Publicado em 30/09/2011 por

Meditação do Evangelho – XXVII Domingo do Tempo Comum (Mt 21,33-43)

“PERDER OU GANHAR O REINO PELOS NOSSOS FRUTOS”

Queridos irmãos em Cristo!

Convidados pelo Senhor somos todos responsáveis pelos frutos do reino edificado a partir de nossas ações. Deus, nosso Pai, o “dono da vinha” espera que correspondamos com os frutos devido na época esperada (da colheita) no mundo e nas diversas situações que vivemos.

A imagem da vinha é muito apreciada no contexto bíblico pois nos remete a necessidade de um cuidado todo especial desde o cultivo até a colheita da safra. Em circunstâncias severas de tempo, ter um terreno fértil e de boa produtividade é manter a esperança de um bom resultado pelos frutos esperados.

Lembrando o episódio da “vinha de Nabot” em 1 Rs 21, 1-7, a vinha é o lugar onde a vida germina, floresce e dá bons frutos. Também é ameaçada pela cobiça, inveja e pelo mal que nos rodeia com a força que a morte traz!

Todavia, na liturgia desse Domingo somos convidados a nos deixar questionar pela palavra de Deus acerca do tipo de fruto que nossas atitudes representam; seriam estes frutos doces e maduros que alegram o coração de quem tudo investe continuamente em nós, ou pelo contrário, nossas ações são ainda do tipo selvagem e rebeldes contra aquele que tanto nos ama. Nos relatos bíblicos apresentados tomamos consciência da gravidade de não produzir frutos: “o reino vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”. Assim ninguém pode pensar em possuir certa “estabilidade”, pois o reino possui uma dinâmica toda própria capaz de superar quem fechar o coração e não corresponder no amor as suas exigências.

Como, então, produzir frutos para o reino de Deus? São Paulo quando escreve ao Filipenses nos mostra o caminho: Primeiramente o valor da vida de oração que nos leva a quietude diante das dificuldades, depois deveremos focar as nossas atenções e esforços no que é verdadeiro, respeitável, justo, amável, honroso, virtuoso e louvável, portanto um caminho de perfeição composto por sete itens, que muito bem poderíamos apresentar como um caminho de uma vida nova em Deus.

Que o Senhor o bom pastor nos encontre sempre em bons frutos de vida e abençoe as sementes do reino que semeamos com o trabalho de nossas mãos.

Pe. Fernando Antonio Carvalho Costa

Publicado em 30/09/2011 por

Galeria de fotos da convivência, estudo, oração e lazer dos bispos do Ceará

Os Bispos das 09 dioceses do Regional NE 1 – Ceará estiveram reunidos de 26 a 30 de setembro na casa de retiros da diocese de Itapipoca em Mundaú para convivência, estudo, oração e lazer. Na oportunidade definiram o trajeto da peregrinação da Cruz e do ícone da Jornada Mundial da juventude, participaram da última noite da novena em honra a São Miguel padroeiro da área pastoral de Mundaú e de um passeio pelo rio.

Vejam algumas fotos.

Publicado em 30/09/2011 por

30 de setembro – Dia dos Secretários e Secretárias

Rosélia, Miguel Brandão e Hilda Equipe do Secretariado de Pastoral

A Arquidiocese de Fortaleza parabeniza todos os secretários e secretárias pelo seu dia. Hoje parabenizamos, especialmente, os profissionais que exercem sua função no Secretariado de Pastoral, nas Regiões Episcopais e nas 120 paróquia e áreas pastorais. Agradecemos todo o profissionalismo, serviço, disponibilidade, atenção, colaboração, paciência, carinho e amizade que norteiam o atendimento no Secretariado de Pastoral, nas Secretarias das Regiões Episcopais e nas Secretarias Paroquiais. Sem dúvida, nossas secretarias são os “cartões de visitas” de nossa arquidiocese. Parabéns!

Origem do dia
Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha – Lilian Sholes – testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público.

Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa.

Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se anualmente, a cada 30 de setembro. Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o “Dia das Secretárias”.

Com o surgimento das associações da classe de secretárias do Brasil, apareceram os movimentos para o reconhecimento da profissão. Das atividades das associações, uma das consequências foi a divulgação e popularização do dia 30 de setembro como sendo o “Dia da Secretária”.

Em alguns Estados brasileiros o dia foi oficialmente reconhecido. Em São Paulo, por exemplo, a lei nº 1.421, de 26/10/1977, reconhece e oficializa 30 de setembro como o “Dia da Secretária”.

