilha Eclesial, precisa ser a forma principal de manutenção e sustentação econômica da Arquidiocese de Fortaleza”, sinaliza a equipe.

Na assessoria contamos do Padre Cristovam Iubel, da Diocese de Guarapuava – PR. Autor de vários livros sobre a Pastoral do Dízimo, pela Editora Pão &Vinho.

A Equipe da Pastoral do Dízimo agradece a Equipe da Pastoral do Dízimo da Paróquia Bom Jesus dos Aflitos, a Comunidade Anuncia-me, a paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração – Aerolândia e todos que ajudaram na Organização do Encontro.

Veja algumas fotos:

Publicado em 29/10/2011 por

Programa Viva a Vida da Pastoral da Criança

Dom José Luiz

Comentário do Evangelho de Domingo dia 30 outubro por Dom José Luiz, para o Programa Viva a Vida da Pastoral da Criança – Fm Dom Bosco, sábados às 15h20min, Participação Janayna Gomes.

Ouça: Dom José Luís

Publicado em 29/10/2011 por

Dia de Finados

O dia 2 de novembro é o Dia de Finados, quando recordamos com saudades a memória de nossos mortos. Visitamos respeitosamente nos cemitérios, os túmulos de nossos parentes e amigos já falecidos. O encontro da cultura cristã com a cultura celta deu origem à comemoração do Dia de Finados. Os celtas – povos que habitavam a região da atual Irlanda – tinham no seu calendário a festa conhecida como “Samhain”. Nesse dia os celtas acreditavam que os dois mundos – o dos vivos e dos mortos – ficavam muito próximos e eles celebravam essa comunhão. Desde o século l, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, aqueles aos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. O abade do Mosteiro de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. E os papas Silvestre ll (996) e João XVll (1012) convidaram a comunidade cristã a dedicar um dia cada ano aos mortos. No século Xl, o calendário litúrgico cristão incorporou o Dia de Finados, que deveria cair no dia 2 de novembro para não se sobrepor ao Dia de Todos os Santos, comemorado no dia 1º. naquela época. Este ano a Festa de Todos os Santos será celebrada no domingo dia 6 de novembro.

Nossa sociedade de consumo e tecnologicamente avançada faz tudo para que se esqueça da morte. Freqüentemente um amigo morto já é sepultado antes que as notícias de seu falecimento cheguem a nós. Para muitos, participar na Missa de 7º. Dia é uma mera formalidade social sem qualquer significado religioso. A morte não é o simples fato biológico da cessação do nosso existir. É o ponto culminante do viver e vem coroar as boas opções que fizemos durante a vida. Neste dia os fiéis católicos têm o secular e piedoso costume de rezar pelas almas que ainda podem estar num estado de purificação antes de gozar da Visão de Deus. Em nossos dias, em certos ambientes católicos se propagam dúvidas com relação à católica devoção pelas “almas no estado de purificação”. Obviamente nossa atitude neste assunto não pode e nem deve ser determinada pelo parecer do último livro de um teólogo. Em nossa vida cristã somos orientados por uma instância superior. No caso, esta autoridade é o próprio Concílio Vaticano ll. Na Constituição Dogmática “Lumen Gentium” (cf. Nos. 49-50) recorda o Concílio que a Igreja sempre venerou com grande piedade a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios por eles; cito o texto bíblico de 2 Mac 12, 46: “É um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam livres de seus pecados”. Depois, no No. 51, o mesmo Concílio Vaticano ll torna a referir-se à nossa “comunhão vital com os irmãos que ainda se purificam depois da morte”, e decide propor de novo os decretos dos Concílios de Florença e de Trento acerca desta doutrina.

É importante lembrar que depois da morte não há mais tempo nem espaço, e falar sobre a “duração” deste estado de purificação não faz sentido. Não há nenhuma doutrina da Igreja relação ao tipo de purificação dispensada depois da morte. Portanto, precisamos tomar muito cuidado com os exageros nas fantasias populares. O estado de purificação possível nada tem a ver com as imagens medievais de um lugar de castigo e de penas. Também falando sobre “tempo” no estado de purificação não faz sentido. Obviamente nem todos os falecidos devem passar por este estado de purificação antes de serem admitidos à Visão Beatífica. A recepção do sacramento da Unção dos Enfermos deve ter salvado inúmeras pessoas desta purificação. O Catecismo da Igreja Católica ensino: “Aqueles que morrem na graça e amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenha garantida a sua salvação eterna, passam, após a morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu” (No. 1.030). Para o católico, então, o Dia de Finados não é um dia de tristeza ou lamúrias, mas é um dia de saudosa recordação, confortada pela fé que nos garante que nosso relacionamento com os finados não está interrompido pela morte, mas é sempre vivo e atuante pela oração do sufrágio. O Catecismo da Igreja Católica afirma: “A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo e da graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar a sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir o seu destino último” (CIC, 1013). Quando tiver terminado “o único curso de nossa vida terrestre” (L.G. No. 48), não voltaremos mais a outras vidas terrestres. A Bíblia afirma: “Os homens devem morrer uma só vez” (cf. Hb 9, 27). Portanto, para os católicos não existe “reencarnação” depois da morte. Somos salvos pelos méritos de Cristo e não pelos nossos próprios méritos. Sem dúvida, a visão cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja que reza: “Senhor, para os que crêem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”. O Dia de Finados deve ser para nós vivos, um eficaz ensejo para refletirmos sobre o sentido e a brevidade da vida presente, ajudando-nos assim a preparar-nos para o inevitável momento da morte.

Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald
Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1

Leia mais: Missa nos Cemitérios de Fortaleza e Região Metropolitana

Publicado em 29/10/2011 por

Missa nos Cemitérios de Fortaleza e Região Metropolitana no Dia de Finados

No dia 2 de novembro, Dia de Finados, é dia de lembrar aqueles que partilharam conosco a sua vida e que faleceram. A fundamentação bíblica para o Dia de Finados é encontrada no segundo livro dos Macabeus capítulo 12, e versículo 4, onde se lê: “rezou pelos mortos”.

Em todo o Brasil, muitas pessoas visitam nesse dia os cemitérios. Aqui em Fortaleza não é diferente. Confira os horários das missas nos cemitérios:

Cemitério São João Batista
Dia 30 de outubro – às 10 horas, missa presidida pelo Pe. José Targino de Almeida.
Dia 31 de outubro – às 10 horas, missa presidida pelo Pe. José Targino de Almeida.
Dia 01 de novembro – às 10 horas, missa presidida pelo Pe. José Targino de Almeida.
Dia 02 de novembro – Dia de Finados – haverá a celebração da Santa missa nos seguintes horários: às 7 horas, às 8 horas, às 10 horas, às 12 horas, às 14 horas, às 16 horas e às 17 horas. A Santa Missa das 10 horas será presidida por Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques – Arcebispo de Fortaleza.
O Cemitério São João Batista fica na Rua Pe. Mororó, nº 487, no Centro, em Fortaleza. Informações pelo telefone (85) 3212 8415.

Cemitério Parque da Paz
Dia 30 de outubro, às 10 horas, missa presidida pelo Padre Antonio Robério Martins de Queiroz, Pároco da Paróquia de Aquiraz.
Dia 02 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas; às 10 horas; e 11 horas e 30 minutos, todas as missas serão presididas pelo Padre Gilson Soares, Pároco da Paróquia Senhor do Bonfim, no Monte Castelo.
O Cemitério Parque da Paz fica na Av. Presidente Juscelino Kubitschek, nº 4454, no bairro Passaré, em Fortaleza.
Informações: (85) 3295 2577 ou 3295- 5464, no Cemitério Parque da Paz.

Cemitério Bom Jardim
Dia 02 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas, 10 horas e 16 horas, missas presididas pelos Padres da Paróquia Santa Cecília no Bom Jardim.
O Cemitério do Bom Jardim fica na Est. do Jatobá, nº 2668, no Parque Santa Cecília. Informações pelo telefone (85) 3452 2465, no Cemitério do Bom Jardim.