Há também o “Dia Internacional da Secretária”, que é comemorado na última 4ª feira do mês de abril.

E você, Secretária ou Secretário, qual sua atitude neste dia?

Primeiro – Faça dele um dia de reflexão, de autoanálise pessoal e profissional.

Ser secretária e secretário, hoje, é optar por uma profissão. É gostar do que se faz. É investir no crescimento e na harmonia pessoal e profissional. É ter consciência de seu importante papel de agente de mudança e da atuação como assessor e agente facilitador.

São Jerônimo é o Santo protetor das Secretárias e dos Secretários. Ele foi secretário do Papa Dâmaso, que governou a Igreja Católica de 367 a 384 e seu dia é 30/9.

Fonte: www.secretariando.com.br

Oração da Secretária
Senhor, diante de ti, que és o criador e a fonte maravilhosa de todos os dons, quero agradecer-te pelo meu trabalho e a função de secretária.

Eu te ofereço a minha árdua tarefa, no compromisso pessoal e profissional de ser prestativa e generosa, acolher e servir com alegria, saber falar e saber ouvir, perdoar e pedir perdão, atuar com integridade e sinceridade, ter paciência e equilíbrio diante dos impasses, ser compreensiva e solidária, esforçando-me por manter o bom relacionamento e o bem-estar comum.

Às vezes, Mestre, sinto-me frágil, pequena e, até mesmo, insegura para tomar decisões que competem à minha função. Mas tu me conheces profundamente, sabes de todas as minhas intenções. Por isso, peço-te que me inspires e me orientes, dando-me sabedoria e serenidade. Ilumina-me, para cumprir meu trabalho com dignidade e exercer minhas atividades com segurança e alegria.

Senhor! Que além de funcionária, eu seja também colaboradora, companheira e amiga de todos, sem distinção.

Obrigada, Senhor, pelo meu trabalho, pelo pão de cada dia, pela minha vocação de servir e colaborar. Amém.

www.velhosamigos.com.br

Publicado em 30/09/2011 por

Padre Augusto comenta o evangelho deste domingo

Publicado em 30/09/2011 por

Novena Missionária – 2º dia – Missão é louvar a Deus pelas Maravilhas que criou

Publicado em 30/09/2011 por

Entrevista com Pe. Cristovam Iubel sobre a Pastoral do Dízimo (Parte 1)

Pe. Cristovam, Dom José Luiz e Diác. João Batista no Encontro da Pastoral do Dízimo em maio de 2011.

UMA EXPERIÊNCIA DE PARTILHA E COMUNHÃO

Em preparação para o Encontro de Animação da Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Fortaleza, no dia 30 de outubro, todas às sextas-feiras do mês dedicado as Missões, disponibilizaremos no site da Arquidiocese a série de entrevistas realizada com Padre Cristovam Iubel sobre a experiência de partilha e comunhão que o dízimo proporciona para as comunidades.

Nessa primeira parte da entrevista, Padre Cristovam ajuda-nos a entender um pouco da realidade da animação do dízimo no Brasil e no Mundo.

1. O que é o dízimo?
O dízimo é uma das formas, não é a única, que a Igreja tem para sustentar a Evangelização e de investir na Evangelização. A Igreja precisa de pessoas, de lugares, de instrumentos (os meios), mas ela não tem como ter tudo isso, se ela não tem bens (os materiais) que sustentem essa preparação. Então, a Evangelização é sustentada pelo dízimo. Sendo assim, a finalidade do dízimo é: Evangelizar.

2. Quando a paróquia não possui a experiência do dízimo, como ela se sustenta?
Essas paróquias se sustentam com taxas, que são oferecidas por ocasião de serviços religiosos: sacramentos, bênçãos. Ou, até mesmo, de doações espontâneas e através de promoções (bingos, rifas, festas). Só que esse método, das taxas e as festas, já está ultrapassado. Ele não corresponde mais aos anseios de hoje. Porque, são pontos de problemas, confusões, brigas e acima de tudo não evangelizam. Então, as comunidades que não possuem o dízimo, ainda estão utilizando um método ultrapassado. Mas, que serve enquanto elas não aderem ao dízimo, enquanto não transformam toda a arrecadação em dízimo e em oferta.