Cemitério da Parangaba
Dia 02 de novembro – Dia de Finados – às 8 horas e às 15 horas, missas presididas pelos Padres da Paróquia Bom Jesus dos Aflitos, na Parangaba.
Esse Cemitério está localizado próximo ao Terminal de ônibus da Parangaba na Av. Osório de Paiva. Informações pelo telefone (85) 3292 3090

Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Messejana e Cemitério de Messejana
Dia 02 de novembro – Missas, na Igreja Matriz, às 7 horas e 19 horas.
No Cemitério de Messejana, missas às 9 horas e às 16 horas.
A paróquia Nossa Senhora da Conceição fica na Rua Cel. Joaquim Bezerra, nº 255 – Messejana.
Informações pelo telefone (85) 30450102 ou 3045 0103, na secretaria paroquial.

Cemitério Jardim Metropolitano
Dia 02 de novembro – Dia de Finados – Missas às 10 horas e 16 horas.
O Cemitério Jardim Metropolitano fica na Rodovia Anel Viário nº 4261 – Eusébio. Informações pelo telefone (85) 3274 4786

Saiba mais: Significado do Dia de Finados

Publicado em 29/10/2011 por

Entrevista com Pe. Cristovam: As pessoas precisam ver o dízimo concretizado na vida da comunidade (parte 4)

A última parte da série de entrevista com Padre Cristovam Iubel, nos desperta para a necessidade da formação dos agentes da Pastoral do Dízimo. Além da conscientização é necessária a transparência da aplicação do dízimo na comunidade. As pessoas precisam saber com clareza, onde o dízimo foi aplicado.

1. Para as comunidades que já vivenciam a experiência do dízimo. Porém, esfriou um pouco a caminha. O que é possível ser feito para criar um novo dinamismo nesta comunidade?
Isso que você estar me perguntamos, nos chamamos de reavivamento. O reavivamento é um trabalho desenvolvido na comunidade para detectar os problemas, e as dificuldades. Entender o porquê o dízimo não estar dando certo, não estar funcionando. E tendo consciência desse problema, a gente vai direto à ele. Porque às vezes o problema é a falta de conscientização. É um relacionamento difícil com o Padre ou com a equipe que coordena a comunidade. Às vezes é falta de prestação de contas, falta de transparência. Às vezes as pessoas não percebem onde o dízimo estar sendo usado. Então, é preciso descobrir os problemas para poder ir direto à raiz dos problemas.

2. Como a comunidade pode organizar esse reavivamento?
No período de semana a comunidade faz o reavivamento. É o que a gente chama de Semana do Dízimo. Momento onde se escuta as reclamações, conversa com as pessoas. Depois de coletar essas informações, as apresenta ao Padre, à equipe da Paróquia. Então, eles colocam em prática tudo aquilo que deve ser colocado em prática. Muda o que precisa ser mudado. Se uma comunidade não estiver bem é preciso fazer uma semana de reavivamento. É uma espécie de semana de conscientização, porém mais trabalhada, dando espaço para que as pessoas falem, escutando o que elas querem dizer. Então nós animamos o dízimo assim, através de uma semana de revisão e aprofundamento.

3. E qual é a função da Equipe do Dízimo em uma Paróquia?
A equipe do dízimo tem como primeira função a conscientização. Antes de arrecadar, ela deve deixar bastaste claro que o dízimo é para a Evangelização. E deve mostrar isso, e mostrar como? Dizendo: Olha aqui na Igreja temos isso, temos aquilo, e é por causa do dízimo. As pessoas precisam ver o dízimo concretizado na vida da comunidade. Porque elas tomam consciência que a administração do dízimo estar sendo vivida com seriedade. Quando não há transparência e seriedade, as pessoas automaticamente deixam de participar. Ou se elas continuam participando, vão destruindo a pastoral por conta das opiniões que emitem. Então, a função da Pastoral do Dízimo é conscientizar e depois criar um ambiente interessante para se viver o dízimo. Estar atento aos serviços, que a comunidade precisa, que sejam prestados. A equipe do dízimo conversa com o Padre, conversar com as demais equipes. É uma equipe atenta. É uma equipe que receber, e que depois que receber ela entrega o que recebeu para a equipe ou conselho de assuntos econômicos.