3. Padre Cristovam, as taxas é um assunto muito delicado, pois gera divergências. Algumas pessoas concordam, outras discordam. Um dos questionamentos é a possibilidade de estarmos comercializando os sacramentos.
Exatamente. É tanto que recentemente nós mantínhamos a Ação Evangelizadora por meio das taxas. De início as taxas foram bem compreendidas, era uma forma de troca de serviços. E funcionava bem. Mas, depois com o tempo as taxas foram se desgastando e se transformaram em compra. As pessoas compravam um sacramento, comprava uma missa, uma bênção, uma oração. Por isso, a própria Igreja tomou consciência que não podia continuar com as taxas. Então, no Brasil, as taxas já estão superadas. Hoje, funciona da seguinte forma: aqueles que estão implantando o dízimo podem manter as taxas por algum tempo, enquanto o dízimo não consegue manter toda a Ação Evangelizadora. Mas, na medida em que o dízimo aumenta, as taxas vão diminuindo até a extinção total. As taxas não são de fato evangelizadoras, elas complicam mais do quê ajudam.

4. O senhor usou o termo “aqui no Brasil”, e o dízimo não é uma realidade da igreja no mundo inteiro?
Não. O dízimo existe em grande parte do mundo. Mas, o Brasil possui uma metodologia que deu certo. O dízimo, no Brasil, se implantado de forma correta dá resultado. Então, as outras Igrejas, por exemplo, da América Latina, da América Central, dos Estados Unidos e da África (mesmo com sua pobreza) aderiram ao dízimo. As Conferências Episcopais tem o dízimo do Brasil como modelo. Poderíamos dizer que, a Igreja do Brasil está exportando uma experiência de partilha.

Informações sobre o Encontro do Dízimo click aqui

Publicado em 30/09/2011 por

Curso de Capacitação de Novos Agentes da Pastoral da Sobriedade da Arquidiocese

Pastoral da Sobriedade da Arquidiocese de Fortaleza está com inscrições abertas para o próximo Curso de Capacitação de Novos Agentes da Pastoral que acontece do dia 03 até 07 de outubro, das 18h30min às 21h, no Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”, que fica localizado na Rua Rodrigues Jr., 300, no Centro. A Pastoral da Sobriedade é a ação da Igreja Católica na prevenção e recuperação das dependências químicas e outras.

Informações: Rogério Melo ou Daniela pelos telefones (85)  33888707 ou 86879628.

Veja as fotos da Audiência na Assembleia Legislativa

Publicado em 29/09/2011 por

Novena Missionária – 1º dia – As POM e a Missão Universal

Publicado em 28/09/2011 por

Missa de abertura do Mês Missionário em Fortaleza

Com o tema “Missão na Ecologia”, a Igreja do Brasil celebrará o mês de outubro, o Mês Missionário.

É com espírito de alegria que no dia 1º de outubro, no Santuário de Fátima, todos os missionários e as missionárias da Arquidiocese de Fortaleza celebrarão a abertura do Mês Missionário. A Santa Missa, presidida por Dom José Luiz Sales, bispo auxiliar de Fortaleza, abrirá não só a vivência do mês, mas a Campanha Missionária 2011.

Segundo o coordenador do Conselho Missionário Diocesano, Diácono Luciano Gonzaga, o momento tem como objetivo despertar à consciência missionária em todos os batizados. “Todos os batizados precisam se redescobrir missionários. Fazer acontecer, no seu dia a dia, o Ide e Evangelizai”, comenta o coordenador.

Saiba Mais

Todas as paróquias e áreas pastorais receberam o material, preparado pelas Pontifícias Obras Missionárias – POM, para ajudar a vivência do Mês Missionário nas comunidades, pastorais, movimentos e segmentos. O material é composto pela Novena Missionária, DVD com testemunhos e informações para cada dia da novena, cartaz e envelope para a Coleta do Dia Mundial das Missões. Procure esse material na sua paróquia.

O Dia Mundial das Missões é marcado pela coleta de doações destinadas aos projetos missionários no Mundo. Todas as paróquias são convocadas a destinar as coletas das Missas, dos dias 22 e 23 de outubro, ao apoio as Missões. As comunidades devem incentivar a participação de todos nesse processo, lembrando que essa atitude é sinal de uma consciência missionária.

Todo o material destinado ao mês Missionário está disponível no seguinte endereço: www.pom.org.br . Acesse e divulgue!

Serviço

Missa de Abertura do Mês Missionário
1º de outubro – no Santuário de Fátima (Avenida 13 de Maio, Fortaleza), às 17h30min.
Informações: Alessandra Silva (85) 8845.0800; Diácono Luciano Gonzaga (85) 9918.4946; Ir. Loreta Dalla Stella (85) 3294.3478; Newton Gonçalves (85) 9997.3039

Publicado em 28/09/2011 por

Papa aos seminaristas: fidelidade à vocação é possível “Se Deus quer a vocação, é Ele quem a sustenta”

Foto: http://www.a12.com

Ainda que o mundo mude, é possível permanecer fiel à vocação sacerdotal: esta foi a mensagem do Papa no último sábado, em um discurso espontâneo a cerca de 60 seminaristas, com quem teve um encontro na capela do seminário de Freiburg. Este era o único discurso, de todos os que o Pontífice pronunciou na sua viagem apostólica à Alemanha, que não foi escrito previamente.

Em resposta às inquietudes dos seminaristas, o Papa explicou qual é o significado do tempo que um aspirante a sacerdote passa no seminário. Para isso, tomou uma passagem do Evangelho de Marcos sobre a instituição dos Doze, que reflete uma dupla vontade de Jesus sobre seus discípulos: “estar com Ele” e “ser enviados” a uma missão.

A contraposição entre ambas as vontades é só aparente, explicou o Papa aos jovens: “Como sacerdotes, devemos sair aos múltiplos caminhos nos quais os homens se encontram, para convidá-los ao seu banquete nupcial. Mas só podemos fazer isso permanecendo sempre junto a Ele”.

“E aprender isso, esse sair, ser enviados, permanecendo junto a Ele, é – acho – precisamente o que temos de aprender no seminário”.

Outro dos elementos fundamentais do seminário, acrescentou Bento XVI, é “aprender a confiança” em Cristo, aprender a confiar-lhe a própria vocação: “Se Ele a quer realmente, então posso me confiar a Ele”.

Se Cristo quer essa vocação, Ele não a deixará morrer, disse o Papa: “Se Ele me ama, então também me sustentará; na hora da tentação, na hora do perigo, estará presente e me dará pessoas, me mostrará caminhos, me sustentará”.

O Papa sublinhou também dois outros aspectos da vida do seminário: o da importância de aprender a viver “com a Palavra” e o de aprender o que significa “ser Igreja”.

Com relação ao primeiro aspecto, disse que a chave para poder escutar Cristo é “aprender a escutá-lo de verdade – na Palavra da Sagrada Escritura, na fé da Igreja, na liturgia da Igreja – e aprender o hoje em sua Palavra”.

Se a pessoa vive com a Palavra, percebe que ela “não está longe, em absoluto, mas que é atualíssima, está presente agora, refere-se a mim e refere-se aos outros. E então aprendo também a explicá-la. Mas, para isso, é preciso um caminho constante com a Palavra de Deus”.

Com relação a aprender a ser Igreja, o Papa sublinhou que somente no “nós” é possível crer em Cristo.

“São Paulo escreveu que a fé vem da escuta, não da leitura. Precisa também da leitura, mas vem da escuta, isto é, da palavra vivente, das palavras que os outros me dirigem e que posso escutar; das palavras da Igreja através de todos os tempos, da palavra atual que esta me dirige por meio dos sacerdotes, bispos, irmãos e irmãs”, afirmou.

“Nós somos Igreja: sejamos Igreja! Sejamos Igreja precisamente nesse abrir-nos e ir além de nós mesmos; sejamos Igreja junto aos outros”.

Por último, o Papa falou aos seminaristas sobre a importância do estudo e da boa formação.

“Nosso mundo hoje é um mundo racionalista e condicionado pela cientificidade”. Diante disso, a fé “não é um mundo paralelo do sentimento, que nos permitimos além disso como um ‘plus’, mas é o que abraça o todo, lhe dá sentido, o interpreta e lhe dá também as diretrizes éticas interiores, para que seja compreendido e vivido frente a Deus e a partir de Deus”.

Por isso, o Papa sublinhou a importância de “estar informados, compreender, ter a mente aberta, aprender”.

Ainda que as modas filosóficas mudem, concluiu o Papa, “não é inútil aprender estas coisas, porque nelas também há elementos duradouros. E sobretudo, com isso aprendemos a julgar, a acompanhar mentalmente um raciocínio – e a fazê-lo de forma crítica – e aprendemos a fazer que, ao pensar, a luz de Deus nos ilumine e não se apague”.

“Estudar é essencial: somente assim podemos enfrentar a nossa época e anunciar-lhe o logos da nossa fé”, acrescentou.

Fonte: www.zenit.org


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