4. Então, o Senhor estar dizendo que a Equipe do dízimo não administra o que arrecada?
Isso mesmo, a equipe do dízimo não administra o dízimo. Ela apenas motiva, incentiva, conscientiza e receber. Depois ela entrega e aí não tem mais nada a ver com ela. A equipe que é responsável pelos bens da comunidade administra e faz a prestação de contas. A prestação de contas quem faz é o Conselho para assuntos econômicos. Essa equipe tem a obrigação de mensalmente dizer para a comunidade, o que naquele mês foi recebido e onde foi aplicado. Geralmente, as aplicações são feitas por dimensões. Dimensão religiosa, social, missionária. Então, é preciso se fazer uma prestação de contas rápida, breve, mas bem clara. E depois fixar, em algum lugar, essa prestação para que a comunidade tenha acesso a essas informações mais detalhadas. Temos que lembrar que mão é possível se pensar o dízimo sem prestação de contas. E essa prestação de contas precisa ser descomplicada. Precisa ser simples para que todos entendam.

5. E quando a prestação de contas não é feita?
Ela trás prejuízos para o processo. Porque as pessoas passam a não acreditar na pastoral. E não acreditam com razão. Porque se não há prestação de contas, como é que saberão onde o dízimo foi aplicado, ou onde ele não foi aplicado. Por isso, que o Conselho de assuntos econômicos precisa estar em sintonia com a equipe do dízimo. E essa equipe é sempre presidida pelo Padre da Paróquia. A equipe tem um coordenador, mas o presidente é sempre o Padre. Então, ressalto novamente, essa equipe precisa dizer de forma muito clara o que foi investido, o que tem em caixa. O que estar sendo guardado, como uma espécie de uma reserva técnica, para momentos de urgência. A prestação de contas deve ser feita mensalmente. E depois é preciso fazer uma prestação de contas anualmente, juntando todos os meses. Tudo com bastante clareza.

6. Uma das grandes dificuldades da pastoral do dízimo é convencer as outras pastorais da importância de ser dizimista. Parece, muitas vezes, que é mais fácil convencer as pessoas que não participam ativamente da comunidade. Pois, as que já são engajadas, pensam que com o serviço já estão contribuindo. E não precisam devolver o dízimo. O que o Senhor pensa sobre isso?
Nós precisamos de formação, quanto a isso não há dúvidas. Pessoas formadas têm argumentação, têm argumentação fundamentada na Sagrada Escritura, nos documentos da Igreja, e nos vários livros que são escritos a partir dos documentos da Igreja e da Sagrada Escritura. Então, precisamos de pessoas formadas que digam com clareza o que é o dízimo. E falando assim com clareza, eu não digo que convença, mas que anima as pessoas, tirem as dúvidas que se tenham. Os agentes do dízimo precisam tirar as dúvidas da comunidade. O caminho é de fato o estudo, o aprofundamento. Tanto que hoje são muitos materiais produzidos, especificamente para s equipes do dízimo das Paróquias. Não há outro caminho, que não seja a formação. A Igreja no Brasil estar caminhando bastante nesse sentido da formação. Até a algum tempo atrás, se contava apenas com a boa vontade. E as pessoas, muitas vezes, que tinha boa vontade nem sempre tinha formação. Hoje se procura a boa vontade e se pede que a pessoa esteja pronta para formação. Caso contrário ela não tem como participara da equipe do dízimo.

7. É possível perceber diferenças em uma pessoa que antes não era dizimista e agora é?
Sim. Ela, primeiro se sente muito bem na Igreja. Porque ela sente que faz parte daquela Igreja, assim como ela faz parte da sua família. É uma espécie de uma segunda família. Até o modo, a postura dela entrando na Igreja é outra. Ela entra descontraída, entra bem, porque ela estar entrando numa casa que é dela. Ela sabe que as cadeiras, os bancos, o altar que estão ali, ela ajudou a adquirir. Ela sabe que participa da manutenção, do investimento, da evangelização. Ela faz aquilo que as pessoas precisam fazer a partir do batismo. Se tornar comprometida com Jesus e com a comunidade. Ela deve ter essa consciência: essa Igreja é minha, essa é a minha comunidade. Eu não sou estrangeiro, essa é a minha casa.

Saiba Mais
A série de entrevistas com o Padre Cristovam Iubel tem como objetivo, ajudar os agentes da pastoral do dízimo, a se prepararem para o Encontro de Animação da Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Fortaleza, no dia 30 de outubro.

Veja também a primeira, a segunda e a terceira parte da série de entrevistas.

SERVIÇO
Encontro de animação da Pastoral do Dízimo
30 de outubro, das 8h às 16h.
Local: Paróquia Bom Jesus dos Aflitos
Centro de Evangelização São João Eudes da Comunidade Católica Anuncia-me (Rua Padre Nobrega, 461, Serrinha – Próximo a UECE – Campus Itapery).
Informações e confirmação com João Augusto (85) 3388 8702; 9922 4449; Diác. João Batista (85) 8653-9154 e Silvana (85) 8776-3220; Diác. Sérgio Rocha (85) 8767-6610 ou 3491-1967.

Publicado em 28/10/2011 por

Paróquia São Francisco de Assis promove a vigésima edição do Encontro de Casais com Cristo

Neste final de semana, a Paróquia São Francisco de Assis, no Dias Macedo, promove a vigésima edição do Encontro de Casais com Cristo (ECC).

Fundamentados na citação bíblica “Vocês são sal da terra, vocês são luz do mundo” (Mt 5,13-14), os 20 casais que participarão do encontro irão abordar o tema “Pessoa, Família e Sociedade”. O evento que acontece no Colégio Odilon Braveza contará com a assessoria do casal setorial Humberto e Ivete.

Informações com Edilson e Geórgia através do fone (85) 8661.3626.

Publicado em 28/10/2011 por

Centro de Formação Terra do Sol realiza “roda de conversa”

Desde o final da década de 1990, começamos a pensar e a sonhar com um espaço de formação que articulasse a fé e a vida, nas dimensões biblico-teológica e sócio-política, no sentido de compreender e contribuir na transformação do mundo que vivemos. Assim, a partir de um trabalho coletivo, em junho de 2001, começamos o “Curso de Verão na Terra do Sol”, com uma pedagogia centrada na reflexão criativa de uma temática interpeladora e a intuição e sensibilidade da produção artística. A nossa proposta é procurar, de diferentes formas e maneiras, desenvolver a crítica, na busca da vivência de uma espiritualidade engajada.

Ao longo destes 11 anos, o “Curso de Verão na Terra do Sol”, funcionou como um grande mutirão do qual você faz parte. Neste tempo, construimos experiências de vida, enfrentando dificuldades, obstáculos e dilemas. Temos certeza de que muito já conseguimos fazer juntos e juntas, mas também temos consciência de nossas fragilidades e problemas que comprometem a dinâmica do próprio mutirão.

Hoje, em 2011, após a realização do 11º “Curso de Verão na Terra do Sol”, está clara, para nós, a exigência de nos repensarmos para bem vivenciar a nossa missão profética. Para a continuidade do próprio Curso de Verão, temos que trabalhar o Mutirão, enfrentando as questões internas e externas que nos fragilizam e precisam ser superadas na força da articulação.

Isso precisa ser feito com a contribuição de todos e todas que temos compromisso com este coletivo… É fundamental uma reflexão franca, fraterna e criativa a apontar caminhos…

Para tanto, será realizado uma “roda de conversa”, no dia 29 de outubro, sábado, a partir de 15 horas, no “Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja”, Rua Rodrigues Junior, 300 – Centro, terminando com um jantar de reencontro e confraternização. Sua presença é fundamental, para movimentar o mutirão. Informações pelo telefone (85) 3388 8704, na secretaria do Curso de Verão na Terra do Sol.

Publicado em 28/10/2011 por

Câmara Municipal de Fortaleza aprova a criação do Cadastro Municipal de Entidades Religiosas

A Câmara Municipal de Fortaleza aprovou ontem, 27 de outubro de 2011, o Projeto de Lei 0392/2011, onde autoriza a Prefeitura de Fortaleza instituir o Cadastro Municipal de Entidades Religiosas que ocupam áreas de domínio público, para em seguida os mesmos venham a serem legalizados para as referidas entidades. Consta na justificativa do projeto os seguintes termos: “o presente projeto de lei visa instituir o Cadastro Municipal de Entidades Religiosas que ocupam áreas de domínio público, em cujo terreno esteja encravado os templos religiosos e consequentemente legalizando esses locais para as referidas entidades.”

Confira  os artigos do Projeto de Lei aprovado:

Art. 1º Fica autorizado o Município de Fortaleza a instituir o Cadastro Municipal de Entidades Religiosas que ocupam áreas de domínio público.

Parágrafo único – A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura ficará responsável pelo cadastramento das entidades religiosas que tenha interesse em legalizar as áreas em que os templos estejam encravados

Art2º O cadastro servirá para que a Prefeitura de Fortaleza promova a desafetação das áreas já ocupadas pelas entidades religiosas, através de Mensagem Prefeitoral enviada a esta Casa Legislativa.

Art. 3º As entidades religiosas, deverão no ato de cadastramento anexar relatórios de atividades do período de 01(um) ano,

Art4º Esta Lei entrara em vigor na data de sua publicação, revogada as disposições em contrario.

DEPARTAMENTO LEGISLATIVO DA CÂMARA MUNICIPAL DE FORTALEZA,

Em 27 de outubro de 2011.

Walter Cavalcante
Vereador Lider do – PMDB”

Publicado em 28/10/2011 por

Juventude de Messejana grita pela Paz

No último domingo de outubro, será celebrado em todo o país o Dia Nacional da Juventude. Na Arquidiocese de Fortaleza muitas paróquias e comunidades festejarão esse dia com encontros com a juventude de seu bairro ou comunidade.

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no bairro Messejana, promoverá o Movimento JuvPaz que acontecerá no dia 30 de outubro das 14h às 18h:30min na Praça da Igreja Matriz, e encerrando com a Celebração Eucarística às 19h.

O objetivo do JuzPaz é reunir os jovens em um movimento de arte, comunicação e paz. Divulgar os movimentos que trabalham e acolhem os jovens. Promover a manifestação artística dos jovens e provocar a reflexão de que é possível mudar o atual cenário de violência para um cenário onde as pessoas se respeitem, se valorizem, se amem.

Espera-se que o Movimento JuvPaz desperte nos jovens o desejo em colaborar para que a sociedade desinstale o caos e estabeleça um modus vivendi mais fraterno.

Já estão confirmadas ao evento várias bandas musicais e tendas com os movimentos e organizações que trabalham com jovens, por exemplo, os narcóticos anônimos, a juventude missionária, a organização da Festa da Vida e a Comunidade da Renovação Carismática.

O movimento presenteará com uma bicicleta o grupo que trouxer o maior número de jovens para participar do evento.

Informações na Secretaria Paroquial no telefone (85) 3045.0103

Publicado em 28/10/2011 por

CNBB divulga nota por uma “Reforma Política: urgente e inadiável”

POR: CNBB

Os bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reunidos em sua sede nacional em Brasília desde terça-feira, 25, divulgaram nesta quinta-feira, 27, encerramento da reunião, uma nota intitulada “Reforma Política: urgente e inadiável”.

No texto, os bispos reafirmam a posição da Conferência de que é preciso trabalhar para que a Reforma de fato aconteça no país, porém, destaca que deve ultrapassar uma simples reforma eleitoral para que a nação colha os frutos necessários. “Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo”, diz um trecho do texto.

Em coletiva de imprensa, a presidência da CNBB, por meio do seu presidente, dom Raymundo Damasceno Assis, reafirmou a posição da entidade expressa no texto. “Não estamos apenas pleiteando uma reforma eleitoral, mas uma reforma que nós consideramos urgente e inadiável e desejamos que a sociedade assuma essa bandeira de exigir e cobrar uma reforma política verdadeira em nosso país”.

  • Leia texto na íntegra, abaixo:

Dom Leonardo Ulrich Steiner, Cardeal Raymundo Damasceno Assis e Dom José Belisário da Silva

 Reforma Política: urgente e inadiável!

A Reforma Política é uma urgência inadiável em nosso país. Se feita de forma a ultrapassar os limites de uma simples reforma eleitoral, ela se torna um caminho seguro para coibir a corrupção e sua abominável impunidade, que corroem instituições do Estado brasileiro e a vida do povo.

A expectativa de sua efetiva realização, assegurada pela Presidente Dilma Rousseff, em seu discurso de posse, e pelas imediatas iniciativas da Câmara e do Senado de constituírem comissões para esse fim, está se exaurindo diante da lentidão e falta de vontade política com que o Congresso Nacional tem discutido o tema. Por isso, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília, de 25 a 27 de outubro, manifesta perplexidade e indignação, em sintonia com o clamor que vem das recentes marchas contra a corrupção, e conclama a todos a exigirem dos parlamentares efetivo empenho na aprovação de uma reforma política ampla e com participação popular.

A sociedade brasileira não pode ser frustrada neste seu direito. Projetos de leis de iniciativa popular exitosos, como as leis 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral, e 135/2010, denominada Ficha Limpa, são a prova do quanto nosso povo quer pôr fim à chaga da corrupção no Brasil. Confiamos que o Supremo Tribunal Federal decidirá pela constitucionalidade desta última a fim de que seja aplicada já nas próximas eleições.

Neste contexto, a CNBB reitera o que disse em seu documento Por uma reforma do Estado com participação popular: “A reforma política de que o país necessita com urgência, não pode se limitar a regras eleitorais, e dentro delas ao funcionamento dos partidos. Ela precisa atingir o âmago da estrutura do poder e a forma de exercê-lo, tendo como critério básico inspirador, a participação popular. Trata-se de reaproximar o poder e colocá-lo ao alcance da influência viável e eficaz da cidadania” (Doc. 91, n. 101).

O momento exige, portanto, a retomada do diálogo entre os atores da sociedade civil e os legisladores, na perspectiva de incorporação de propostas concretas já construídas. Do contrário, o Congresso se omitirá, outorgando ao Judiciário a responsabilidade de decidir sobre questões que cabem, primordialmente, ao Legislativo.

O fortalecimento da democracia direta passa pela regulamentação do artigo 14 da Constituição Federal, que trata dos plebiscitos, referendos e leis de iniciativa popular. Além disso, a reforma política não pode adiar medidas que moralizem o financiamento das campanhas eleitorais, assegurem candidaturas de “Fichas Limpas”, criem mecanismos para revogação de mandatos e garantam a fidelidade partidária.

A CNBB considera indispensável, também, dar novos passos que ampliem a aplicação da Ficha Limpa, de modo a atingir cargos comissionados do Parlamento e outros Poderes da Federação. O Executivo e o Judiciário são corresponsáveis por um Poder Serviço dignamente cidadão.

Movidos pela busca do bem comum e pela fé cristã, que nos faz “esperar contra toda esperança” (Rm 4,18), confiamos que estes apelos sejam ouvidos pelos Parlamentares.

Nossa Senhora Aparecida, Mãe dos brasileiros, inspire nossos dirigentes e nos alcance de seu Filho a vitória que almejamos.

Brasília, 27 de outubro de 2011.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida-SP e Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão-MA e Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF e Secretário Geral da CNBB


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